Aprendi que não Adianta
Viver se iludindo é a mesma coisa que tentar dormir o dia inteiro. Não adianta, uma hora você acorda.
Não adianta, no momento que as pessoas se afastam, elas estão irremediavelmente perdidas uma da outra.
“Aprendi que todas as vezes que pensava em me afastar, eu me aproximava mais.. Mesmo sem querer e sem saber.”
Aprendi que quando você se importa demais com o que os outros vão pensar, você automaticamente deixa de ser você.
Aprendi a hora certa de dizer adeus, e também a hora certa de dizer “eu te amo”. Sei que as pessoas não são perfeitas, e por isso tenho os melhores amigos do mundo. Fiz o que era certo na hora errada, e apesar ter quebrado a cara muitas vezes e ter me enganado com as pessoas, continuei cheia de sonhos e ilusões, porque, no fundo, eu sabia, que no fim tudo daria certo, e realmente deu... porque hoje estou muito feliz!
O sorriso que eu levo hoje apaga todos os outros rastros. Eu aprendi, aos trancos, que ser feliz não dói. Ser feliz não dói!
Aprendi a amar menos, o que foi uma pena, e aprendi a ser mais cínica com a vida, o que também foi uma pena, mas necessário. Viver pra sempre tão boba e perdida teria sido fatal. Aprendi também que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E ainda assim fazer a mesma livre escolha.
Nota: Trecho da crônica "O garoto do pandeiro".
Se tem uma coisa que ainda não aprendi é o que realmente quero dessa vida. Mas aprendi definitivamente o que não quero.
Quando estamos ou queremos estar bem, viver distrai. E pra mim, aprendi recentemente, viver é exatamente isso: se distrair do medo que dá pensar em viver.
Aprendi também que independente do resto, eu tenho que acreditar mesmo é em mim. Porque eu sim posso cumprir com as minhas expectativas.
Pra mim tudo tem remédio, só a morte que não. Porque eu aprendi que mal de amor, se cura com o novo amor. Não deu certo com aquele babaca? Tenta com outro.
