Aprendi que Deus

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E se a noite quiser me assustar
Eu lembro o quanto aprendi a lutar
Mesmo quando a dor quer ficar
O amor vem me lembrar... _ Frase da música uma vitória de cada vez do dj gato amarelo

Já fui ao avesso com tantas metamorfoses. Já fui casca e casulo. Até aqui aprendi: transformação ás vezes dói. Mas o belo está na capacidade de se superar. Que na verdade, tudo no final vale a pena. E que a vida é boa e grata em nos possibilitar os voos.
╰☆╮
FranXimenes
04*09*2013

Aprendi com o tempo que o perdão é a melhor forma de vingarmos o mal que no fazem,aprendi que tenho o direito de ter raiva,mas tenho que digerir essa raiva e joga-la para bem longe de mim,não posso aceitar o lixo que jogam em mim,tenho que ter a vontade de me limpar interiormente por que só fará mal a mim mesma, a magoa intoxica qualquer ser,ela pode nos levar a fazer estragos na vida de outra pessoa,estou ciente disso,por isso então luto contra esse mal da humanidade e procuro perdoar sempre.

Eu creio no querer é poder ,pois as coisas que gosto de fazer aprendi a fazer sem estudar,aprendi tentando fazer,há quem diga que é dom,mas eu digo é força de vontade,eu quero ,eu faço,eu posso e pronto, e não acabou por aí enquanto viva for vou renovando meus sonhos e Deus com certeza me ajudando sempre.

Quando me faltou o chão,
aprendi a voar com as palavras.


Sou feita de detalhes
que me descrevem e me moldam.


– Jess.

⁠Sempre gostei de estar com o que chamam "pessoas humildes". Foi com essas que aprendi mais.

António Lobo Antunes
"São precisas três coisas para escrever: paciência, solidão e orgulho". 25 frases de António Lobo Antunes. Observador, 5 mar. 2026.
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Aprendi que a dor é o despertar para a realidade da vida...

⁠Ainda que me fosse dada uma nova oportunidade de voltar em outra encarnação, com tudo o que aprendi nessa vida, eu ainda assim cometeria muitos erros. E até repetiria alguns, na esperança de obter resultados diferentes. Tenho jeito, não!

Pode parecer que sinto orgulho dos meu erros, pelo contrário, alguns me custaram muito caro e até hoje pago o preço.

Não se desespere quando alguém
que você pensa que ama te abandona,
Aprendi que:
Quando não gostamos de alguém
e esse alguém gosta muito da gente
devemos encontrar nessa pessoa
uma virtude, mas como, se não gosto
dela? Eis a resposta: a virtude é
o sentimento que ela tem por nós...
Quando gostamos demais de uma
pessoa e não somos correspondidos
devemos encontrar um defeito
nesta pessoa...
Aí você me pergunta como vou
encontrar um defeito em uma
pessoa que eu Amo?
E eu lhe respondo: o maior defeito
é ela não te amar como você a ama...

Aprendi que é minha obrigação cuidar de mim em primeiro lugar. Cansei de ser boazinha. Dizer amém pra tudo. Agora se não concordo falo mesmo, e isso tem me dado uma tranquilidade e uma paz de espírito enorme. Quando concordamos com o que não queremos concordar, ou pior, quando deixamos de nos impor por medo, o corpo adoece e a depressão aparece. Na vida temos duas opções: ou você toma partido ou você fica em cima do muro, eu prefiro a primeira opção. Pessoas sem atitude são sem graça. E atitude não tem nada a ver com falta de respeito, isso é outra coisa. Atitude é saber se posicionar, é lutar pelas suas verdades e por aquilo que se quer, mas também é admitir quando se está errado, é ter humildade para pedir perdão. Um dia a gente aprende e isso faz toda a diferença.

"Custou muito mais aprendi, que o coração não se preenche só com palavras bonitas
que nem todos que dizem te amar estão dispostos a ficar com você ate o fim,
que nem sempre é possível ver o por do sol ao lado de quem amamos...
E passamos a valorizar os pequenos detalhes, os pequenos gestos de amor,
começamos a enxergar os olhares de ternura e paixão, sentimos o corpo
arrepiar ao toque das mãos, aquele beijo suave que tira seu folego sem sufocar,
neste momento você percebe que palavras são levadas ao vento, mais os pequenos
gestos de carinho são aqueles que realmente sempre te amou".

Vou aprendendo com os erros que vivi, vou crescendo com a verdade que aprendi.

“Entre o escuro e o silêncio, aprendi a transformar melancolia em beleza.”

Sou essa mistura de rocha com folha ao vento,
Metade indo, metade ficando.
Aprendi que a direção é mais importante que a velocidade,
Mas nesse exato momento nem sei se estou em movimento
Muito menos se estou indo para algum lugar...

Nunca me arrependi e pedi perdão pelos meus erros, chorei, sofri muito! Mudei, aprendi.

Com a minha experiência aprendi pelo menos isto: que se uma pessoa avançar confiantemente na direção de seus sonhos, e se esforçar por viver a vida que imaginou, há de se encontrar com um sucesso inesperado nas horas rotineiras.

Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.

⁠Não me ensinaram muitas coisas. Aprendi a me manter de pé pela falta de opção.

⁠Aprendi que devemos dizer toda a verdade. Tudo que sentimos. O que aconteceu e porque aconteceu. Dessa forma não haverá mal entendido e nem brecha para o outro pensar coisas que nunca existiram.

A Geografia dos Que Não Sabem Viver


Nunca aprendi a viver.


Talvez ninguém tenha aprendido.


Talvez chamemos de existência
a longa repetição de gestos
que fazemos antes de descobrir
que não levam a lugar algum.


Nasci tarde demais para a esperança
e cedo demais para o esquecimento.


Desde então,
habito uma espécie de intervalo.


Não pertenço às ruas,
mas também não pertenço ao silêncio.


Sou hóspede de lugares
que desaparecem quando alguém acende a luz.


É ali que resido:


entre o eco de uma voz
e a voz que já não existe,
entre a sombra de um corpo
e o corpo que partiu,
entre aquilo que desejei
e aquilo que tive medo de desejar.


Há uma crueldade particular
em continuar vivo
quando já não se espera nada da vida.


A esperança, quando envelhece,
não se transforma necessariamente em desespero.


Às vezes transforma-se em hábito.


E há hábitos mais difíceis de matar
do que qualquer esperança.


Carrego dentro de mim
uma cidade construída sobre ruínas.


Cada rua conduz a uma ausência.


Cada janela dá para alguém
que não voltou.


Cada quarto conserva o cheiro
de uma coisa que terminou
sem jamais ter começado.


É estranho perceber
que podemos sentir saudade
daquilo que nunca tivemos.


Talvez seja essa
a forma mais pura da melancolia:


sentir falta
de uma vida que nunca nos pertenceu.


Meus desejos também envelheceram.


Já não gritam.


Já não imploram.


Permanecem no fundo de mim
como moedas enferrujadas
no bolso de um homem morto.


Ainda posso tocá-los.


Ainda posso senti-los.


Mas já não consigo gastá-los.


Desejo o amor
como um condenado deseja a liberdade:


não porque saiba o que faria com ela,
mas porque precisa acreditar
que existe uma porta.


E talvez não exista.


Talvez todas as portas sejam apenas
formas arquitetónicas da nossa ilusão.


Talvez a liberdade seja
o nome elegante que damos
ao intervalo entre duas prisões.


Por isso permaneço.


Não por coragem.


Não por fé.


Permaneço porque até o abandono
exige uma certa perseverança.


A noite me conhece pelo nome.


As sombras já não me assustam.


Elas aprenderam a conviver comigo.


Às vezes sentam-se ao meu lado
e não dizem absolutamente nada.


É a conversa mais honesta
que já tive.


Então penso:


e se a vida nunca tivesse sido feita
para ser compreendida?


E se compreender fosse apenas
mais uma maneira de destruir
o pouco mistério que nos mantém respirando?


Talvez eu não esteja perdido.


Talvez não exista lugar algum
para onde voltar.


Talvez esta sensação de estar ausente
seja a única forma de presença
que me foi concedida.


A madrugada chega.


O mundo começa novamente
a fingir que amanhã importa.


Eu permaneço diante da janela.


Lá fora, alguém ri.


Um carro desaparece na esquina.


Uma mulher fecha as cortinas.


Um homem acende um cigarro.


E por alguns segundos
tudo parece absurdamente vivo.


Então percebo uma sombra atrás de mim.


Ela não estava ali antes.


Não me viro.


Porque existe uma pergunta
que passei a vida inteira evitando:


se tudo aquilo que perdi
continua vivendo dentro de mim...


então quem, exatamente,
é que está vivendo
quando eu já não estou?