Aprendi muito com Vcs

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Aprendi cedo demais que algumas respostas
Se perdem no horizonte antes de serem dados,
E que um coração devorado pela indecisão
Só encontra alívio no silêncio do abandono.

Fiz promessas a mim mesmo que nunca cumpri,
Palavras penduradas no ar como roupas molhadas,
Ecoando como feridas não cicatrizadas,
E os ecos do passado aprisionam minha vida.

Carrego a noite inteira no peito,
Um mar de incertezas onde afundo sem saber nadar,
E o medo se torna âncora a me puxar para o fundo,
Enquanto a esperança se desfaz em mudo pesar.

Talvez o sol tenha passado por aqui,
Mas não deixou rastro de calor nem cor,
E eu sigo vivendo de penumbra constante,
Até cansar de esperar por luz e perder o sabor.

Sabe o que eu aprendi com o tempo?
Que até o que desbota pode voltar a ter cor.
Nem sempre a mesma, nem sempre com o mesmo brilho…
mas uma cor nova, nascida das marcas, das curas e das dores que a gente atravessa.


O tempo tira o excesso, muda os tons, ensina a olhar diferente.
E quando a vida se colore de novo, vem com outra verdade, outro peso, outro sentido.


Hoje eu entendo: nada volta a ser igual,
mas tudo pode voltar a ser bonito.


Edelzia Oliveira

Depois de bastante sofrer, aprendi e me acostumei,
As experiência, lições e vivências, que a vida me ofereceu...
Ser prioridade na minha vida, virou indiscutível lei,
Existindo sempre uma ordem, e em primeiro lugar, sempre eu...

Aprendi a lidar com números, quando me apareceram os números fictícios.


@MicroTec

Eu aprendi uma coisa!

Que o amor acaba, mas a fome não...

“Há forças que poucos entendem,
mas eu aprendi a respeitar o que
não se explica. Alguns têm corpo
de gente, mas alma vazia.”

Onde muitos se perderam eu aprendi a viver sozinho .

PARECE O ÚLTIMO DIA

(por Felipe Mateus Alessi)

Hoje parece o último dia,
mas aprendi que o fim é só o início visto por dentro.
Acordo não para amar alguém,
mas para ser amor — o que resta quando tudo parte.
Ser descomunal não é fazer o bem sempre,
é fazer o bem mesmo quando o bem não volta.
E suportar a dor sem torná-la bandeira.

Quando a prisão é a mente,
não se escapa — se observa.
O vazio é só a casa antes da mobília nova.
Colorir a mente não é negar a sombra,
é permitir que o escuro prove o valor da luz.
A felicidade não se escolhe — se compreende.

Será que dei o melhor de mim?
Talvez dei o que pude.
O resto era defesa, medo de ser comum.
Poderia ter sido diferente,
mas só quem aceita mudar continua sendo.

Ganhar e perder —
os dois mentem, se vistos com pressa.
A vida não é uma disputa,
é um ritmo que se aprende ao tropeçar.

Chuto o balde e descubro:
ele estava vazio porque esperava que o mundo o enchesse.
Hoje sei: o destino não é lugar, é presença.
O futuro não é sonho — é direção.
E até a tristeza é um convite para renascer.

Quis não precisar de ninguém,
mas o universo se revela nas relações.
Somos peças de um mesmo organismo,
ninguém evolui sozinho.
Amo porque preciso —
e preciso porque amo.

Teimoso? Convicto?
Sou ambos.
Há dentro de mim um grito que recusa a mediocridade,
mas agora sei: ser extraordinário
é aceitar a própria humanidade sem máscaras.
Não fui escolhido — escolhi permanecer desperto.

Perder ainda me dói,
mas entendo que a vitória não é o resultado:
é a consciência que fica depois do erro.

Deus ainda me habita,
não como consolo, mas como espelho.
A música me equaliza,
porque traduz o indizível —
a vibração entre fé e carne,
entre lágrima e perdão.

Deus meu, meu Deus:
não preciso que me faças vencer,
basta que me mantenhas inteiro.
O livre-arbítrio é o templo do amor —
não a posse, mas a permissão.
E se desejo uma mulher,
que seja para encontrá-la livre, não para tê-la.

Amar é sentir medo e não fugir.
É cair e continuar vendo beleza no chão.
Nenhum tempo é melhor gasto
do que aquele em que aprendemos a cuidar —
mesmo sem retorno.

Escolho sentir, sim,
mas agora sei que o sentir também me escolhe.
Às vezes me destruo, às vezes me integro,
mas já não chuto o balde com raiva:
coloco nele a água que sobrou
e lavo meu rosto para recomeçar.

Às vezes, mudo a forma de agir com algumas pessoas, não para dar uma lição nelas, mas porque aprendi a minha!

Se há algo que aprendi contigo, é que o amor verdadeiro não exige presença, ele apenas existe. Não se quebra, não se cansa, só muda de forma para continuar vivendo. E se o destino ouvir o que digo agora, que ele saiba "Não quero voltar no tempo, quero apenas continuar".

Camaleão

Aprendi a vestir silêncios
pra não ferir o ar
Me tornei reflexo dos outros
pra não deixar de estar

Troquei de cor tantas vezes
que esqueci o tom da minha pele
Toda verdade desbotada
só pra caber no que me repele

E quando a noite me despinta
fico cru no que me restou
Sou um rascunho que respira
do que um dia já fui... ou sou

Não há nome pra quem muda
pra sobreviver em paz
Entre o que sente e o que mostra
quantos eus cabem atrás?

Sou disfarce em carne viva
eco de tudo que ouvi
As vozes que um dia calaram
ainda cantam dentro de mim

Talvez o amor me encontre
quando eu parar de me esconder
Ou talvez o mundo aprenda
a me enxergar sem me prender

Não há nome pra quem muda
nem espelho que traduza o que faz
Mas se a cor que eu tenho é nenhuma
então talvez... eu seja a paz

Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi⁠.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.

⁠Eu aprendi a apreciar
O intervalo entre uma dor e outra e chamá-lo de vida.

Aprendi a lidar com a minha escuridão e a evidenciar meu brilho.
Pois dentro de mim, luz e trevas, coexistem.

De tanto sofrer, aprendi a renascer no abraço certo...

Demorou um pouco, mas um dia eu aprendi que não se deve guardar mágoas, nem rancores, e nem pensar em vingança.
Pessoas nos fazem mal, nos desejam mal e isso não vai mudar porque eu cheguei a conclusão que a vida é mesmo assim... Pessoas más devem existir para que pessoas boas também existam e se distinguirem delas.
E Deus deixa que essas pessoas estejam entre nós, não para serem testadas, mas sim, para nos testarmos em relação a elas.
É por isso, que depois de ter passado por muitas coisas e por experiências vividas é que me levaram a essa conclusão.
Não devemos nos importar com esse tipo de pessoas, porque, também chegará o dia em que elas vão se dar conta que nada na vida delas mudou.
Enquanto elas perderam tanto tempo da vida tentando prejudicar quem estava levando a sua vida sem pensar em fazer mal algum a ninguém. Aí elas se darão conta do tempo que perderam e entenderão também que basta que elas tomem conta da sua própria vida. Só assim que as pessoas mudam.
Pra tudo tem seu tempo e as pessoas pagam o seu preço de serem como são.

Aprendi a ver o mundo por outras lentes, e aquelas lentes sujas que usava quebrei para nunca mas usar.

COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:

- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.

Aprendi com o inverno que me recolher às vezes é preciso.

Raízes invisíveis




Aprendi a caminhar
com um céu nublado por dentro,
sem pedir que o sol explicasse
por que não ficava.


Há encontros que não acontecem,
mas ensinam o corpo
a reconhecer profundidades.


Guardei o que não pôde ser dito
no mesmo lugar onde o vento guarda
o nome das coisas que toca
e nunca possui.


Não carrego ausência,
carrego espaço.
E nele crescem forças silenciosas,
raízes invisíveis
que me mantêm em pé
mesmo quando tudo parece distante.


Sigo.
Não porque esqueci,
mas porque viver
também é uma forma de amor.