Aprender Ler

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Nem todos conseguem ler uma linha de raciocínio. O medo de sair da escuridão é grande.
🕊

Deixando de ler, saber, ouvir e seguir o que me faz mal. Agora estou tentando ficar em paz e só me permito ser feliz.

Troque a embalagem pela casca. Menos rótulos para ler, mais natureza para comer.

⁠Posso ler a biografia de alguém, saber muito sobre essa pessoa; e ainda assim, permanecer sem conhecê-la. Do mesmo modo, posso conhecer a Bíblia e saber muito sobre o Deus descrito nela, em teoria. Porém, se nos faltar intimidade, então não poderei dizer que o conheço, e o mesmo ele não poderá dizer sobre mim.

Neste poema, minha menina, deixo escrita a verdade:
Se um dia você o ler, peço toda a sua atenção e sinceridade.
O que nunca tive coragem de te dizer cara a cara,
Hoje transformo em versos, pois a alma declara.
Sim, eu te amei não duvide, não negue, não tema.
Não foi por anos de história, mas por cada detalhe do teu poema.
Me apaixonei pelo teu jeito, teu sorriso, teu olhar,
Pelos pequenos pedaços de ti que aprendi a admirar.
Em tantas noites pedi a Deus, entre lágrimas a rolar,
Implorei que te trouxesse pra perto, que me deixasse te amar.
Nunca quis só teu corpo, algo simples e vazio,
Queria teu todo, teu mundo, teu abraço macio.
Orei aos céus, aos deuses que a imaginação desenhou,
Chorei até que a dor cansada em silêncio se calou.
Te esperei por mais tempo do que eu deveria,
Mas no dia 31 de dezembro, quando o ano termina, te deixo… finalmente, eu diria.
Guardarei um espaço enorme no meu coração,
Mesmo que você ocupe só um cantinho na escuridão.
Se um dia nos reencontrarmos e meu sorriso surgir,
Se meus olhos brilharem nos teus… estarei pronto pra te seguir.
Mas se décadas passarem e meu peito não balançar,
Se meu olhar não tremer ao ver o teu voltar,
Então morreu o que fomos, aquilo que um dia senti,
E ficará guardado no meu coração, adormecido ali.
Sinto falta do teus cabelos negros, dos teus olhos castanhos,
Da calma que eu encontrava só por te abraçar.
Sinto falta do calor do teu corpo junto ao meu,
Da paz que senti no primeiro olhar que se perdeu.
Mas se não és pra mim, eu aprendo a te soltar,
Te deixo livre pra viver, amar e voar.
Pois não quero tua tristeza, quero ver você sorrir…
E se não for comigo, mesmo assim vou te permitir.
Eu te amo, Lorena M. Monteiro S.
E deixo nesses versos tudo o que viveu em mim. ❤️💭

✍🏻Já li muitos livros 📚, mas o tempo me ensinou a ler gestos e intenções decifradas nos movimentos e nos olhos.
🕉️🔮♾️☸️💟❤️🩷🩵💙

Nos dias de hoje, ler boas notícias está se tornando uma verdadeira utopia; mais raro ainda é poder vê-las ou ouvi-las nos meios de comunicação. A narrativa predominante parece sempre alimentar o medo, o conflito e o desencanto, relegando ao silêncio as pequenas conquistas e os gestos que poderiam inspirar esperança. Nesse cenário, a ausência de boas notícias não significa que elas inexistam, mas sim que deixaram de ocupar o espaço que merecem na vida coletiva.

Ler, certamente acultura e nos ajuda a decodificar o mundo, mas, a viver, só se aprende mesmo vivendo. Ninguém amadurece a partir de livros.

E quem aprende a ler a vida por consequência — não por sensação — começa a perceber que muitas “alegrias” são avisos ignorados, e muitas “tristezas” são livramentos forçados.

Se você se orgulha de ler e estudar a Bíblia Sagrada, pegue o Antigo Testamento, rasgue, jogue no Lixo e taca Fogo nele, deixe somente o Novo Testamento inteiro.

A vida não avisa quando muda; ela simplesmente vira a página e espera que você aprenda a ler de novo.

Dedico minha vida a Deus, pois quando comecei a ler o seu livro, que minha incredulidade começou a caducar.

Ler é viver muitas vidas em uma só.
E viver muitas vidas é a forma mais bela de se tornar eterno.


Roberto Ikeda

Não adianta só orar, jejuar e ler as Escrituras, é preciso ter um relacionamento real com Jesus.

Ler um livro é viajar, é sonhar, é amar, é lar...

Para quem gosta de ler um bom livro nas mãos, tempo e distância são investimentos.

Leia de tudo, mas nunca deixe de ler o livro mais lido
do mundo -- a Bíblia.

Aprendendo a ler o clima




Eu nasci com o coração voltado para fora.
Desde cedo, o mundo me atravessava
antes de pedir permissão.


Havia uma casa cheia de ruídos
onde o afeto chegava por intervalos,
como sol entre nuvens densas.
Aprendi cedo a ler o clima,
a prever tempestades pelo tom da voz,
a crescer sem fazer barulho
e, ainda assim, crescer demais.


Havia uma presença vestida de silêncio,
sempre correta, sempre distante,
mesmo quando estava por perto.
E havia outra feita de excessos,
mudança de humor, controle e ausência de cuidado,
um campo minado de palavras
onde o amor surgia quando era conveniente.


E tive que aprender a prever todas as possibilidades


Quando a cidade ficou pequena demais,
o mar se aproximou.
Foi ali que algo em mim
finalmente respirou inteiro.


O oceano não exigia nada:
não pedia explicações,
não barganhava carinho.
Ele apenas vinha.
E voltava.
E vinha de novo.


Aprendi a deslizar
sobre aquilo que a maioria teme.
A cair sem perder a ternura,
a esperar a onda certa
sem endurecer o corpo nem a alma.


Sempre fui boa em aprender.
Corpo atento, mente curiosa,
mãos cheias de perguntas.
Movimento, dança, criação, pensamento.
Mas havia um espaço em mim
que nenhuma conquista preenchia.


Então achei que talvez
o sentido estivesse em doar.
E doei.
Ideias, tempo, cuidado, esperança.
Dei tanto que alguns confundiram
generosidade com disponibilidade infinita.
E eu, que só queria construir,
aprendi também a me decepcionar.


Veio o mundo em pausa.
O ar rarefeito.
As perdas sem ritual.
Os dias iguais demais.
E dentro de mim,
uma tristeza que não gritava,
mas permanecia.


Agora o planeta range.
Homens brincam de poder
como crianças com fósforos molhados de petróleo.
Falam de controle, de fronteiras, de números,
como se a vida coubesse em planilhas.
Decidem sobre corpos alheios
com a frieza de quem nunca escutou o próprio.


E eu só queria surfar.
Sentir o sol queimando os ombros,
o sal abrindo feridas boas,
o corpo cansado por motivos simples.
Trilhar mato, cozinhar para desconhecidos,
defender a terra com alegria
não por heroísmo,
mas por amor.


Às vezes me perco.
Busco estradas nas estrelas,
consolo na espiritualidade,
sinais onde talvez só haja vento.
Não sei ainda o caminho exato.


Mas sei isto:


Ainda agradeço.
Ainda sinto.
Ainda acredito que viver
não precisa ser uma guerra constante.


Carrego um coração mole
num tempo que celebra o endurecido.
E isso, hoje, é coragem.


Se o mundo insiste em ruir,
que eu permaneça sensível.
Se o futuro ameaça,
que eu responda com presença.


Porque enquanto houver mar,
corpos que dançam na chuva,
mãos que cuidam da terra
sem pedir aplauso,


há esperança suficiente
para atravessar a noite.


E se amar este mundo
é o que me cansa,
então aceito o cansaço.


Há exaustões
que são sinais claros
de que ainda estamos vivos.

Minha arte não é loucura, é uma linguagem que a sua lógica ainda não aprendeu a ler.

Admiro como consigo ler muitas situações.
Nem sempre a forma exata,
mas consigo interpretar o que se passa.
Buscando por compreender a situação e aprender com cada acontecimento.
Nem sempre é fácil lidar com a intensidade, mas sigo tentando lidar da melhor forma.