Aprendendo a Viver com os Erros
Palavras para que?
Nossas mãos falam
Nossos olhos se beijam
Nossas almas revelam o "todo" que nossos
próprios corpos des(conhecem) ...
“Quando você realmente ama alguma coisa, nunca tente conservá-la
do mesmo jeito para sempre. Precisa deixá-la livre para mudar.
Por mais difíceis que sejam as circunstâncias, adote sempre uma atitude positiva. Você sempre irá superá-las, se não desistir nem se entregar ao pessimismo. Se o desafio que tem a sua frente é difícil, viva-o como uma grande oportunidade; sirva-se desse conselho para ir além desse 'eu' atual e transforme-se em quem você pode vir ser amanhã.
Se não dissermos nada... Se simplesmente fingirmos...
— Não dá para fingir — disse Jace, objetivo. — Eu amo você, e vou amar até morrer, e se
houver vida depois disso, vou amar também.
Paciência para compreender, sensatez para ceder, confiança para crescer, carinho para envolver, safadeza para surpreender, diversão para entreter, sinceridade para crer, humildade para reconhecer, atitude para fazer, companheirismo para viver e respeito. É, talvez o respeito não mereça um único verbo, quer dizer, ele não merece. Ele simplesmente é a razão de todos aqueles outros verbos existirem, fazerem sentido e principalmente fazerem um relacionamento ser duradouro. Pensando bem, acho que o respeito não merece um verbo, mas sim um adjetivo. Respeito, necessário.
Mme. Magloire chamava o naturalmente de Vossa Alteza. Um dia, levantou-se da poltrona e foi à biblioteca procurar um livro que estava numa das prateleiras mais altas. Como o Bispo era de baixa estatura, não o alcançou. - Mme. Magloire - disse -, traga-me uma cadeira. Minha Alteza não chega àquela altura.
Enfeiticei você
Désolé
Eu sou bruxa, sim
Avec plaisir
O gato preto miou
Comment ça va?
A lua cheia brilhou
À belle soir
O telefone tocou
C'est toi, c'est toi, c'est toi
— Você é um idiota.
— Foi por isso que você não me ligou? Porque sou um idiota?
— Não. — Magnus caminhou em direção a ele. — Não liguei porque estou cansado de
você só me querer por perto quando precisa de alguma coisa. Estou cansado de assistir
enquanto você está apaixonado por outra pessoa... outra pessoa que, por acaso, nunca vai amá-
lo de volta. Não como eu amo.
— Você me ama?
— Seu Nephilim idiota — disse Magnus, pacientemente. — Por que outra razão eu estaria
aqui? Por que outra razão eu teria passado as últimas semanas consertando seus amigos
imbecis cada vez que se machucam? E o tirando de cada situação ridícula em que se mete?
Sem falar em estar te ajudando em uma batalha contra Valentim. E tudo de graça!
— Não tinha pensado por esse lado — admitiu Alec.
— Claro que não. Você nunca pensou por lado nenhum. — Os olhos felinos de Magnus
brilharam com raiva. — Tenho setecentos anos de idade, Alexander. Sei quando alguma coisa
não vai funcionar. Você sequer admite para os seus pais que eu existo.
Alec o encarou.
— Você tem setecentos anos?
— Bem — corrigiu-se Magnus —, oitocentos. Mas não aparento.
Escuto mais de perto.
Às vezes não tem ninguém em volta para mandar você ficar quieto...
Às vezes você precisa ficar em silêncio quando está completamente sozinho. Como eu, agora, neste instante. Shh!
Tem mulher por aí cuspindo carentice (carencia + chatice) o problema é que estão nomeando "isso" de intensidade.
Nem ao certo sabem o que é ser intensa,mas está na moda então da-lhe rótulo!
O que assusta? Tem gente que aplaude...
