Aprendendo a Viver com os Erros
“Cada mulher carrega dentro de si uma loba selvagem; bela, feminina e ardente; ainda que escondida ou disfarçada sob os mais diferentes papéis que ela representa. Em torno desse indomável ser o universo conspira”. (Fragmentos do Mentor Virtual)
Eu digo seu nome em todas as minhas orações. Se há algum outro jeito de provar o quanto te amo, juro que não conheço.
O mundano nunca chora em segredo sobre o esfriamento de seu coração ou atos de incredulidade. Os “gemidos” ou os “suspiros” são a prova da vida espiritual, o caminhar atrás da santidade, a fome e sede de justiça.
O verdadeiro amor é intensamente prático: não considera vil qualquer empreendimento, nem julga humilhante qualquer tarefa, sempre que pode aliviar os sofrimentos de algum irmão em Cristo. Quando o Senhor do amor esteve na face da terra, os seus pensamentos se voltaram para a fome física das multidões e para o conforto dos pés de seus discípulos!
Nenhum pecador jamais foi salvo por entregar seu coração a Deus. Não somos salvos por nossa entrega, somos salvos pelo que Deus entregou.
Aqui jaz mais uma "Flor", machucada, esquartejada, dilacerada, despetalada... É bem me quer ou mau me quer?
A melhor sensação de liberdade é quando você vê que a vida é muito melhor sem aquela pessoa que você pensava que não ia conseguir viver sem.
Nossas vidas não são nossas. Desde o útero até ao túmulo, somos ligados a outra pessoa. No passado e no presente. E com cada crime e cada boa ação fazemos renascer o futuro.
“... O cristão é cidadão do céu e admite que a sua lealdade prioritária é a essa cidadania; mas pode amar a sua pátria terrena com a intensidade de dedicação que levou John Knox a orar: ‘Ó Deus, dá-me a Escócia, ou morro’.”
