Apoiar nossas Loucuras
Na memórias nossas histórias, nos lembram fábulas sedutoras, fictícias, delirantes.Bons tempos aqueles da infância entre as estórias e o sono.
Jesus não veio pra tratar nossas necessidades externas, pois essas, Ele mesmo garantiu que venceríamos.
Por não sabermos pedir, não conseguimos entender.
Os ventos e tempestades que Ele veio pra acalmar, estão dentro de nós, são conflitos internos, egoísmo, inveja, cobiça, desejos para esse mundo,pois da mesmo forma que o Reino esta dentro de nós, o que o impede também!!
Os altos e baixos do dia-a-dia nos obrigam a corrigir nossas rotas constantemente, nos cobram atenção e vigília perante os princípios de vida adotados.
Quando alimentamos nossas emoções e sentimentos com palavras, devemos filtrá-las para que todas as impurezas de vocabulário não sejam maléficas aos nossos corações.
Enfrentar desafios, conscientes de nossas limitações, nos fortalece na busca pela superação e nos protege dos perigos que desconhecemos.
A concentração nas forças positivas de nossas ações no presente pode determinar o quanto nos dirão que temos de sorte no futuro.
A tentativa de encontrarmos vias para nos colocarmos no comando de nossas atividades psicológicas é um desafio dinâmico que depende incondicionalmente da nossa coragem e atitudes positivas.
Concluir com louvor os projetos, atribuições, desafios e sonhos de nossas vidas, nos faz experimentar situações de vitória, capacidade de progresso, e possibilidades de aperfeiçoamento.
O esforço de compreender nossas frustrações pode ser útil para despertar nossos olhares em direção às nossas realizações e correções de trajetória.
Os excessos que trazemos para nossas vidas nos curvam a ponto de perdermos nossa liberdade e potencialidade de vivermos amplamente. Com eles, nos tornamos lentos transportadores de inutilidades, somos condenados à mesmice e consequentemente perdemos oportunidades de evolução humana.
As chegadas e partidas são constantes em nossas vidas, por isso, é necessário que saibamos que estando ao lado de Deus, as chegadas são de bênçãos para nossa aproximação do sagrado e as partidas são dos males que nos arrodeiam.
Quando nossas virtudes são desperdiçadas numerosas vezes diante de tentações fúteis, nos sobram como consequência os males derivados dos vícios.
Sem pessoas benfeitoras ao nosso redor, as nossas impossibilidades se agigantam, nossos medos afloram e consequentemente ficamos expostos ao sofrimento, à fraqueza e aos ataques maldosos.
Identificar as diversas formas que a felicidade espontaneamente se apresenta em nossas vidas, nos liberta da sensação de escravidão que, às vezes, sentimos quando nos exploramos na tentativa de atraí-la para perto de nós.
A sabedoria de admitir nossas dúvidas potencializa nossa interação com mentores dispostos a nos ensinar.
O fato de duvidarmos de nós mesmos é um privilégio que nos faz refletir sobre nossas limitações e possibilidades, instiga-nos a procurar soluções oportunas para o suprimento de nossas necessidades.
Facilitamos nossas vidas quando nossas intenções e ações benéficas se concretizam proporcionando o devido atendimento às necessidades coletivas.
