Apesar da Magoa Sinto sua falta
Ser presença é o maior presente — mas quando um presente transmite amor, ele também se torna inesquecível.
Mães virtuosas com seu amor incondicional e seus grandes ensinamentos participam do amadurecimento, da evolução e do crescimento pessoal e profissional dos seus filhos.
Mães virtuosas corrigem, orientam e educam, mas aceitam as opiniões divergentes dos seus filhos, pois entendem que as pessoas não são iguais, ou seja, cada pessoa é única com suas particularidades.
Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.
Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.
Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.
Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.
Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.
E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.
O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.
O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.
Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.
Há uma tendência perigosa de minimizar certos atos sob o argumento de que são simbólicos ou inofensivos. Pintar uma estátua pública com batom, por exemplo, pode parecer um gesto pequeno, quase irrelevante à primeira vista. No entanto, a lei brasileira é clara: intervir na integridade de um monumento público, ainda que de forma aparentemente leve, configura infração.
Não se trata de exagero jurídico, mas de um princípio básico de convivência social: o respeito ao patrimônio coletivo. A legislação enquadra esse tipo de conduta como ato de conspurcação, sujeito a pena de detenção e multa. Quando o bem atingido possui valor histórico, a gravidade aumenta, e com razão.
É preciso reconhecer que manifestações e críticas têm espaço legítimo em uma sociedade democrática. Mas há uma linha clara entre expressão e degradação do que é público. Ultrapassá-la não fortalece causas; ao contrário, pode fragilizá-las ao deslocar o debate para o campo da ilegalidade.
Em tempos de tensão social e discursos intensos, vale lembrar: nem todo gesto simbólico é juridicamente neutro, e nem toda intenção justifica o meio escolhido.
É difícil ignorar o sentimento de que, em certos aspectos, a sociedade caminha para trás quando deveria avançar. Ganha força, e com razão, a mobilização em defesa dos animais e contra qualquer forma de crueldade. Trata-se de uma pauta legítima e necessária. No entanto, essa sensibilidade seletiva suscita um questionamento inevitável: onde se insere, nesse debate, a proteção à vida humana?
Evidentemente, não se trata de estabelecer uma hierarquia simplista entre causas, nem de negar a importância do bem-estar animal. Mas há quem veja com preocupação a naturalização de decisões que envolvem a interrupção da gestação, interpretando-as como um sinal de desvalorização da vida em suas fases mais iniciais. Para esses críticos, o tema exige mais reflexão ética e menos soluções apressadas.
Sob essa ótica, o problema central não reside apenas nas escolhas individuais, mas na ausência de políticas públicas robustas que ofereçam apoio real a mulheres em situação de vulnerabilidade. Em vez de respostas que se limitem ao ato final, seria mais responsável investir em educação, acolhimento, assistência social e acesso à saúde, medidas capazes de ampliar alternativas e reduzir dilemas extremos.
Em um cenário ideal, o compromisso coletivo deveria ser com a dignidade em todas as suas formas: proteger os animais, sim, mas também assegurar que nenhuma pessoa seja deixada sem orientação, suporte ou perspectiva. Afinal, uma sociedade verdadeiramente progressista não escolhe quais vidas merecem atenção, ela se empenha em cuidar de todas.
Na vida, não há indivíduos insubstituíveis nem relações que se sustentem apenas na ideia de exclusividade. Por mais significativo que alguém possa ser para outra pessoa, a ausência de respeito mina qualquer possibilidade de convivência saudável e duradoura. Relações não se mantêm por apego cego, mas por reciprocidade e dignidade.
É ilusório, para não dizer ingênuo, acreditar-se acima dessa lógica. Quem se julga indispensável revela, na verdade, uma compreensão limitada das dinâmicas humanas e do valor essencial do respeito mútuo.
Há um discurso recorrente que se apresenta como defensor da democracia, mas que, para muitos críticos, encobre práticas de concentração de poder e limitação de liberdades. Sob essa ótica, o que se vende como ampliação de direitos pode, na prática, resultar em maior controle sobre a sociedade, com decisões centralizadas e pouca margem para divergência.
Nesse contexto, argumenta-se que diferentes setores da sociedade teriam sido gradualmente influenciados: a educação, por meio da formação de narrativas específicas; as camadas mais vulneráveis, por políticas que, embora necessárias, também podem gerar dependência; e o debate público, por mecanismos que restringem vozes dissidentes. A recente discussão sobre regulação e limites no ambiente digital intensifica essa percepção, levantando questionamentos sobre os limites entre organização do espaço público e cerceamento da liberdade de expressão.
Para os que defendem essa leitura, a ausência de reação mais ampla estaria ligada aos benefícios obtidos por grupos que se adaptam ou prosperam dentro desse modelo. Ainda assim, o calendário eleitoral surge como um momento decisivo: é quando a sociedade tem a oportunidade de reavaliar seus representantes e redefinir os rumos do país por meio do voto, instrumento central de qualquer sistema democrático.
Enquanto o poder público mantém práticas de gasto que levantam questionamentos sobre prioridade e responsabilidade, parcelas significativas da população seguem enfrentando a fome e a insegurança cotidiana. A sensação de abandono se agrava quando cresce a percepção de que os mecanismos institucionais, que deveriam assegurar equilíbrio e justiça, nem sempre respondem de forma transparente ou acessível ao cidadão comum.
Nesse cenário, instala-se um desalento coletivo: muitos passam a acreditar que as normas e estruturas legais, em vez de atuarem como instrumentos de proteção social, acabam sendo utilizadas para encobrir práticas questionáveis dentro de determinados grupos políticos. A discussão sobre o que é moral ou justo parece perder espaço para disputas de interesse, nas quais a vontade de poucos se sobrepõe às necessidades da maioria.
Dizer que a justiça é “cega” deveria significar imparcialidade. No entanto, para parte da sociedade, essa imagem já não traduz a realidade percebida. O que se observa, segundo essa visão crítica, é um sistema que enxerga, e responde, a interesses específicos, o que compromete sua credibilidade e aprofunda a distância entre instituições e população.
Cresce, em diferentes setores da sociedade, um sentimento de descrença em relação ao futuro da justiça no Brasil. A percepção de que nomeações e composições institucionais possam ser influenciadas por critérios políticos, e não estritamente técnicos ou legais, alimenta dúvidas sobre a imparcialidade de decisões que deveriam se pautar exclusivamente pelo cumprimento da lei.
Nesse contexto, ganha força a crítica de que vínculos pessoais e redes de proximidade acabam pesando mais do que o interesse público. Para muitos, instala-se a impressão de que a lógica da conveniência substitui a da justiça, como se a prioridade fosse preservar alianças em vez de assegurar equidade.
Se já há, hoje, questionamentos sobre a capacidade de identificar e corrigir irregularidades em determinados círculos, o receio é que, uma vez investidos de maior autoridade, esses mesmos atores reforcem práticas que fragilizam ainda mais a credibilidade do sistema. Assim, a ideia de uma justiça verdadeiramente “cega”, no sentido de imparcial, corre o risco de se tornar apenas retórica, distante da experiência concreta vivida por grande parte da população.
Enquanto uns
inventam cursos para homens
enfraquecidos e etc e tal...
e outros
se ocupam em apoiar
ou criticar tais invenções...
eu, no meu canto, permaneço,
observando e refletindo.
E, nesse silêncio que me acompanha,
recordo um episódio antigo,
daqueles que o tempo não apaga,
porque certas palavras não envelhecem…
elas permanecem.
Em um grupo de escritores, poetas
e pensadores,
alguém, certo de sua própria lucidez,
aconselhou-me a fazer um curso
para aprender a escrever poesia.
Lembro-me com nitidez.
Há frases que não passam,
ecoam.
Minha resposta foi simples, direta,
como sempre procurei ser:
A poesia, desde sempre,
brota do meu âmago.
Não a busco, ela me atravessa.
Poesia se sente.
Poeta se nasce.
Pode-se estudar técnica, forma, estrutura,
pode-se aprender a organizar palavras,
a dominar ritmos e estilos…
mas há algo, esse algo essencial,
que não se ensina.
É o que separa
o ser
do aparentar ser.
E assim também é o humano,
um homem de princípios,
uma mulher de valores,
não se constroem em cursos rápidos,
nem em fórmulas prontas.
Nascem, sim,
mas sobretudo se desenvolvem
no seio das relações,
no convívio, no exemplo,
no tecido invisível da educação cotidiana.
O que realmente falta,
e disso pouco se fala,
não são métodos para "corrigir"
ou "melhorar" identidades,
mas sim, educação humana.
Educação para o respeito.
Para a escuta.
Para a diferença.
O resto…
é puro ruído tentando se vender
como solução.
Uma confusão de ideias
que confundem ainda mais
o que anda confuso.
✍@MiriamDaCosta
Muitos carecem de lavar
suas roupas sujas
e até encardidas
em águas limpas e cristalinas...
para depois estendê-las
no varal sob o sol
e aos cuidados do vento...
Não é sobre roupas!
Há quem carregue tecidos
manchados de dentro,
impregnados de silêncios
mal lavados,
de culpas acumuladas
nas dobras do tempo.
Carecem de mergulho,
não em qualquer água,
mas naquelas raras,
límpidas o bastante
para não negociar com a sujeira.
É preciso esfregar as fibras da alma,
retirar o que já endureceu como hábito,
o que já se confunde com a própria pele.
Depois, sim,
estender ao mundo,
sem esconder nas sombras,
e permitir que o sol revele,
que o vento atravesse,
que o tempo termine
o que a coragem começou.
Porque há manchas
que não saem no escuro.
E não,
nunca foi sobre roupas...
✍@MiriamDaCosta
As pessoas más te chamam de louco, de gordo ou de gay não porque você é assim. Elas têm inveja é do seu sorriso em seu rosto no momento.
"Se Deus tirasse todas as Suas bênçãos e deixasse apenas a Si mesmo, Ele seria o suficiente?". A vida cristã não é sobre realizar sonhos para Deus, mas sobre encontrar em Deus a realização de todos os anseios.
A mudança é fruto da identidade, não a causa dela.
Se você tentar mudar para causar uma nova identidade, você será um escravo do próprio desempenho. Se você mudar como fruto da sua identidade em Cristo, você será um adorador livre.
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