Apesar da Magoa Sinto sua falta

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⁠A falta de ciúme é um veneno altamente nocivo.

Às vezes perdemos tudo porque, por falta de humildade, não recuamos na hora certa.
Recuar na hora certa é fortalecimento e não covardia.

Tomar um medicamento para equilibrar a serotonina não é falta de confiança no Criador, da mesma forma que tomar um remédio para pressão alta não é.

A vida morna, entediante, com a falta de entusiasmo e brilho nos olhos é a única morte que devemos temer.

mas mentiu, você sempre me amou e sempre vai me amar, você sente minha falta todos os dias, você lutou contra mim com seu ego porque talvez também não sabia como ser honesta comigo e me dizer que não se importava com mais nada ao nosso redor, que o que importava era segurar minha mão e andarmos juntos, seu ego se fortaleceu com a mágoa e a raiva que ficou de me ouvir mentir dizendo que não te amava, isso foi uma bomba de gasolina para seu ego, mas eu sempre te amei, eu prometi que te amaria para sempre e uma promessa não pode ser desfeita, eu sempre vou amar você.

Pula a janela
Visualiza
no buraco da agulha
o vestido das linhas
Vê no espelho
a falta vazia
de ausência e solidão
Sente o que contagia
Mergulha
receptivo e aberto
à utopia
e e a razão brilha bela
A carga se esvazia
e a alma, liberta,
pula a janela

Não existe sucesso duradouro onde falta sentido.

Não confunda cansaço com falta de propósito.

Vazio da tua falta


Vastidão dos mares
Distância dos nossos encontros
Intensidade onde busco navegar
Nas sensações das tuas maresias
Cada movimento é um pulsar da nosso caos fascinante
Somos conexões de um amar voraz.

“A Tirania do Ausente”



Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos. Esta sentença é diagnóstico impiedoso de uma humanidade doente de ingratidão e cega para a própria abundância.

Observe o homem moderno: possui teto, mesa farta, afetos que o cercam, saúde que o sustenta. Mas toda sua atenção está voltada para aquilo que não tem o cargo que não alcançou,

o reconhecimento que não recebeu, o amor que não conquistou, o dinheiro que não acumulou. Caminha sobre tapete de bênçãos sem olhar para baixo, com os olhos fixos no horizonte inalcançável das coisas ausentes.

Schopenhauer tinha razão: somos criaturas da falta perpétua. Não importa quanto possuamos o desejo já está correndo atrás do próximo objeto. Conseguimos o emprego sonhado e imediatamente queremos a promoção. Conquistamos o amor desejado e já olhamos para o que falta nele. Alcançamos a meta e sentimos vazio, porque a meta era apenas desculpa para não apreciar o caminho.

É perversão ontológica: transformamos presença em invisibilidade e ausência em obsessão. O filho saudável que brinca na sala é ignorado enquanto nos torturamos pelo filho que não tivemos.

A comida no prato é engolida sem sabor enquanto invejamos o banquete do vizinho. O presente que temos é desvalorizado pela promessa do futuro que talvez nunca chegue.

E quando finalmente conseguimos aquilo que faltava? Quando o pouco ausente se torna muito presente? Não gozamos. Não celebramos. Apenas deslocamos a falta para outro lugar. Porque não é a coisa que queremos é o querer que viciou nossa alma. Não é a conquista que buscamos é a angústia da busca que nos define.

Epicuro alertou há dois mil anos: aprende a viver com pouco e descobrirás que tens muito. Mas nós, surdos à sabedoria antiga, fazemos o oposto. Temos muito e vivemos como se tivéssemos pouco. Possuímos abundância e sentimos escassez. Somos ricos que vivem na mentalidade da pobreza não de bens, mas de gratidão.

Esta é cobrança que precisa ser feita: você, que reclama do pouco que falta, já agradeceu hoje pelo muito que tens? Você, que sofre pela promoção que não veio, já celebrou o emprego que possui enquanto milhões estão desempregados? Você, que chora pelo amor que terminou, já honrou os que permanecem ao seu lado? Você, que lamenta o que perdeu, já reconheceu o que nunca te foi tirado?

A ingratidão é forma sofisticada de cegueira. Não vemos o que está presente porque nossa visão está intoxicada pelo ausente. É como passar a vida procurando óculos que estão no próprio rosto enquanto procuramos, não enxergamos nada do que está diante de nós.

Marco Aurélio escrevia para si mesmo: “Quando acordares de manhã, pensa no privilégio que tens de estar vivo de respirar, de pensar, de apreciar, de amar.” Mas quantos de nós acordamos pensando nisto? Acordamos já contabilizando faltas, já lamentando ausências, já construindo listas de insatisfações.

Jesus disse: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã.” Mas vivemos perpetuamente inquietos não pelo amanhã apenas, mas por tudo que não temos hoje. Transformamos o presente em sala de espera angustiada pelo futuro. E quando o futuro chega, já estamos olhando para o próximo, numa fuga perpétua do agora.

Existe crueldade nesta escolha porque é escolha. Ninguém nos obriga a sofrer pelo pouco que falta. Escolhemos focar no vazio em vez da plenitude. Escolhemos a ferida pequena em vez da saúde ampla. Escolhemos a sombra fina em vez da luz abundante.

E o mais trágico: este sofrimento autoinfligido não produz nada. Não nos torna melhores. Não melhora nossa situação. Apenas consome a vida que temos enquanto esperamos pela vida que imaginamos merecer. Morremos de sede ao lado do poço, reclamando que não é oceano.

A vida te deu saúde? Agradeça antes de lamentar a beleza que não tens. Te deu família? Celebra antes de chorar pelos que partiram. Te deu trabalho? Honra antes de invejar o trabalho alheio. Te deu hoje? Vive antes de angustiar-te pelo amanhã.

Porque aquilo que tens hoje este corpo que respira, esta mente que pensa, estes olhos que leem estas palavras é exatamente aquilo que alguém que já partiu daria tudo para ter novamente. Tua vida comum é milagre impossível para os que jazem sob a terra.

Então para. Olha ao redor. Conta. Enumera. Lista tudo que tens antes de lamentar o que falta. E descobrirás verdade constrangedora: tens mais do que mereces, mais do que precisas, mais do que percebes.

Sofremos muito com o pouco que nos falta porque escolhemos sofrer. Gozamos pouco o muito que temos porque escolhemos não gozar. E um dia, quando tudo isso que ignoramos hoje nos for tirado, finalmente entenderemos tarde demais que éramos ricos e vivíamos como mendigos.

A cobrança é simples: para de reclamar e começa a agradecer. Para de contar faltas e começa a reconhecer presenças. Para de viver no exílio do que poderia ser e habita a plenitude do que é.

Porque a vida não te deve nada. Mas tu deves à vida o reconhecimento de tudo que ela já te deu.

A falta de amor é a pior pobreza pois fere a sim mesmo,e por ferir a si mesmo fere o mundo.

Cansei-me, não do vento que arrastava-me em meus dias de folha seca, mas da falta de domínio. Decidi onde e quando deixar o vento conduzir-me.Quase sempre funciona.

Final rima com breu, solidão e partida
Rima com falta de abraço e também com despedida
Final rima com ternura que deixou de existir
Rima com planos desfeitos e com chão a se abrir
Final rima com vazio que aperta, que dá nó
E rima com o antigo "nós" que agora ficou só.

A falta de equilíbrio nas relações é, muitas vezes, um medo profundo da liberdade

"A maior tolice é buscar no outro o que nos falta; a verdadeira sabedoria é encontrar no outro o espelho do que somos."

⁠A experiência ajuda a responder com o silêncio as perguntas que já foram respondidas. A falta de segurança está em quem pergunta repetidamente sobre o mesmo assunto e nunca em quem já respondeu.

⁠Não é falta de fé. Sabemos que Deus está sempre conosco. Mas as coisas são programadas para acontecer. E num dia vão surgir sorrisos, noutros lágrimas. Ambos passam. A diferença está na proporção que você permite durar ou te machucar. Deixe o sorriso durar mais, mesmo que o motivo tenha passado. Deixe de sentir a dor, mesmo que ainda esteja doendo.

Nem tudo que vai embora faz falta.
Às vezes, faz bem.


– Jess.

O dinheiro não compra tudo, mas a falta dele pode complicar bastante as coisas. É um meio para ter mais liberdade e tranquilidade, mesmo que não seja a chave para a felicidade.

Sem Porto nem Colo

Demétrio Sena - Magé

Falta quem me atravesse com olhar fluente,
um silêncio cargueiro de boa palavra,
com a mente arejada; o coração sem nó;
uma lavra de sonhos e bons sentimentos...
Quem acolha o segredo insondável que trago,
saiba ver a minh'alma das fendas dos poros
ou no lago dos olhos castanhos e fundos,
onde ponho meu tempo de vida já gasta...
Pois perdi cada porto seguro em alguém,
cada colo que havia para me levar
muito além do cenário; do próprio momento...
E me falta sentir o sentido que faço
num abraço que tenha como ter meu mundo
como rio que segue pro seu oceano...
... ... ...

Respeite autorias. É lei