Apenas um Menino Diferente
Um homem tinha um casal de filhos. A menina se chamava BORA. E o menino, BILL.
Eles tinham que chegar rápido num determinado lugar. Estavam a pé!
O pai era rápido e deixava os filhos para trás. Até que ele parou, olhou para trás e disse: comé que é? BORA BILL!!!
🧙🏼♂️
Meu anjo sempre vai está lá.
Desde menino sempre sempre desejei estar próximo de um anjo
Na minha ingenuidade de criança nunca imaginaria que meu anjo da guarda me guiaria nos meus melhores sonhos e estaria lá de braços abertos me esperando.
Menino a nova Jerusalém e logo ali e está toda banhada de ouro cercadas de querubins
Me entristecia quando chegava tão perto dos portões e eles não se abriam
Nunca um só dia nas minhas orações desisti de estar ao menos um só vez Sempre desejei mal sabia que que minha alma não estava preparada para permanecer na Cidade santa
Ao longo das minhas jornadas andei pelo vale da sombra da morte sem entender que um anjo sempre me acompanhava
A juventude ia avançando até que encontrei e andei pelas ruas banhadas e adornadas de ouro mais nunca me aproximei de um espírito celestial
Cristo vive em meu coração e vi uma multidão de anjos louvando o cântico dos cânticos.
Só hoje eu sei onde os anjos estão e como puder me afastar
Nessa madrugada Deus me mostrou que os meus olhos sempre viram mais a fraqueza espiritual me chegou
Anjo eu sei onde te encontrar
Anjo eu sei onde te encontrar
Anjo eu sei onde te encontrar
Glória glória glória glória glória
Osana nas alturas Osana Osana
Louvada seja o criador do universo.
05/11/2024
03:07
Essa noite – de ventania – sonhei um sonho tão gratificante. Era um menino de 14 anos e uma menina de 13 que corriam um atrás do outro, se escondendo atrás de árvores, e às gargalhadas, brincando. E eis que de repente eles param e mudos, graves, espantados se olham nos olhos: é que eles sabiam que um dia iriam amar.
Menino, Homem, Escritor
Assombrado pelo meu passado, lado a lado,
Lágrimas caem dos olhos, um coração aberto revelado.
Um menino dentro de um homem, simples assim,
A pressão do mundo, a maturidade precoce em mim.
Erros ecoam a cada dia, lembranças do que já se foi,
Cada momento perdido, cada escolha que não foi.
Esperam tanto de mim, uma responsabilidade pesada,
A criança querendo sair, a rebeldia calada.
Maturidade precoce, um pilar para todos ao redor,
Desmanchado, quebrado, cansado, um fardo de dor.
Mas quem liga, se não posso prover o suporte esperado?
A busca pela perfeição, um preço alto cobrado.
Neste poema ao vento, ao diário, me expresso,
Palavras sinceras, emoções que confesso.
A dor que sinto, tento transformar em arte,
Ser o maior escritor, com a alma a repartir em parte.
Meu orgulho pessoal, um trabalho profundo,
Real Pedro Henrique, no papel do mundo.
Peço desculpas a quem pude decepcionar,
Cada momento, palavra, foto a ecoar.
Ao futuro olho com esperança, um pilar melhor a ser,
Mesmo que a jornada seja difícil de entender.
Se um dia eu fraquejar, se não aguentar,
Muitos desmoronarão, um peso a carregar.
A poesia, minha voz, meu refúgio e clamor,
Expressão da alma, buscando o amor.
Assim, nesta jornada de dor e aprendizado,
Persistirei, autêntico, o caminho traçado.
Tem coisas que você não acredita que possa acontecer, como imaginar que um menino travesso possa envelhecer....
Nem por segundo abandono meus sentimentos - menino to maluka ja sou uma -mulher e vc um garoto, vc me enfeitiçou nao tem idade pra se amar ,mas tem idade nem pra se entregar,sou mais velha nunca vai rezultar, so vai piorar ADEUR PK???
EU SEI O QUE QUERO ....
SIMPLESMENTE VC AINDA NAO!!!!
O VELHO E O MENINO.
Autor : Soélis Sanches
Era manhã, começava o raiar de um novo dia, resolvi ir até à janela do apartamento, e, então, eu vi um menino correndo pela calçada todo sorridente, seus pezinhos e suas mãozinhas encardidos pelas sujeiras eram sinais de que há muito tempo não viam um sabonete e uma água.
No aglomerado de pessoas entre aqueles arranha-céus, uns passavam pelos outros e nem notavam que aquele pequeno personagem infantil era um de nossos semelhantes.
Suas roupinhas maltrapilhas deixavam à mostra parte de suas necessidades, e as pessoas que o viam correr pela calçada feliz da vida pouco se importavam.
Mais adiante vi também um senhor barbudo, suas vestes estavam tanto quanto sujas ao da pequenina criança que corria pela calçada. Estava eu, na janela de meu apartamento observando aqueles dois personagens, e não enxergava mais nada além daquelas figuras, não conseguia ver a multidão que transitava pela rua, meus olhos apenas vislumbravam o velho e a criança.
Fiquei imaginando como dois seres que nada tinham podiam ser tão felizes. Também vi quando o garotinho estendeu suas mãozinhas imundas, e pediu a um transeunte que lhe desse uma moeda. O homem abanou as mãos em atitude de reprovação, e ameaçou ainda, a jovem criança.
Da mesma forma, ao passar diante do velho barbudo e maltrapilho fez novamente ameaças ao ouvir o pedinte suplicar-lhe por uma moeda.
Meus olhos, por uns instantes se dirigiram à mesa que estava logo atrás de mim, e vi como o meu café da manhã era farto.
Resolvi colocar em uma sacola algumas fatias de pão com manteiga.
Na geladeira, servi-me de algumas frutas também, e decididamente, saí à rua para levar aquele pouco para o velho senhor e a pequenina criança.
Entreguei as frutas e as fatias de pão, ao velho e à criança, que avidamente se apoderaram e os devoraram com um apetite voraz.
Suas alegrias eram tantas que não sabiam como me agradecer.
Nunca em toda a minha vida me senti tão feliz e realizado como naquele momento.
Todo o meu interior era felicidade pura !
Voltei ao apartamento, troquei de roupas e dirigi-me ao trabalho com a minha moto. Começava a chover, e em uma determinada curva do caminho perdi o controle e fui me chocar contra um poste, foi a única coisa que me lembro na vida. O resgate chegou imediatamente, e levaram-me para o hospital onde fiquei em coma por vários dias.
Então, duas figuras apareceram-me em visão, o velho maltrapilho e a pequenina criança, que sorrindo me falaram :
“Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7:20).
Embora inconsciente, percebi que estava diante de DEUS, imediatamente recuperei-me dos traumas do acidente e chamei pelos médicos.
Ficaram perplexos ao notarem como eu havia me recuperado, já que meu estado de saúde era crítico. Passei por uma bateria de exames e nada constataram, e, sem o que terem para explicar, me deram alta hospitalar.
Então compreendi, que DEUS atua em nossa vida de uma forma que nós não conseguimos enxergar, as vendas que colocamos nos olhos, quais sejam : da ambição, do orgulho, do preconceito e do desprezo, não nos permite ver além da materialidade e das aparências.
Não espere que DEUS venha rotulado de terno e gravata para te abençoar, Ele, certamente, retornará da forma mais humilde que possa imaginar.
A humildade diante de DEUS se estende aos nossos atos perante às pessoas com as quais convivemos.
Você me deixa igual a um menino sem rumo que fica feliz ao oferecer a ele um doce e o enche de alegria, esse domínio me deixa a sorrir de alegria e de grandeza tu és a beleza e ternura que faz do meu dia, especial
Ralph Walter era um menino que estudava num mosteiro em Hamilton, localidade do Canadá, em 1954.Tinha então seus 14 anos, era órfão de pai e sua mãe estava gravemente doente internada num hospital em coma.
Ralph como muitos meninos nessa idade, tinha alterações hormonais muito grandes o que lhe colocava em grande confusões e o fazia ter um mal comportamento.Foi então que reitor do mosteiro como castigo obriga-o a entrar na equipe de atletismo de cross-coutry da escola .Conhece lá um padre que vislumbra no garoto muito potencial.Ralph ao correr percebe que é uma bomba-relógio prestes a explodir em grandeza, embora não faça a mínima idéia de onde essa grandeza se manifestará. O padre seu treinador cita durante uma conversa que sua mãe, em coma, não irá sobreviver sem um milagre. Então Ralph decide criar um, determinando-se a vencer a Maratona de Boston, uma das mais famosas do mundo.Passa a acreditar desesperadamente que poderá realizar o milagre que tirará sua mãe do coma.
O resto só pode ser comprovado pelas imagens desse filme que encontrei um cantinho de prateleira da locadora e que parecia lá abandonado e só esperando pra eu assisti-lo.Ele faz chorar e rir, exatamente como a vida faz conosco.ás vezes milagres não salva vidas, ás vezes milagres não são coisas grandiosas, ás vezes um milagre acontece e a gente nem percebe na hora.
“Por você eu viveria, por você eu acredito em milagres e colocaria todas as minhas forças para operar um...”
P.S. : O filme chama-se “Em busca de um milagre” em inglês “Saint Ralph”. A musica que toca no trailer é de Leonard Cohen e chama-se Hallelujah:
“Fiz meu melhor, não foi lá muito
Não podia sentir, aí tentei tocar
Disse a verdade, não vim te enganar.
E mesmo que tudo tenha dado errado
Me ponho ante o Senhor das canções
Com nada na língua além de Aleluia”
O DIA DAS CRIANÇAS E O MARTIM PESCADOR
Naquela manhã de doze de outubro, André, um menino de apenas seis anos de idade acordara cedo na esperança de receber logo o presente do Dia das Crianças. Ao passar pela pequena varanda, observa no alpendre a gaiola dependurada com o pássaro Martim Pescador, cujo brilho colorido e esverdeado nas asas, suspendendo em todos instantes a fina película que revestem o globo ocular com a presença do guri ao seu lado.
Inerte, o pássaro apenas acompanha os olhares do pequeno, transmitindo a tristeza no canto das talas do engradado. Logo, inquieto e curioso indaga:
- Hei! Amiguinho. Por qual motivo você está triste? Eu ainda não ouvir você cantar. Sabe. Hoje é um dia especial, é o dia das Crianças.
O passarinho levemente e sem pressa, mergulhado na melancolia suspende a sua plumagem verde-azulada, responde:
-Vejas! Eu estou aprisionado neste cubículo. Não posso viver, não posso cantar, não posso voar e muito menos pescar no riacho.
As palavras ditas com comoção invadem a alma de André, residente na localidade ruralista do segundo Distrito da cidade de Caxias, Estado do Maranhão, denominada de Sambaída. Instantes em que fala com um tom abreviado e candente.
-Amiguinho! Não fique triste. Aqui é seu lar. Nada, nada mesmo há de faltar pra você. Agora, abras as suas asas bonitas e solte o belo canto.
O Martim Pescador desanimado exclama:
-Como eu posso voar! Eu não me adaptei olhando o vazio nestas grades. Não enxergas que estou preso, e sem a minha liberdade? Eu nasci pra voar entre os vales dos rios e riachos.
Ininterrupto, o menino afirma tentando aviventar o passarinho.
-Mas o meu pai lhe trata muito bem. Aqui não falta nada pra você, além de está protegido dos predadores.
Com razão, o Martim Pescador induz com interrogação:
-Amiguinho! Você gostaria de ficar num cárcere, e depois, ficar olhando todos os dias o reflexo do sol pelas fendas de uma grade? Inclusive, sem poder passear pelos parques, bosques, ruas e não desfrutar das brincadeiras com os amigos? Vejas como eu me encontro tão isolado do meu mundo.
O garotinho ficou calado. E, várias gotículas escorregaram das pupilas castanhas na face, neutralizando a alma inocente do miúdo que não se conteve. A expressão caótica fizera a pequena criança compreender a razão e a luz enviada pelo pássaro no sentido da melancolia atravessada entre as talas da gaiola.
Momentos, André pressente a chegada do pai, surpreendendo com uma enorme caixa envolvida com papel de presente, perguntando:
-Pai! É o meu presente?
-Sim. Aqui está o seu presente pelo Dia das Crianças. É o presente que você sonhou. Qual é a razão de você está deprimido? O que aconteceu? Fale. Você não gostou do presente?
-Gostei pai. Só que eu quero fazer uma troca. O senhor aceita a minha proposta?
- Que proposta meu filho! O que você quer realmente trocar? Que troca é essa? Na verdade, eu não estou lhe entendendo, comprei o que você mais queria ganhar no dia de hoje.
-Pai. Dê esse presente para o Zezinho da tia Mundica. Ele não tem pai e nem mãe, e o dinheiro do coco da tia não dá pra compra um presente.
Insatisfeito com a indicação ofertada, o pai reclama.
-Isso não dá pra fazer. É um presente caro e me custou mais de seis diárias de serviço aos olhos do sol.
-Eu sei que custou caro. Mais o senhor pode fazer e cumprir o meu pedido. Trocando o presente pela liberdade do Martim Pescador. Tenho certeza que não vai custar nada abrir a gaiola. Retrucou o apucado guri tentando esclarecer.
Indignado ao ouvir a proposta, afirma:
-Isso eu não posso fazer. Você pede pra dá o presente pro Zezinho, e depois me pede pra soltar o Martin Pescador. Impossível.
-Solte papai! Solte o Martim Pescador! Ele é tão jovem pra ficar preso nesta gaiola. Que malfazejo ele fez pra não ter a sua liberdade. Solte! Insiste o menino.
-Ah filho! Depois resolveremos esse problema. Hoje é o seu dia e vamos deixar isso de lado. Passarinho é passarinho, aí fora já tem demais, e não fará falta um na gaiola.
O meninote ainda persiste, suplicando:
-Solte papai! Por favor! Pelo menos me faça hoje feliz já que é o meu dia. Deixe ele voar pelos céus e banhar no Riacho dos Cocos. É lá que ele mora.
-Não filho. Se eu soltar nunca mais eu vou ter um Martim Pescador. Eu adoro esse pássaro.
As lágrimas pela segunda vez se arrastam naquele semblante envolvido pela soltura do pássaro. E André esfrega os olhos com a mão direita lastimando.
-Pai! Veja como ele está triste. Não canta e não se alimenta. Olha! Eu prefiro vê a sua liberdade do que assistir todos os dias da minha vida a sua tristeza na gaiola. Solte! Ele vai viver mais feliz na natureza. Eu sei que outros presentes eu posso ganhar. Mas por favor, me dê este presente pelo o dia das Crianças.
Retraído, o pai do menino se afasta e vai ao encontro do Martim Pescador, abrindo a porta da gaiola. Momento, em que o passarinho voa pela casa, abrindo o seu belo canto e agradecendo o gesto humilde do pequeno amado.
Naquele mesmo dia, à tarde com o sol brilhante e o céu todo azulado. André se dirige ao Riacho dos Cocos. Em pé, observa a descida da correnteza quando surge o Martim Pescador fazendo lindas acrobacias no ar. Com a beleza das plumas esverdeadas, desce velozmente na direção do riacho na posição em que dorme o sol até desaparecer dos olhos do guri.
Inesperadamente, aponta o pássaro percorrendo o contorno do riacho com o mágico bico, e num único vôo rasante, mergulha e sobe com maestria carregando uma enorme traíra. Cujo feito, rebate e atordoa o peixe nas galhas secas tentando acalmar, e traçando com elogio, arremessa aos pés do garotinho. E diz:
-Boa tarde meu André! Eis o seu presente pela passagem do Dia das Crianças. É uma grande traíra. Pois, é tudo o que posso ofertar como um presente pelo bom menino que você é.
André ficou deslumbrado com tamanha gratidão do pássaro realizando transposições e sobrevoando com magníficas acrobacias. Em seguida, voou e pousou num galho de árvore seco ao lado do barranco do riacho e cantou.
Sorrindo, André acenou com a mão direita enquanto o Martim Pescador, o guardião do Riacho dos Cocos afirmava com felicidade o seguinte:
-Que a liberdade do pássaro é voar e a do homem é manter a boa relação e o equilíbrio com tudo o que há natureza.
fim
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O poeta aprendiz
Ele era um menino
Valente e caprino
Um pequeno infante
Sadio e grimpante.
Anos tinha dez
E asinhas nos pés
Com chumbo e bodoque
Era plic e ploc.
O olhar verde-gaio
Parecia um raio
Para tangerina
Pião ou menina.
Seu corpo moreno
Vivia correndo
Pulava no escuro
Não importa que muro
E caía exato
Como cai um gato.
No diabolô
Que bom jogador
Bilboquê então
Era plim e plão.
Saltava de anjo
Melhor que marmanjo
E dava o mergulho
Sem fazer barulho.
No fundo do mar
Sabia encontrar
Estrelas, ouriços
E até deixa-dissos.
Às vezes nadava
Um mundo de água
E não era menino
Por nada mofino
Sendo que uma vez
Embolou com três.
Sua coleção
De achados do chão
Abundava em conchas
Botões, coisas tronchas
Seixos, caramujos
Marulhantes, cujos
Colocava ao ouvido
Com ar entendido
Rolhas, espoletas
E malacachetas
Cacos coloridos
E bolas de vidro
E dez pelo menos
Camisas-de-vênus.
Em gude de bilha
Era maravilha
E em bola de meia
Jogando de meia –
Direita ou de ponta
Passava da conta
De tanto driblar.
Amava era amar.
Amava sua ama
Nos jogos de cama
Amava as criadas
Varrendo as escadas
Amava as gurias
Da rua, vadias
Amava suas primas
Levadas e opimas
Amava suas tias
De peles macias
Amava as artistas
Das cine-revistas
Amava a mulher
A mais não poder.
Por isso fazia
Seu grão de poesia
E achava bonita
A palavra escrita.
Por isso sofria.
Da melancolia
De sonhar o poeta
Que quem sabe um dia
Poderia ser.
Montevidéu, 02.11.1958
in Para viver um grande amor (crônicas e poemas)
in Poesia completa e prosa: "A lua de Montevidéu"
in Poesia completa e prosa: "Cancioneiro"
O poderoso saber
Uma vez um menino que sabia de tudo encontrou um menino que não sabia de nada.
O que sabia tudo começou a falar de todas as maravilhas do mundo: de como era a ciência mais complexa, de todos os cálculos incalculáveis, de todos os seres existentes desde os visíveis até os não visíveis, porém com tanta precisão, esqueceu de sonhar; se perdendo em sua magnitude forjada. O menino que não sabia nada o olhava com ar de curiosidade, como se aquele menino fosse um novo Deus. Como saber tudo de tudo? Ir além do impossível? O que eles não sabiam é que as coisas mais importantes não são explicáveis, as palavras não são o bastante para entendê-las. Não importa quão conhecimento alguém tenha, ele sempre será limitado por nós mesmo. Afinal o verdadeiro conhecimento é a sabedoria e não o poder. Portanto não existem fronteiras entre pessoas, somos sempre insignificantes perante a vida, a mercê de um futuro que se torna real a cada instante.
Deus é um menino malvado com uma lupa no sol, e eu sou a formiguinha que ele queima as anteninhas e me faz retorcer!
dois dois
É menino feito santo;
olha a luz dessa criança!
Escondido no seu pranto
um sorriso de esperança
Quando ouve o povo banto
entoar seu doce canto,
faz ciranda, grita e dança...
Todos os dias ao sair de casa, me sinto como um menino com um sonho;
Todos os dias quando volto, me sinto um homenzinho com novas realizações.
Porque um menino nos nasceu,
um filho nos foi dado,
e o governo está sobre os seus ombros.
E ele será chamado
Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso,
Pai Eterno, Príncipe da Paz.
5 coisas
Eu conheci um menino com jeito de homem
Ele me faz querer acordar ao seu lado, mesmo estando longe
Quando eu olho seu sorriso toda minha constante preocupação se some
Uma vez eu o ouvi falando palavras sem sentido em inglês em um Drive-Thru qualquer, lembro de ter pensado "como estou apaixonado"
Eu aprendi com você muitas coisas, aprendi que um jantar romântico pode ser um pastel com caldo de cana, aprendi que jogar uno é te ter por perto mesmo não tendo
Me preocupo em te perder e isso me faz trocar os pés pelas mãos
As vezes me sinto tão bobo de estar apaixonado, logo eu que pensava ser suficiente sozinho
As vezes só tenho vontade de cantar "o mozão"
Eu aprendi a te amar mesmo sendo um menino
Esse menino com jeito de homem
Fiquei de listar 5 coisas que me fazem te querer
1 - Você é mais forte do que pensa
2 - Seu jeito simples é sofisticado (e as vezes complexo)
3 - Você fica lindo até de moletom e touca
4 - Me faz querer ser uma pessoa melhor
5 - SUA CAPACIDADE DE ME DEIXAR FELIZ
Davi, obrigado por existir, independente de qualquer coisa você sempre será meu menino com jeito de homem
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