Apenas

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Não é difícil viver um amor verdadeiro,
basta apenas
ter um amor-próprio primeiro.

⁠A felicidade não pode nem deve nunca ser objetivo, mas apenas o resultado.

⁠No fundo, temos medo da certeza de que sejamos apenas desnecessários.

⁠É frequente contradizermos uma opinião quando, na realidade, apenas o tom com que foi exposta nos é antipático.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

“O que você busca no mundo é apenas um reflexo do que precisa despertar em seu coração.”

Os verdadeiros amigos são aqueles que estão ao seu lado em todos os momentos, não apenas nos de glória, mas também nos de dificuldade e necessidade. Eles são o reflexo do amor e do apoio incondicional.

Dizem que, quando não pescamos nada, o mar não está para peixe. Engana-se quem pensa que apenas arremessamos a isca e o anzol para fisgar algum peixe. Na maioria dos arremessos, a linha lançada ao mar está carregada de reflexões e pensamentos, e, no silêncio das ondas, eles vão se dissipando — não em busca de peixe, mas de paz interior. Reflexões silenciosas que só as ondas do mar 🌊 sabem conduzir.

Dia da Mulher:
Para mim o dia em si é apenas um lembrete para que possamos honrar nossa ancestralidade feminina sempre no intuito de resgatar o Sagrado Feminino que há em todas nós.
Saúdo a energia da Mãe Terra nossa fonte Criadora Feminina Maior e a mais importante de todas.
Honro as que vieram antes e que tiverem a coragem de sacrificarem-se no intuito de conquistarem mais direitos e dignidade.
Honro cada avó, cada mãe, cada irmã, cada filha, cada Ser lindo chamada Mulher que contribui para que possamos ser uma linda e grandiosa Roda de Mulheres nutridas de amor.
Amo cada mulher em meu caminho, sei que juntas possuímos a energia e a força necessária para honrar nossa Ancestralidade Feminina e receber este dia com o significado que ele merece.
Ahooooow

Da vida não quero muito, quero apenas ter a certeza que tentei tudo o que quis ser ou fazer. E que... tenho e tive tudo que posso ter.
Amo e amei tudo o que vale a pena amar.
E perdi apenas tudo o que no fundo nunca foi meu.
Sigo minha viagem, dando um passo de cada vez com a clareza que este é meu caminho!

⁠Deste espaço tempo não levo nada, apenas deixo pegadas no chão do meu solo Sagrado e as marcas de um dia vivido com amor!

Se você deseja amar, abandone as falas, as teorias, apenas mostre em suas ações que ama!

A zona de conforto é confortável aos olhos, mas estéril na essência: nada cresce, apenas morre. Não é zona de vida, é de morte.

A vida não nos dá apenas experiências; ela nos entrega lições, porque tudo o que se vive, se aprende, e tudo o que se aprende, nos transforma.

Tal donzela existirá?
Aquela por quem viverei mil vidas,
Apenas para tê-la para mim.
​E se mil vidas não forem o suficiente,
Esperarei até que o sol se apague,
Ou até que o próprio universo acabe.
​Talvez no pós-universo,
Onde não existirá matéria alguma,
Se eu ainda de algum modo existir...
Ainda estarei tentando conquistá-la.
​E se por acaso o tempo parar de fluir,
Não perderei tempo e buscarei você;
Na estática do agora ou no vazio do sempre,
Até a eternidade.

A minha ansiedade não é apenas um sentimento passageiro…
Ela é como uma sombra que me segue, mesmo nos dias mais claros.
Às vezes, não sei nem explicar o motivo, mas ela está lá —
como uma tempestade silenciosa, destruindo tudo dentro de mim.

Quem vive com ansiedade não enfrenta apenas o mundo ao redor, mas também o turbilhão que a própria mente cria. E ainda assim, levanta todos os dias fingindo controle, quando na verdade só tenta não desabar.

Eu gostaria que o tempo voltasse só por um instante, meu querido pai!
Apenas para sentir seu cheiro, escutar sua voz e te abraçar mais uma vez.
Era só mais uma vez, que eu queria, só mais um momento para guardar no coração.
A saudade que ficou é grande demais, para caber nas palavras.
Porque quando o amor é eterno, a ausência nunca deixa de doer.

A obra O Homem e seus Símbolos, de Carl Gustav Jung, não é apenas um estudo psicológico, é um chamado ao despertar da consciência. Jung nos ensina que o maior desconhecido do homem não é o universo exterior, mas o universo interior.

Vivemos em uma época que valoriza o que é visível, mensurável e racional. Contudo, Jung revela que a psique humana é tecida por símbolos imagens que brotam dos sonhos, dos mitos, das religiões e até das experiências cotidianas. O símbolo não é fantasia; é linguagem da alma. Ele expressa aquilo que a razão ainda não consegue traduzir.

O homem que perdeu o diálogo com o invisível:
Quando o ser humano deixa de prestar atenção aos seus sonhos, ele perde o diálogo com o inconsciente. E ao perder esse diálogo, torna-se fragmentado. Jung ensina que o inconsciente não é inimigo; ele é complementar.

Assim como o dia precisa da noite, a consciência precisa do inconsciente. Negar essa dimensão é como tentar viver apenas com metade da própria alma.
Quantas decisões tomamos sem saber por quê?

Quantas reações exageradas revelam feridas não reconhecidas?
Jung nos ensina que aquilo que ignoramos em nós ganha força. O que não é iluminado, governa.

A sombra: o mestre oculto:
Entre os ensinamentos mais profundos está o conceito da Sombra. A sombra não é maldade pura; é tudo aquilo que recusamos aceitar em nós. Medos, invejas, desejos, fragilidades.
O problema não é possuir sombra todo ser humano possui. O problema é projetá-la no mundo.

Quando acusamos o outro com intensidade desproporcional, muitas vezes estamos enxergando nele o que reprimimos em nós. A verdadeira transformação começa quando temos coragem de dizer:
“Isso também vive dentro de mim.”
Esse reconhecimento não nos diminui nos torna inteiros.

Individuação: tornar-se quem se é
Jung ensina que o objetivo da vida psíquica é a individuação: o processo de integrar todas as partes do ser. Não se trata de perfeição, mas de totalidade.

A individuação exige:
enfrentar a própria sombra,
reconhecer o feminino e o masculino interior,
dialogar com os símbolos da própria história.
É um caminho de maturidade espiritual.
É sair da superficialidade e assumir a responsabilidade pelo próprio crescimento.
O símbolo como caminho espiritual.

Mesmo sem propor religião, Jung abre uma dimensão profundamente espiritual. Ele mostra que o ser humano precisa de significado. Quando os símbolos religiosos são esvaziados, surgem substitutos: ideologias, fanatismos, idolatrias modernas.
O símbolo saudável eleva.
O símbolo inconsciente domina.
Por isso, o autoconhecimento não é luxo intelectual é necessidade ética.

“O Homem e seus Símbolos” nos ensina que a alma fala.
Ela fala nos sonhos.
Fala nas emoções intensas.
Fala nos conflitos repetidos.
Ignorá-la é adoecer.
Escutá-la é amadurecer.
A grande lição é simples e profunda:
O ser humano não é apenas aquilo que pensa ser. Ele é também aquilo que teme, deseja, reprime e sonha.

E talvez o ensinamento mais transformador seja este:
Quem aprende a dialogar com seus símbolos deixa de ser vítima do próprio inconsciente e passa a ser autor da própria história.

"Sou uma pessoa boa que tenta viver em paz, mas não sou pacifista e me sobram maldades, apenas escolho não usa-las, então não me tente."

Dificultar o processo não inviabiliza o resultado do propósito, apenas o adia.