Apenas
Jardim
Ando pela rua como se não tivesse pernas
Beijo um outro alguem sentindo apenas o vento
Minhas portas estão todas abertas
Mas estou com medo de entrar e me arrepender
Tenho medo do escuro
E de um dia olhar pra trás e sofrer
Vago por um mundo onde ninguem me vê
Onde existem apenas mestres
Não sei onde fica nem como vou
Só sei que vou...
... Porque é lá que encontro você!
serei apenas uma pessoa que não se pode reviver na simcustacia dessa longa vida... serei apenas um simples verso de amor.
Quando o hoje for para você
Apenas uma lembrança
Tenho certeza que o meu coração será só teu
Eternamente para a mais bela linda flor amarela
a saudade é uma parte da vida onde vocÊ não sabe,se fez o coisa certa ou errada,sabe-se apenas que se antregou a apenas uma só pessoa,mas não se sabe se ela entregou-se somente a ti.
Do ponto de vista concreto, um livro é apenas um monte de páginas agrupadas, com um monte de letras formando palavras e um monte de palavras formando frases.
Quando lemos um livro, esse monte de páginas com palavras agrupadas em frases, colocamos sobre ele componentes muito abstratos: a nossa compreensão, as nossas exepriências e a nossa visão do mundo.
Temos no final da leitura de um livro um resultado totalmente individual, como são todos os seres humanos: únicos.
Um livro, quando está sendo lido, não tem nada de concreto. Um livro é a forma mais simples, rápida e poderosa para nos levar às maiores distâncias em uma viagem única, que somente cada um de nós poderá fazer.
Como puderam definir o livro como um substantivo concreto?
Enquanto estes comigo e me respeite te dou até o universo, me decepcione que apenas te dou as costas!
“Apenas”
Amar...
...como se isto fosse inocentemente uma singularidade, uma divida com os sentimentos, garboso encontro da flor com o espinheiro.
Beijar...
...como se isto fosse singelo, não ardoroso, outras vezes vergonhoso, exatamente isto, o desejo declamado, indeciso, fogo sempre vivo.
Chorar...
...como se isto fosse plausível, honestamente a lágrima caída é um desperdício, é a poesia lírica de um suplício.
Desejar...
...como se isto fosse satisfatório, chamar sem vozes, árduo esculpir de pedras maciças, viajar sozinho, abraçar um retrato longínquo.
Esquecer...
...como se isto fosse melodioso, sangue insistente, dores freqüentes, impenitente, um segredo desbriado, alegria deixada de lado; amor diferente.
Queria ter o poder de escrever
escrever o que penso, o que sinto
Nao apenas reproduzir o B- A, BÁ
mas criar
Criar palavras que traduzem o amor
amor que sinto
amor que vivo
Criar palavras que descrevem a amizade
as boas amizades que tenho
Queria saber escrever
Escrever o sentimento
Descrever esse momento
É muito fácil ficar apaixonado por quem existe para nós apenas como bom papo, boa amizade, bom perfume, e boas coisas... Então, muitas vezes, o indivíduo “joga tudo pro alto” apenas para descobrir que amava uma projeção, uma vontade de amar, um amor pelo próprio amor, mas não um ser humano real; posto que para se amar alguém de verdade, tem-se que ficar exposto a tal pessoa de fato, e não apenas na hora das “guloseimas fraternas”.
Muitas vezes ouço as pessoas dizerem que querem um amor.
Penso: Não quer amor nada. Quer apenas um Pet para possuir e ser possuído. Afinal, quem ama não quer nunca um amor, pois pode amar a todos, indiscriminadamente. Quem quer um amor quer uma posse, quer um objeto, quer um domínio de propriedade humana
