Apanhar
Depois de tanto apanhar o leigo aprende a bater, ja o sábio, de tanto apanhar aprende que é possível vencer pelo cansaço. Uma hora a pessoa cansa de bater e você pode mostrar que ainda esta ali pra ela.
Temos que mostrar sempre o melhor do nosso coração, se não para todos, comece com os que merecem.
"Talvez nós todos damos o melhor de nossos corações sem questionar para aqueles que mal pensam em nós".
Não é preciso apanhar para aprender,aprenda com quem te aconselha,com quem já passou por isso...escute ou a vida te ensina!
Depois de tanto apanhar, a gente aprende a se defender.
Depois de tanto chorar, a gente aprende a seguir em frente.
Depois de tanto sofrer, a gente aprende como a vida funciona.
A vida não foi feita pra ser vivida sem as dificuldades, ela foi feita pra você aprender a sobreviver e lembrar que o mundo em que vivemos é um lugar cruel
Depois de muito apanhar, até a rocha com sua força é destruida. Imagina um coração com sua fragilidade nas mãos de quem não sabe amar.
Dar a outra face não é apanhar ou se decepcionar duas vezes.
E sim perdoar, ressignificar e para outra direção.
Jesus fala disso, pois se não te respeita e não pode ajudar, é melhor que dê a sua outra face e se afastar!
No boxe você aprende que não basta ter o soco mais potente se não souber apanhar, a vida também é assim.. você aprende quando recebe os golpes e também a hora certa de usar toda a sua força.
Nossa cara já está dormente de tanto apanhar. Tanto que a gente quase não sente mais nada, nem por nós mesmos, que dirá pelos outros.
Muita gente tem que apanhar para aprender, e, muitas vezes não aprende e quer apanhar de novo! É a vida meus amigos...
Se emburrecer é necessário... para não "apanhar na vida" desnecessariamente... e é melhor ouvir calado.
"Quem não planta não colhe. Enquanto espera a colheita dos frutos, tem que apanhar as folhas que caem no chão."
E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.
Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.
Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.
O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.
Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.
E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.
Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?
Sabe o que é de tanto cair e apanhar, fiquei com marcas que não sei se o tempo apaga. Esfriei. Não da mais pra ter calma, quero sumir e ir pra bem longe onde não tem ninguém tomando conta da minha vida e ninguém pra me machucar.
