Apagar a minha Estrela
Posso até não ser digno de me curvar a ti, mas reverencio a tua beleza que tomaste toda a minha atenção;
Sou um rebelde guerreiro, com uma imensa generosidade sem igual, justo e paciente a te esperar... Oh minha rainha, és bela com um magnetismo exato a minha alma...
Cale a minha boca com as tuas atitudes... Satisfaça o meu querer com beijos que arranque suspiros...
Não entenda... O silêncio transparente dos meus olhos com desistência do meu coração, minha suavidade e paciência com covardia... Medo com fraqueza ou bondade com receio e aceitação...
O meu silêncio não significa que esqueci...
A minha calma não significa que desisti...
Apenas estou tomando fôlego para continuar...
Vivo a bagunça da minha intimidade onde eu consigo me encontrar... Não quero a realidade que me faz perder o jeito de amar...
Canto a minha solidão em melodias tristes no qual me consolem para entender de que antes só do que mal acompanhado;
Parece só energia de insatisfação, mas é na verdade efeito de atitudes de frustração invertendo com um grau de distorção;
Ninguém sabe fazer-me sorrir para fazer a solidão ir embora... E tenho as certezas fortalecidas de que a solidão sou eu...
De amargo você na minha boca fez-me pouco em um breve intervalo em um segredo mais sincero... Quando a insegurança me causa medo...
Teus olhos me dão o reflexo de que não quero ver... Quanto mais cego é mais certo fica pata direcionar ao caminho da felicidade;
Acaricio com as melhores das intenções o seu corpo para que sinta a minha libido fervente pelo meu e te faça não mais como menina... E sim mulher felina;
Deite-se a meu lado para sonhar um sonho lindo que te faça voar livre em um misterioso mundo de fantasias...
Cansei de esperar pela minha felicidade... É hora de me levantar e lutar pelo que quero na vida, por um futuro, pelos meus sonhos;
Da minha loucura... Só a mim basta! E do meu coração? Sonho, realizo... faço o que quero com o meu Don;
Saboreio-te com certo gosto no qual te faça perder o juízo, mas com a minha língua sensível e áspera te faz se encontrar... Ah mulher de minha paixão, alimente o meu coração;
Em teu corpo que eu me perco por um vício seleto que me leva pela imaginação... Então se despida desse desarrumar para viver a poética inspiração de dizer que amas;
Em um momento crucial sonho com os teus beijos enlouquecidos e me desnudo para ser admirado por você mulher visível das minhas sensíveis intimidades...
Todos ou tudo que não me cause a morte faz com que a minha alma se fortaleça! E com a minha própria superação honro o meu caminho;
As condições adversas a minha compreensão, não me traz o que amava nem i tempo de me fazer capaz!
Mas de cabeça erguida sigo em frente para abraçar-me com a minha vitória e entender de quê sou realmente capaz...
Teu corpo é o meu vício... Teu corpo é minha vida, teu ventre é a luz do meu futuro que irradia o meu dia;
Dar-te-ei a vida para que a nossa tenha sentido... E meus carinhos serão mais intensos por que carregas a herança de nós...
Não sou um brinquedo que você brinca, enjoa e joga de lado... Os meus lares gritam pela minha capacidade em me valorizar;
Não é um piscar de olhos que você definirá... A minha relação para se tornar uma questão de opinião...
Mantenho o meu coração calmo antes que ele viva uma liberdade que magoe a outro coração... Dou-te um pedaço do curto espaço da minha felicidade, mas quero a retribuição;
A batida... Do teu coração, acho que é cilada para que um tanto me desvie e perca toda a minha razão...
Em minha vida nunca imaginei que encontraria um pedaço de mau caminho... E eu me sinto do lado mais fraco perdido e carente...
Segredos me cercam, não sabendo que defeitos são quase perfeitos aos medos de se entregar para se amar;
Nem sempre ultrapasso o perigo que chamam a atenção da sua ingenuidade que se mostra um tanto maliciosa invadindo os meus sentidos arrancando sorrisos meus;
Não que eu seja egoísta, mas se é meu somente a mim requer a minha importância... E de mais ninguém!
