Apagar a minha Estrela

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Estou errado
Estou errado por pensar fora do eixo da existência.
Eu estou errado por escolher outra fé.
Eu não estou tentando fazer o que é certo.
Se uma coisa que eu sei, eu vou cair, mas eu vou crescer.
Eu estou andando por este caminho certo, mas posso estar errado.
Por pensar que poderíamos ser algo de verdade, ou vil.
Agora estou errado.
Mas isso é apenas o que eu sinto.
Estou viajando para ter uma visão, diferente do eu.
Se você me disser que eu estou errado , errado eu estarei.
Pode pensar que poderíamos ser algo de verdade, se vivêssemos sem a razão.
É assim que eu me sinto
Tentando alcançar as coisas que eu não posso ver.

Inserida por DijalmaMoura

Como podemos aceitar a morte.
Morte é a perda de tudo.
Nada se pode fazer.
Secos os ossos se tornaram.

Morte porque você existe.
Dar lugar a outra vida.
Tirar o que conquistamos.
Porque morte?

Morrer, acabar, findar-se.
Porque nascemos?
Por quê?
Até quando morreremos.

Inserida por DijalmaMoura

A fé é a razão do homem viver! O resto importa? qual a sua fé?

Inserida por DijalmaMoura

E outro estresse vai por água abaixo!!!
Mas por quê não conquistar a paz?
E eu posso ter pensado em guerra.
Queria lutar nessa guerra sem armas.
E eu queria isso, eu queria nada.
Mas haviam tantas bandeiras vermelhas nas ruas.
Agora outro vai por água abaixo.
Sim, vamos ser claros, não vou confiar em ninguém.


Você não me destruiu, politica, luta e sociedade.
Ainda estou lutando pela paz
Tenho uma pele insensível e um coração de ferro.
Mas a sua lâmina pode ficar cega.
Sou como um metal tinindo.
Posso estourar seus ouvidos.


E eu vou ficar acordado à noite para ver sua queda.
Vamos ser claros, não vou fechar os meus olhos.
E eu sei que posso sobreviver. A sua ignorância.
Andaria no fogo.
E eu quero marcar meu rosto novamente.
Estou fazendo tudo o que eu posso???
Então outro vai por água abaixo.
É difícil perder a razão.


Você não me destruiu.
Ainda estou lutando pela paz.
Mas você não vai me ver desmoronar.
Porque eu tenho um coração que luta.

Inserida por DijalmaMoura

Pois é uma amargura esta vida.
Tente viver dentro dos seus obscuros.
Você vira escravo depois morre.
Qual é a única estrada onde já estive.
Você sabe quem já teve pressente-a.
Onde todas as veias se encontram.

Sem mudanças, eu não posso mudar.
Eu posso mudar? Não quero mudar.
Mas estou aqui.
Estou aqui no meu sofá.
De um dia para o outro tudo muda.

Bem, eu nunca rezei, nem orei.
Mas hoje estou de joelhos.
Preciso ouvir a minha dor.
Vou deixar sou livre agora
Mas as ondas não passam.

Inserida por DijalmaMoura

Porque para você eu guardei o amor?
Guardei uma parte de mim para te dar!
Somente não posso ficar na ilusão.
E pensar, será que isso mesmo que eu quero?

Ficar se lamentando pra que...
Eu sou assim, eu gosto de deitar com você.
Sentir o seu cheiro, cheiro de amor.
Um sonho pra mim.

Porque para você eu guardei o amor?
Da vontade de ficar... Ao mesmo tempo ir.
Sabe quando quero alimentar de você.
Esse lugar que sopra vento, sair não tem jeito.

Inserida por DijalmaMoura

⁠"O verdadeiro poder não está apenas na força bruta, mas na mente que a domina com sabedoria e ética."

Inserida por CodeWave

⁠"Força física pode abrir caminhos, mas é a integridade moral que mantém a jornada firme e justa."

Inserida por CodeWave

O Espírito Santo concede o Dom da Fé para pessoas que terão de enfrentar situações impossíveis e serão usadas para revelar a Ação Sobrenatural do Senhor em meio a elas. O Espírito não concede esse dom para que todos se impressionem com a pessoa e se sintam menos espirituais por não possuírem a mesma fé, na medida em que esta é um favor de Deus. Ela é concedida para a expansão do Reino de Deus, para que vidas sejam salvas, pessoas se reconectem com Deus, pessoas sejam libertas da ação opressora do inimigo, ou seja, para a manifestação da vontade de Deus nessa terra.

Inserida por KamillaMoreira

⁠Em consequência da incredulidade, infidelidade e desobediência do povo, Deus fez com que eles levassem 40 anos para atravessar o deserto.

Inserida por KamillaMoreira

⁠O rei de Ítaca está voltando.

Inserida por pensador

⁠Você está sofrendo por um pai que nem conheceu.

Inserida por pensador

⁠Você é um homem que precisa controlar seu destino.

Inserida por pensador

⁠Ninguém pode ficar entre mim e meu lar. Nem mesmo os deuses.

Inserida por pensador

Tantas perguntas sem resposta nessa vida. Inclusive as de matemática.

Inserida por gabrielatrevisol

Dá minha jaqueta, boy, que faz um puta frio lá fora, e quando chega essa hora da noite eu me desencanto. Viro outra vez aquilo que sou todo dia: fechada, sozinha, perdida no meu quarto, longe da roda e de tudo: uma criança assustada.

Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu: O essencial da década de 1980

Nota: Trecho do conto "Dama da Noite" de Caio Fernando Abreu

...Mais

É o papel de Fred, inconscientemente, envenenar minha felicidade. Ele enfatiza as incongruências do amor de Henry. Eu não mereço um amor pela metade, diz ele. Mereço coisas extraordinárias. Mas o meio amor de Henry vale mais para mim do que todos os amores de mil homens.

Imaginei por um momento um mundo sem Henry. E jurei que no dia que perder Henry, eu matarei minha vulnerabilidade, minha capacidade para o verdadeiro amor, meus sentimentos, com a devassidão mais frenética. Depois de Henry não quero mais amor. Só foder, por um lado, e solidão e trabalho, por outro. Nada mais de mágoa.

Depois de não ver Henry por cinco dias por causa de mil obrigações, não pude suportar. Pedi a ele para se encontrar comigo durante uma hora entre dois compromissos. Conversamos por um momento, então fomos para um quarto do hotel mais próximo. Que necessidade profunda dele. Só quando estou em seus braços as coisas parecem direitas. Depois de uma hora com ele, pude continuar o meu dia, fazendo coisas que não quero fazer, vendo pessoas que não me interessam.

Um quarto de hotel, para mim, tem a implicação de voluptuosidade, furtiva, fugaz. Talvez o fato de não ver Henry tenha aumentado a minha fome. Eu me masturbo frequentemente, com luxúria, sem remorso ou repugnância. Pela primeira vez eu sei o que é comer. Ganhei dois quilos. Fico desesperadamente faminta, e a comida que como me dá um prazer duradouro. Nunca comi desta maneira profunda e carnal. Só tenho três desejos agora: comer, dormir e foder. Os cabarés me excitam. Quero ouvir música rouca, ver rostos, roçar-me em corpos, beber um Benedictine ardente. Belas mulheres e homens atraentes provocam desejos em mim. Quero dançar. Quero drogas. Quero conhecer pessoas perversas, ser íntima delas. Nunca olho para rostos inocentes. Quero morder a vida e ser despedaçada por ela. Henry não me dá tudo isso. Eu despertei o seu amor. Maldito seja o seu amor. Ele sabe foder como ninguém, mas eu quero mais que isso.

Eu vou para o inferno, para o inferno, para o inferno.

Selvagem, selvagem, selvagem.

Anaïs Nin

Nota: Diário de Anaïs Nin II

Na minha opinião, mulher bem feita de corpo é aquela que sabe se vestir. A beleza do corpo desnudo, só é interessante quando a roupa que valoriza as formas, faz explodir o desejo instintivo de todo homem que sabe o prazer de "devorar" uma mulher. Gorda, magra, alta ou baixa, de cores múltiplas e cabelos diversos, não há coisa mais bonita do que uma mulher bem posta e exuberante!

Toque-me...

Toque em mim querido...
Não somente com as mãos
Toque minha alma
Aquela parte insondável
que já te pertence
Que já conheces tão bem.

Toque com a boca meus lábios
Mas não somente eles
Cala minhas palavras...
... Sejas dono do recitar dos meus versos.
Coma meus universos
Saboreie todo o meu querer,
que tanto te quer dizer:
" Eu te amo"

Toque meus seios...
Mas com imensidão
Toda imensidão que há em ti !
Vá além da minha pele
Transpasse meus ossos
Chegue ao meu coração
Minha emoção mais sublime
Arrítmica
Em descompasso
por tua presença...
Pela eloquência do toque teu.

Toque-me meu querido.
Mas não somente nesta vida.
Vá além.
Pois para mim,
de nada valerá a eternidade sem
o toque do teu amor em mim.

Então quero que você venha para deitar comigo no meu quarto novo, para ver minha paisagem além da janela, que agora é outra, quero inaugurar meu novo estar-dentro-de-mim ao teu lado, aqui, sob este teto curvo e quebrado, entre estas paredes cobertas de guirlandas de rosas desbotadas. Vem para que eu possa acender incenso do nepal, velas da suécia na beirada da janela, fechar charros de haxixe marroquino, abrir armários, mostrar fotografias, contar dos meus muitos ou poucos passados, futuros, possíveis ou presentes impossíveis. Dos meus muitos ou nenhuns eus. Vem para que eu possa recuperar sorrisos, pintar teu olho escuro com kol, salpicar tua cara com purpurina dourada, rezar, gritar, cantar, fazer qualquer coisa, desde que você venha, para que meu coração não permaneça esse poço frio sem lua refletida. Porque nada mais sou além de chamar você agora, porque não tenho medo e não estou sozinho, porque não, porque sim, vem e me leva outra vez para aquele país distante onde as coisas eram tão reais e um pouco assustadoras dentro da sua ameaça constante, mas onde existe um verde imaginado, encantado, perdido. Vem, então, e me leva de volta para o lado de lá do oceano de onde viemos os dois.