Antigamente

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Antigamente utilizava-se o termo curral eleitoral para definir um lugar onde um determinado político mantinha seus eleitores no cabresto. Atualmente serve para indicar a moradia do gado bolsonarista.

A "amizade" moderna é muito estranha...

Antigamente, quando algum desentendimento acontecia entre os amigos, todos se uniam pra ajudar a resolver e restabelecer a relação.
Hoje, cada "amigo" segue sua vida e tudo vira motivo para comemoração. Pouco importa se os desentendidos estão bem ou não.

Antigamente existia a frase "respeita os mais velhos" hoje as vezes nem os mais velhos tem respeito

Antigamente, achava que lealdade, companheirismo era a base de um bom relacionamento, mas hoje descobri que a chave é a comunicação, sem isso não há negócio, sem comunicação sempre tem uma história mau contada, um será?. Então comuniquem-se, se sentem falem, se vão fazer, falem... Conversem!

Antigamente a felicidade namorava comigo,
hoje levamos uma vida de casados.

A juventude


A juventude perdeu o brilho
Perdeu o sentido
Perdeu o respeito


Antigamente a juventude tinha mais vida
A vida era bela
A gente brincava na rua


O tempo era lento
O riso era fácil
O abraço era casa


Hoje o mundo corre
Mas o coração se arrasta
Cheio de tudo
Vazio de essência


Não é que a juventude acabou
Ela só está ferida
Tentando existir
Num mundo que esqueceu de cuidar


Ainda há brilho — escondido
Ainda há vida — cansada
Ainda há sentido — esperando
Alguém chamar de volta

Romance Antigamente


Antigamente,
o amor chegava devagar,
como uma carta escrita à mão,
cheia de saudade e esperança.
Cada encontro era um acontecimento,
e cada olhar guardava um sentimento especial.


Não existiam mensagens
instantâneas para encurtar a distância,
mas existiam corações pacientes
que sabiam esperar.
O tempo passava lento,
e mesmo assim,
o amor crescia forte em cada lembrança.


As promessas eram feitas
sob a luz da lua,
entre conversas simples
e sonhos compartilhados.
Um toque de mãos valia mais
que mil palavras,
e um beijo carregava a
eternidade de um momento.


Hoje o mundo mudou,
mas o amor verdadeiro permanece.
Ele continua vivendo em gestos sinceros e sentimentos profundos,
lembrando que o romance
antigamente não era melhor nem pior,
apenas tinha a beleza única de quem sabia amar sem pressa.

"Antigamente, as pessoas usavam a cabeça para pensar. Hoje, elas esperam o 'plim' do celular para saber se devem respirar ou não! É a geração do cérebro no modo de espera: só funciona se vier instrução no grupo da família. O pessoal se tranca em um cercadinho mental de terra plana e jura de pé junto que descobriu o segredo do universo pelo aplicativo de mensagem!"⁠

Antigamente se jogava carta fora. Hoje se joga pessoas.
— Van Escher

"Antigamente o Wi-Fi da educação era olhar da mãe.
Pegava em qualquer canto da casa.
E era rápido.
_Van Escher_”

Antigamente era : cala a boca e me beija...
hoje em dia é : cala a boca que eu tî beijo

O chapéu antigo,
é o mais bonito.
Clássico.
Daquele tempo.
De antigamente.
Daquela época.
Feminino, e masculino.

Antigo ensina.
De antigamente.
Daquela época.
Clássico.

Antigamente ficava enfezado diante das maledicências; hoje, com a transformação da minha mente em Cristo, sinto piedade
daqueles que estão nas trevas.

"Antigamente as famílias vestiam-se de honradez; hoje, muitas despem-se de valores por interesse."

"A internet inverteu a lógica: antigamente buscavam-se os inteligentes para seguir; hoje, quanto mais idiota é o indivíduo, mais ele atrai outros idiotas para segui-lo."

Antigamente, os políticos eram tão discretos
em suas ações e palavras que,
mesmo quando cometiam alguma corrupção,
o estrago, quando chegava ao conhecimento público… não se apresentava assim tão rápido... tão óbvio... e tão descarado...

Hoje, ao contrário,
a corrupção desfila pelas ruas
como se fosse rotina,
quase um costume socialmente aceito...

A diferença é gritante:
antes, ao menos, havia o sentido da vergonha.
Agora, perderam até o último vestígio de pudor.
Mesmo diante das evidências,
mesmo com o escândalo estourando
na cara do país inteiro,
continuam se exibindo
orgulhosos de suas próprias falcatruas.

Perderam a discrição,
perderam a vergonha,
perderam o mínimo senso de decência,
e ainda pretendem impor leis
que os protejam,
com a mesma naturalidade desonesta
com que cometem seus crimes.

Cínicos,
atuam como se o Brasil
devesse agradecer
por sua delinquência institucionalizada...

Parece até ...
que ser político virou sinônimo
de ser orgulhosamente criminoso
com licença de roubar
e sabe-se lá o que mais...

Essas atuações escancaradas e descaradas
contornadas de cinismos e deboches diante
da Constituição e dos eleitores devem ter um FIM.
✍©️@MiriamDaCosta

Antigamente se dizia assim:
“Ano Novo, vida velha.”


Não espere mudanças nem milagres apenas porque o ano é novo, sem lutar para mudar
os próprios hábitos e, assim, favorecer o “milagre” das transformações.


Não há milagre no calendário!
O ano não muda nada e ninguém.


Mudam-se os dias,
mas os vícios permanecem,
os hábitos se repetem,
as desculpas ganham roupa nova.


Quem não enfrenta a si mesmo
atravessa o réveillon
carregando as mesmas correntes.


Transformação não nasce da virada do tempo,
nasce do atrito, da renúncia,
da coragem de romper consigo
todos os dias.


De nada vale pular as famosas
“sete ondas” na virada do ano
se não se dão saltos reais
de mudança no dia a dia.
✍©️@MiriamDaCosta

O caderno de receitas de antigamente


Na cozinha de antigamente,
existia uma gaveta
( ou melhor, um relicário )
onde preciosas receitas
eram guardadas cuidadosamente.


Ali repousavam cadernos de capas gastas,
amarelados pelo tempo
e perfumados por lembranças.


Suas páginas carregavam mais do que ingredientes; guardavam histórias,
afetos, segredos de família
e um modo de amar
que se expressava através das receitas.


Havia anotações apressadas nas margens,
manchas de açúcar, gotas de óleo,
marcas de dedos enfarinhados
e letras que denunciavam diferentes gerações.


Cada rabisco
era uma presença.
Cada receita,
um reencontro.


Aquele bolo de fubá da avó,
o pudim das festas de domingo,
os biscoitos preparados nas tardes chuvosas,
o doce servido em celebrações e despedidas.


Tudo estava ali,
costurado entre linhas e letras
e medidas nem sempre exatas.


Porque as cozinheiras de antigamente
sabiam receitas que não cabiam no papel,
mas viviam na memória.


Escreviam
"uma pitada",
"o suficiente",
"até dar o ponto",
como quem dizia que a experiência,
a intuição e o afeto
também eram ingredientes indispensáveis.


Hoje,
em tempos de receitas digitais,
vídeos instantâneos e telas iluminadas,
ainda há algo de sagrado
naqueles velhos cadernos
com páginas amareladas pelo tempo
e besuntadas pela experiência.


Ao abri-los, não encontramos
apenas instruções culinárias,
encontramos vozes,
ouvimos risos que já se calaram,
sentimos abraços que o tempo levou,
e vemos, entre uma página e outra,
a delicada herança daquelas
que nos alimentaram o corpo,
a memória e a alma.


Pois o verdadeiro ingrediente secreto
nunca esteve escrito.
Era o amor
que passava de geração em geração,
temperando a vida
muito antes de temperar a comida.
✍ @MiriamDaCosta

Antigamente o jornalismo nos entregava meias verdades; atualmente nos entrega completas mentiras!