Aniversario Religioso

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O verdadeiro cristão não é aquele religioso praticante de dogmas de homens, mas o que pratica os dogmas do homem Jesus Cristo.

Em uma aldeia havia um mestre religioso, que falava sobre o propósito das religiões. Um dia uma grande multidão, formada por diversas tradições religiosas, reuniu-se para escutá-lo. Então um homem na multidão lhe perguntou. “Mestre, qual é o objetivo de todas as religiões?” O mestre lhe respondeu: “como a água tem sua fonte no topo da montanha e ela transforma-se em diversos rios fluindo até ao mar, da mesma forma o único Deus é visto por diversos ângulos pelas pessoas diferentes. Assim as diversas religiões são criadas ou fundadas pelos seres humanos, mas cada religião tem um propósito de chegar a um único Deus. Somente as regras é que são diferentes"

Se religião valesse alguma coisa, casamento civil, seria depois do religioso.

Em feriado religioso até ateu comemora...

Pecado é as rédias que o religioso recebe nos seus ensinamentos.

O que nós queremos fazer agora com o Brasil é um ato religioso, é um ato de religação de toda a sociedade brasileira com os valores fundamentais de nosso país. Por isso que eu peço a Deus que abençoe a todos nós.

O discurso religioso jamais pode ser invasivo, chulo, cheio de sentimentalismo ou muitas teorias, o discurso religioso deve ser repleto de vida, amor e sabedoria

“É bem mais fácil lidar com um adorador do diabo declarado, do que com um religioso que supostamente é enviado por Deus”

Obedecer a tudo que o pastor, o padre, o bispo ou qualquer líder religioso diga, cegamente não é fé, é burrice.

Contam que Deus, um dia, marcou um encontro com um homem muito religioso no alto de uma montanha sagrada. O homem se preparou para o encontro com muito recolhimento, oração, jejum e, no dia determinado, subiu a montanha cheio de fervor.

O caminho era íngreme, a subida estava levando muito tempo, e o homem começou a ter medo de perder a hora marcada. Rogou a Deus que lhe desse forças para não chegar atrasado. Aí, viu um homem caído na beira do penhasco, machucado e pensou: "Estou atrasado, depois eu volto para socorrê-lo."

Ao chegar no topo da montanha, esperou, esperou, e Deus nada de aparecer. Que pena! Pensou ele desolado, por que não subi mais depressa?

Desceu desanimado.

Ao passar pelo penhasco, não viu mais o homem caído, mas havia um bilhete junto à rocha, que dizia:

- Quem sabe outro dia, quando estiver menos apressado, você consiga me reconhecer!

⁠O cristão bíblico vê na Cruz o que Jesus fez por todos.
O cristão religioso vê na Cruz o que Jesus pode fazer por ele.

Se eu roubasse, mentisse e gerasse ódio, eu seria um canalha. A menos que eu fosse religioso.

⁠O corporativismo religioso contamina a sã doutrina da palavra de Deus.

⁠— Você é religioso?
— Sim.
— Acredita em Deus? acha que Ele pode te salvar? Então espere até você ver...
— Ver o que?
— O que um homem é capaz de fazer com o outro.

⁠Entenda! Deus não é religião! Acreditar em Deus é diferente de ser religioso. A religião prega sobre a graça, mas o que pratica é outra coisa. Jesus é maior que qualquer religião.

⁠“Creio que a criatura justa e caridosa, a bendizer, quase que não precisa do rótulo religioso porque ela já está em atividade com as leis universais”

⁠O religioso acredita que Deus usa o ímpio para abençoar, por não crer que exista bondade fora da sua religião.

O Estado é laico , mas nunca vi nenhum ateu reclamar e deixar de desfrutar de um feriado religioso.

De um antigo conto judaico:

Uma vez um judeu rico e religioso, mas avarento, foi visitado por um rabi. O visitante, com todas as atenções, levou-o à janela. “Olhe lá para fora”, disse ele. O rico olhou para a rua. “Que vê?”, perguntou o rabi. “Vejo homens, mulheres e crianças”, respondeu o rico. De novo e muito atenciosamente, o rabi levou-o até junto dum espelho. “Amigo, o que vê agora?” “Agora vejo-me a mim mesmo”, respondeu o rico. “Tome nota”, disse o rabi, “na janela há vidro e no espelho vidro há também, mas o vidro do espelho é prateado”. Uma lição se aprende: logo que o homem junta prata, ele deixa de ver os outros para só ver a si mesmo.[1]

Uma história judaica muito antiga, mas que pode traduzir a realidade de muitas pessoas cristãs, que se fecham diante das necessidades de seus semelhantes. Esse problema vem de longe; desde o século I, ouvimos a seguinte advertência: “Se alguém possui riquezas neste mundo e vê o irmão passando necessidade, mas fecha o coração diante dele, como pode estar nele o amor de Deus?” (1Jo 3,17). Uma camada de prata pode nos levar ao fechamento, tornando-nos individualistas, distante de Deus, das pessoas e de nós mesmos. O conto judaico é antigo, mas muito atual!

E aí quando menciono sobre essa fé que eu digo nunca é algo religioso.
Porém aquele algo que nos impulsiona verticalmente ou mente elevada!