Aniversário Espirita
"Um homem pode ser enganado,pode mesmo enganar-se,mas assim não poderia ser quando milhões de homens veem e ouvem a mesma coisa."
Allan Kardec.
"Na realidade,são os próprios Espíritos que fazem a propaganda, auxiliados por inumeráveis médiuns que suscitam por todos os lados.Se eles tivessem tido um intérprete único, por mais favorecido que fosse, o Espiritismo mal seria conhecido."
"O Espiritismo não formula nenhuma teoria prematuramente, a menos que o faça a título de hipótese, caso em que se furta a dá-la como verdade absoluta, mas que dá apenas como assunto de estudo. É por essa razão que ele marcha com passo firme."
Allan Kardec.
" Eis a verdadeira caridade benevolente, a caridade prática, sem a qual a caridade é palavra vã; é a caridade do verdadeiro espírita, como do verdadeiro cristão; aquela sem a qual aquele que diz: Fora da caridade não há salvaçãoAllan Kardec , pronuncia sua própria condenação, tanto neste quanto no outro mundo. "
Allan Kardec.
"Tal é esta filosofia, onde tudo é grande, porque tudo nela é simples; onde nada é obscuro, porque nela tudo está provado; onde tudoé simpático, porque cada questão nela interessa intimamente a cada um de nós." *SEGUNDO OS ESPÍRITAS. Extraído do jornal la Discussion
‘O Espiritismo não é, como creem vulgarmente, uma receita para fazer as mesas dançarem ou para executar truques de escamoteação, e é um erro que todos cometem querendo nele encontrar o maravilhoso.
‘O Espiritismo é uma ciência, ou melhor, uma filosofia espiritualista, que ensina a moral.
‘Não é uma religião, porque que não tem dogmas nem culto, nem sacerdotes nem artigos de fé."
Allan Kardec.
“Os adversários do Espiritismo repetem incessantemente que a prática desta doutrina conduz ao hospício. Ora! Nós lhes podemos dizer, nesta circunstância, que o Espiritismo dele faz sair aqueles que lá haviam entrado.”
Allan Kardec.
O caráter essencial de toda revelação deve ser a verdade. Revelar um segredo é dar um fato a conhecer. Se a coisa for falsa, não é um fato e, por consequência, não há revelação. Toda revelação desmentida pelos fatos não é revelação; se for atribuída a Deus, e não podendo Deus nem mentir nem enganar-se, não pode emanar dele. Há que considerá-la como produto de uma opinião pessoal.
" O Espiritismo é o grande nivelador que avança para aplainar todas as heresias. Ele é conduzido pela simpatia; ele é seguido pela concórdia, pelo amor e pela fraternidade; ele avança sem abalos e sem revolução; ele nada vem destruir, nada derrubar na organização social; ele vem a tudo renovar. "
3 ─ Poderíeis dar-nos a sua explicação?
─ Existem agentes físicos que são ainda desconhecidos, mas que mais tarde tornar-se-ão comuns. É um fenômeno muito simples, semelhante a uma fotografia produzida por forças que ainda não descobristes.
UMA NOVA DESCOBERTA FOTOGRÁFICA.
Ser espirita, para mim, é respeitar a todos e tratar com respeito aceitando-os como são, respeitando suas crenças. Todas as religiões são importantes para aqueles que as praticam e todas, todas mesmo foram criadas pelos homens. Tenho convicção de que quando eu voltar para a casa do Pai, ninguém vai me perguntar a que religião eu pertenci, mas sim, o que fiz com a vida e as oportunidades que me foram dadas para o meu aperfeiçoamento. Rótulos, os nomes das religiões são apenas rotulos e muitas vezes preconceituosos. Vamos nos amar como irmãos, não apenas falando ou escrevendo aqui no face, mas dentro do nosso intimo. ninguém é melhor por ser espirita nem pior por ser espiritualista. Em todas as, profissões, religiões e lugares existem pessoas boas e más. Vamos tentar fazer sempre o melhor que pudermos. Isso, aprendi com André Luiz.
Sensibilidade espirita
A vida obstinadamente pede muito de nós e
subtrai-nos de nós mesmo e impiedosamente
o faz isso à todo momento .
A morte na simplicidade de um momento ,nos
presenteia com aquilo que a vida nos tira à
todo momento ,que é nós mesmo,simples assim
ela a morte devolve-nos à nós mesmo ,para
podermos ser.
Sensibilidade espirita
Sensibilidade espirita é luz resplandecente
que ilumina nosso caminho e nos guia
e nos dá maior opção por sermos mais
afáveis nos dá maior dimensão sobre tudo
que haja vida ,pois podemos perceber a
presença das demais vidas sem usarmos
nossos sentidos primitivos como visão, tato,
ofato;pela sensibilidade espirita podemos saber do outro espirito se a sua emanação
energética (suas intenções ) são boas ou ruins (favoráveis a nós ou não).
Cada individuo possui emanação
diferente; esse nível de emanação
energética é fluxo vibratório ,portanto
produz campo magnético,e que
se transfere nos demais pelo processo ao qual chamamos de ressonância
magnética ,que é a transferência de
energia de um individuo ao outro por
suas coincidências energéticas ;
em outras palavras à quando estejamos
energeticamente desequilibrados
(perturbados,angustiados ,raiva,em julgamento aos demais vingança ,etc.....)
ficamos em ressonância com espíritos
"ruins "(energeticamente desequilibrado )
o nosso corpo (mente) torna-se receptivo
à esse espirito "ruim",e a ocorrência é o que ninguém quer que é a junção de dois
desequilíbrios .
Termos sensibilidade espiritual é podermos
sentir e receber as emanações energéticas
de outras vidas .e isso é muito diferente
de se ter habilidade mediúnica ;a pessoa
que possui habilidade mediúnica ela
não esta só ,ela esta a serviço das
entidades superiores .Para por-se
em oposição à espíritos rebeldes desencarnados é necessário estar com a mente "cristalina " ,bem postada em si ;e
em completa paz e com aura bem reluzente,se não você pode ser absorvido
por essa força rebelde ;mas que não haja
juízo suficiente e a coragem se fizer
necessária ,lhe desejo toda a sorte do
mundo ;mesmo por que à quando pensarmos estar ajudando ,somos nós
a que somos ajudados ;contudo para
podermos ajudar ,só coragem não
basta ,temos ter certeza de que estejamos
em paz de espirito para nos mantermos
à salvo e podermos doar desta nossa boa
energia (paz)ao outro que precise ,mesmo que por que só podemos doar aquilo
que temos .
Bem qualquer que seja o resultado ,saiba
que tenho muito orgulho de ti por ter
tentado ajudar alguém .
"O verdadeiro espírita assevera, Allan kardec não é o que alcançou a meta, mas o que seriamente quer atingi - la"
A doutrina espírita é a água que nos limpam das imperfeições. À medida que vamos estudando as obras básicas, adestramos o animal que ainda somos
Ensina a ciência e filosofia Espírita que: "TODO EFEITO TEM UMA CAUSA. CONHECENDO-SE OS EFEITOS PODE-SE: ATENUAR, AUMENTAR, MODIFICAR OU ELIMINAR A CAUSA". Isso significa que se o EFEITO FOR INTELIGENTE, NECESSARIAMENTE A CAUSA SERÁ INTELIGENTE. Em outras palavras: Enquanto nós submissos aos governos ditos democratas não nos unirmos para combater a causa, que são todos os partidos políticos existentes, continuaremos "filosofando sabedoria de esquina e conversa de boteco". Mas nem toda filosofia Irracional é utopia, Filosofou Lênin: - "O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!". Foi com essa filosofia que Gandhi libertou o povo indiano dos invasores ingleses que dominavam aquela nação. Notem: sem dar um único tiro!Pensem Nisso!
Diário 03/11
Faz muitos anos que eu não ia a um centro espírita de Umbanda… Hoje, fui. Fui acompanhada de amigos queridos e da minha esposa. Enquanto esperava, observei os sons, as velas, o cheiro de ervas… era como se um pedaço do que eu já fui me reconhecesse ali. O ambiente estava sereno, cheio daquela energia que mistura respeito, mistério e fé. Fui a sétima a ser atendida pela entidade espiritual. Fizemos oração juntas, e quando chegou minha vez, ouvi a pergunta simples, mas poderosa:
— O que posso ajudar?
Respirei fundo e pedi: “Me ajude. Cure-me de todas as dores emocionais. Me ajude a respirar melhor.”
A entidade me olhou por um instante e disse apenas:
“Cada pensamento é uma nuvem na sua pele… você está sozinha e precisa de ajuda.”
Essas palavras me atravessaram. Pediu para que eu me abrisse mais, pois as dores emocionais estavam se transformando em dores físicas. Disse para eu buscar ajuda psicológica, conversar mais com minha esposa — que relacionamento é partilha, é transparência — e que ela também precisa participar dessa cura.
A entidade explicou que não poderia fazer muito além, mas faria uma limpeza espiritual profunda, especialmente no meu coração e nos pulmões. Disse que eu dormiria bem naquela noite.
Assenti com lágrimas nos olhos, querendo mais respostas, mais direção… Ela olhou fundo em mim e perguntou:
— Vai seguir minha orientação para o banho?
Assenti de novo, silenciosa. Pediu que eu voltasse. Saí de lá meio desesperançosa, mas com algo dentro de mim insistindo em lembrar da mensagem da abertura: para curar, é preciso ter fé.
A orientação foi simples — um banho com folhas de Guiné, amanhã à noite.
Sigo ainda refletindo… talvez a cura não venha de fora, mas comece na entrega, no acreditar, no permitir-se sentir e confiar.
O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.
Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.
O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.
Não me pergunte se sou evangélico, muçulmano, católico, espírita ou ateu; observe minhas atitudes. Não me questione sobre o que eu penso a respeito da diversidade de gênero, mas veja como eu trato meus semelhantes. Não critique minha opção política antes de saber como respeito a cidadania. O seu pré-julgamento pode lhe tirar a oportunidade de ver como realmente são as pessoas são...
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