Aniversário de Mãe
À minha mãe que já está no andar de cima, a minha gratidão, o meu carinho e a minha saudade sem tristeza, pois carrego em mim o seu eterno sorriso!
-Minha mãe,
fui o seu primeiro amor,
o seu primeiro altar cá
na terra...
Hoje, trago em meus lábios, o seu sorriso que herdei, e o no coração uma imensa saudade!
Esteja feliz!
☆Haredita Angel
— Minha mãe me ensinou a ter paciência.
— Ela dizia: "espera só teu pai chegar, bichinha..."
Esse treco aí de paciência, eu não aprendi, não. Mas aprendi a rezar que foi uma beleza...
"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel
A mãe narcisista transforma o filho em “bode expiatório” e o faz parecer louco para ocupar o lugar de vítima. Enquanto todos acreditam em sua versão, sua verdadeira face permanece protegida por uma máscara que ninguém ousa retirar.
A Rua dos Fracassos
A Rua dos Fracassos guarda os desmemoriados,
minha mãe diz que Deus
apaga a memória da gente
porque não quer ver ninguém sofrendo.
Deixa só uma marquinha no corpo.
Eu fico contando as marcas da minha mãe,
pensando no tanto que Deus teve que apagar.
O rosto macilento e enrugado dela exibe
marcas feias do tempo e das coisas que passou.
Depois de ir ao médico,voltou estranha
e cabisbaixa.Meditativa, calada e determinada
cismou de me ensinar a ler.
Força meus olhos na bela grafia e nada entendo.
Paciente,ela tenta me ensinar mas sou um bicho solto
e impaciente.Louca para fugir e brincar,invejando
os colegas que riem à solta na rua lá fora,
enquanto estou presa,sozinha com ela e os
lápis e cadernos.
Laboriosas letras,desenhadas a perfeição,
que me faz repetir
até doerem os dedos.
Seu olhar perdido,enquanto me diz que um dia
vou ser uma grande escritora.
Eu detesto,mas fico com medo dela
estar enlouquecendo
igual a vizinha que vive penteando
os cabelos na rua e falando sozinha.
Então consigo rabiscar o meu nome
e ela me olha tão feliz
Eu me sinto tão culpada e não digo a ela o que fiz.
Assustada com os tremores nas suas mãos.
A dificuldade ao levantar até um copo.
Então,eu chorei...por não conseguir ser
o que ela sonhou para mim.
As vezes,o fracasso mora junto com a gente.
E não dá para escapar.
O que ela diria,se dissesse
que vendi o corpo
para comprar o jantar?
Andréa
O Amor de Uma Mãe
O verdadeiro amor nunca mede esforços.
Se existe uma certeza no coração de uma mãe, é que uma das maiores bênçãos que a vida lhe concedeu foi dar à luz um filho amado.
Uma mãe é feroz como uma tigresa e valente como uma guerreira. Ela enfrenta o mundo quando alguém ameaça aquilo que mais ama.
Mesmo que perca suas garras e suas presas, jamais perderá a força do amor que carrega dentro de si. Sozinha, enfrentará os lobos do mundo para proteger seu filho. Poderá cair, poderá se ferir, poderá até perder suas próprias forças, mas enquanto houver amor, ela jamais desistirá.
Os filhos são bênçãos de Deus confiadas aos braços de uma mãe.
Um filho é mais do que parte de seu corpo: é um pedaço de sua alma transformado em amor.
O mundo tentará ensinar seus próprios caminhos aos filhos. Alguns os conduzirão para a luz; outros, para a escuridão. E uma mãe estará ali, com sua coragem, tentando protegê-los daquilo que pode ferir seus corações.
Porque uma mãe não protege apenas o corpo de seu filho. Ela também luta para preservar seus sonhos, sua inocência e o homem ou a mulher que ele um dia se tornará.
Cada pessoa oferece aquilo que carrega dentro de si. Alguns oferecem bondade; outros, maldade. Mas uma mãe oferece aquilo que possui de mais precioso: amor, proteção e ensinamentos.
E os ensinamentos de uma mãe são tesouros que podem acompanhar um filho por toda a vida.
Ela pode abrir mão de privilégios, de luxos e até de seus próprios desejos. Fará isso sem pensar duas vezes, se for necessário para ver seu filho feliz.
Porque, para uma mãe, sacrificar a própria felicidade por um sorriso de seu filho não é uma perda.
É a mais pura demonstração de amor.
Ronan Helio de Souza
No final de uma escuridão, encontrei a luz de um ser que me ensinou a viver. Mãe, obrigado por seus conselhos.
Ser mãe de UTI é não segurar seu filho nos braços quando ele nasce... É olhar pela incubadora
É sentir seu bebê pelas pontas dos dedos esterilizados em álcool .
Ser mãe de UTI é ser viciada no monitor... É ver seu filho respirando por aparelhos com sensores medindo o que há de vida na sua criança... São os benditos 88% de saturação...
É tirar o leite manualmente... É ver o leite entrando pela sonda e torcer pra a quantidade aumentar todo dia... É ter paranoia com o processo ganha/perde de peso diário... Num dia ganha 10 gramas e no seguinte perde 15... Isso é um desespero... É se incomodar com as aspirações e procedimentos feitos a todo instante, mas saber que é um mal necessário é ver picadas e mais picadas para exames e não respirar enquanto o resultado não aparece... É chegar no hospital com o estômago dando cambalhotas... Com medo do que vai ouvir da pediatra... Para ser mãe de UTI, tem que virar pedinte e mendigar todo dia uma boa notícia, mesmo que seja a bendita palavrinha "estável" - que significa que não melhorou, mas também não piorou... E não se esquecer de agradecer o cocô e o xixi de cada dia... Sinal de que não tem infecção... Mãe de UTI também tem rotina: UTI-casa-UTI de segunda a segunda... Sem descanso... E como é possível descansar??? Para ser mãe de UTI é preciso muita Fé 🙏 porque na hora do desespero é você e Deus... É joelho no chão do banheiro da UTI para pedir milagre ou pedir que acabe o sofrimento... Haja Fé! E só com Fé... É ser rainha da impotência, por ver o sofrimento e a dor do seu bebê e simplesmente não poder fazer nada... Só confiar... É conversar com seu filho através da encubadora e ter lágrimas escorrendo pelo rosto todo dia por não poder sentir seu cheirinho e beijar seus cabelos... Mas ser mãe de UTI é superação, é ter história para contar.
É entender sobre um monte de doenças que ninguém imagina que existe... É sair da UTI com festa e deixar por lá amigos eternos e preciosos... Ser mãe de UTI é ter medo do vento... Da bronquiolite... Do inverno e do hospital... Toda mãe é um ser guerreiro por natureza, mas a mãe de UTI precisa ser guerreira em dobro, e isso nos difere e, ao mesmo tempo, nos iguala... Lutadoras, perseverantes, resilientes, frágeis a ponto de desabar a qualquer momento, mas com uma força absurda... Uma força que talvez venha de um útero vazio...
Assim são as mães de UTI.
Ps_hoje 9 anos depois ver o resultado das minhas orações cheio de saúde me da uma alegria imensa e voltar para oa mesma maternidade para ter meu segundo filho com a confiança de que serei bem atendida e meu bebê bem cuidado.
Agradecimentos a Deus em primeiro lugar, minha família, a recepção do hospital pela educação e o cuidado com que nos recebe na entrada a segurança os maqueiros a equipe que fez meu parto foi maravilhosa, gratidão e continuem sendo esses profissionais do bem que fazem a grande diferença para um bom plantão.
Deus abençoe a todos 🙏💙🩵@Jessica mãe do Luan e do Allan 🥰
Pensamento do dia;
JUSTIÇA PELO HENRY
Que a mãe pegue a pena máxima por deixar seu filho à mercê de um bandido.
#juripolar#justiça#julgamento
Patriotários prostituem a Mãe Gentil por uns trocados, atacam seus irmãos sem dó e entregam seus filhos à própria sorte!
O Presente de Natal
Num Natal, eu botei na cabeça que ia dar um presente para minha mãe.
Nessa época, eu era engraxate. Lembrei-me disso hoje porque aquele Natal também caiu num domingo.
Na rodoviária de Santa Mariana havia um bazar. Certa vez, eu tinha visto ali uma xícara com uma paisagem de neve. Era aquela xícara que eu queria dar para minha mãe.
Só havia uma.
E eu corria o risco de ela ser vendida.
Pedi ao dono do bazar que a reservasse para mim. Ele sorriu e respondeu:
— Quem chegar primeiro, leva.
Isso foi de manhã, por volta das nove horas. E eu não tinha um único centavo no bolso do calção. Meu calção tinha um bolso, mas naquele momento ele estava vazio.
O dia foi passando e nada de conseguir o dinheiro.
De repente, começaram a aparecer alguns dos meus fregueses tradicionais. Um aqui, outro ali, e algum dinheirinho começou a entrar. Mas ainda era pouco para comprar o presente.
Eu engraxava um par de sapatos e, assim que terminava, ia até o bazar para ver se a xícara ainda estava lá.
Nem fui almoçar naquele dia.
À tarde, eu já tinha conseguido boa parte do dinheiro, mas ainda não era suficiente. Continuava trabalhando e, de vez em quando, passava pelo bazar para pedir ao dono que, por favor, não vendesse a xícara.
No fim do dia, quase na hora de fechar o bazar, eu ainda não tinha conseguido juntar o valor necessário.
Então tomei coragem e pedi:
— O senhor não poderia deixar eu pagar o que falta na próxima semana? Eu engraxaria seus sapatos sem cobrar até completar o dinheiro.
Ele nem pensou.
— Nem pensar — respondeu. — E tem mais: já vendi a xícara.
Fiquei olhando para o chão, com os olhos cheios de lágrimas.
Naquele momento, pensei:
Como é difícil a vida de engraxate.
Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dias...
Mas aquele dinheiro dos outros dias também fazia parte da receita da família. Vez ou outra, eu comprava carne ou alguma outra coisa para comer e levava para casa.
O que fazer?
Eu tinha chegado tão perto de conseguir comprar aquele presente.
Era para ser uma surpresa para minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz naquele dia de Natal.
Peguei minha caixa de engraxar, que havia deixado do lado de fora do bazar, e levantei-a para colocá-la no ombro.
Foi então que alguma coisa me chamou a atenção.
Havia dentro da caixa um embrulho de papel de presente.
E, pelo formato, parecia uma xícara.
Fiquei sem entender.
Hoje, penso que, enquanto eu estava ali, tentando negociar a compra da xícara, em algum momento aquele homem, Vitor, colocou o pacote dentro da minha caixa de engraxar.
Olhei para ele.
Ele me olhou de volta, com os olhos cheios de lágrimas.
Sorriu.
E me desejou:
— Feliz Natal.
Naquele dia, eu não consegui comprar a xícara.
Mas ganhei algo muito maior.
Ganhei a certeza de que, mesmo quando a vida parece dura demais, ainda existem pessoas capazes de enxergar o coração de um menino.
E aquele menino, que só queria fazer sua mãe feliz, voltou para casa carregando, no ombro, sua velha caixa de engraxate.
Dentro dela, além das escovas e da graxa, levava o mais bonito presente daquele Natal:
um gesto de amor.
Tombou a velha árvore.
A natureza-mãe preparou a grama macia para recebê-la.
O tempo não ceifou seus galhos; deixou que tombasse com o orgulho de sua existência.
Tombou a velha árvore na madrugada,
silenciosa.
Não fez barulho algum.
Comportou-se orgulhosa, carregando todas as suas lembranças, e foi deslizando suavemente até repousar sobre a terra.
Mas ficaram suas sementes,
carregando consigo suas memórias,
levando seu cerne para sempre.
Você pode ter um ex-amigo, uma ex-namorada e até uma ex-esposa. Mas mãe, pai e irmãos continuam sendo mãe, pai e irmãos, mesmo quando as conversas deixam de existir e os abraços desaparecem. Porque algumas relações podem terminar; os laços de família, não!
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