Ânimo, Coragem e Fé

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"De nada serve ajoelhar-se diante de Deus se você caminha de pé sobre a mentira. A fé sem honestidade é apenas um teatro onde o Criador conhece o roteiro."

Fé não depende das circunstâncias; se entregue aos propósitos de Deus.

Fé não depende das circunstâncias; se entregue aos propósitos de Deus. Quando a promessa chegar você entenderá tudo. Deus está alinhando.

Se você planta medo colherá incerteza, se planta fé colherá milagre.

Existirão homens incrédulos de pouca fé, donos da razão, frios em espírito, maldosos no falar e agir. Você os conhecerão, tão logo, de acordo com seu grau de perversidade, da língua imediata a ação minuciosa planejada.

A Fé não espera as condições, a fé cria as condições.

Mulher de determinação rara e fé inabalável. Visionária, resiliente e corajosa segue transformando e alinhando a sua vida aos propósitos de Deus, Este vem lapidando-a.

Preciso ter mais fé!
Eu entreguei a Deus a transformação da minha vida por completo.

Psicopatia


Reconhecerá um psicopata quando ele zombar da credulidade da fé das pessoas e da ingenuidade, confiabilidade da pouca idade, experiência das pessoas.

Acredito muito que a fé, a religiosidade branda e a espiritualidade universalista são de grande importância e apoio para as famílias e para as crianças, adolescentes e para os indivíduos que têm algum tipo de neurodiversidade, no entanto sem exageros. Digo isto, por que não é tudo que, a interseção do Espirito Santo, cura. Acredito que Ele ajuda por fé, esperança e alento em vários tratamentos clínicos, já comprovado. A única comorbidade que tenho sobre alerta, das religiosidades extremas e seitas é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), chego mesmo a achar que os vários mártires da Igreja, do tempo passado, tinham TOC, mas era desconhecido e por isto autoflagelavam tanto pela fé.

Por fé em uma Energia Universal que equilibra o mundo por ação e reação, com amor, generosidade e empatia por tudo que nos rodeia neste momento e dimensão em que vivemos, pelos caminhos percorridos, construímos e semeamos a nossa própria sorte sempre e a vida por conseqüência nos responderá e nos agraciará com carinhos.

COP30 Belém


Francamente,
eu não levo fé nessas conferências mundiais
pró Meio Ambiente...
Desde sempre, muito blá-blá-blá... discursos belíssimos e dignos de aplausos mil, mas...
na realidade e na prática, pouco ou nada fazem
de concreto para salvaguardar o nosso planeta . E ano após ano assistimos a crise climática e ambiental aumentar.
Vejo muita hipocrisia e muito interesse financeiro nisso tudo, nada mais e nada menos.
✍©️@MiriamDaCosta

Agradeça por cada dor e por cada vitória; sua fé é o abraço que cura as feridas da maldade alheia.

Minhas mãos nasceram para amar a terra ❤

Cuidar da terra é um gesto de fé,
é como entoar orações
e seguir rituais ...

Retirar, com paciência e delicadeza,
o que impede a vida de respirar
(as ervas daninhas...),
oferecer alimento , nutrientes
(adubo e fertilizantes...)
lançar sementes ao solo
e confiar no tempo
( o senhor da sabedoria...).

Regar com presença,
proteger com ternura,
aceitar o ritmo das estações,
as vontades do céu
e os ciclos da terra.

E então…
um dia,
quase em segredo,
silenciosamente
e com imensa generosidade
a vida responde...

germina, cresce,
floresce e frutifica lentamente,
como quem agradece
ao cuidado que a chamou
para existir e nutrir.

©️✍@MiriamDaCosta

Fé de Aparências


É impressionante como algumas pessoas conseguem vestir uma personalidade diferente dependendo de quem está diante delas. Quando estão entre os irmãos da igreja, são palavras doces, abraços, sorrisos, “Deus abençoe” e discursos sobre amor, respeito e união; mas basta sair daquele ambiente e a máscara cai.


A gentileza desaparece, o julgamento aparece e aquilo que pregavam como amor se transforma em desprezo por quem pensa, vive ou acredita de maneira diferente.


São bons apenas para os seus, acolhem apenas os que consideram dignos de pertencer e chamam isso de fé. Tratam os seus como irmãos, mas os diferentes como estranhos; oferecem a mão para quem compartilha da mesma crença, mas parecem esquecer toda a bondade quando encontram alguém que não cabe dentro dos limites que criaram.


Talvez o problema nunca tenha sido a falta de religião, mas o excesso de aparência: porque é fácil falar de Cristo diante de quem aplaude, difícil é praticar aquilo que Ele ensinou quando ninguém está olhando.


No fim, não é a roupa de domingo, o louvor ou as palavras bonitas que revelam o caráter de alguém, mas a maneira como essa pessoa trata aqueles de quem não precisa da aprovação.

Quando a fé é mencionada no ambiente de ensino superior, o silêncio que se impõe costuma ser pesado, revelando uma intolerância velada contra aqueles que ousam harmonizar o conhecimento acadêmico com a crença no Criador.

Nos corredores universitários, a narrativa predominante tenta reduzir a fé a um mito obsoleto, ridicularizando qualquer tentativa de apontar em Cristo o verdadeiro sentido para a existência humana.

FÉ: ENTRE A CRENÇA HUMANA E A LUZ DA RAZÃO.
"A fé que teme a razão revela insegurança; a fé que dialoga com a razão revela maturidade. Porque a verdade jamais teme ser examinada pela inteligência que ela mesma ajudou a despertar."
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A verdadeira fé é aquela que transforma o coração e pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da Humanidade
Desde os primeiros passos da humanidade sobre a Terra, a fé acompanha o ser humano como uma das mais profundas manifestações da consciência. Antes mesmo das grandes religiões organizadas, o homem primitivo já buscava compreender os mistérios da existência, olhando para o céu, para a natureza e para os fenômenos que ultrapassavam sua compreensão imediata.
A fé nasceu como uma ponte entre o conhecido e o desconhecido. Ela representa a confiança em algo que transcende a percepção material imediata. Entretanto, ao longo da história, uma pergunta permanece essencial:
Toda fé é necessariamente boa?
A resposta exige reflexão profunda.
Muitos afirmam possuir fé. Dizem acreditar, defender valores espirituais ou agir em nome de uma convicção superior. Porém, a história demonstra que a palavra "fé" também foi utilizada para justificar intolerâncias, perseguições, guerras, preconceitos e atitudes contrárias ao próprio princípio moral que deveria acompanhar uma verdadeira espiritualidade.
Portanto, não basta afirmar: "eu tenho fé".
É necessário perguntar:
Que tipo de fé possuo?
Minha fé produz amor ou separação?
Ilumina ou obscurece?
Liberta ou aprisiona?
Aproxima-me do bem ou transforma-se em instrumento de orgulho?
A qualidade da fé não está apenas na intensidade da crença, mas principalmente nos frutos que ela produz.
Como ensinou Jesus:
"Pelos seus frutos os conhecereis."
(Mateus 7:16)
A fé que conduz ao bem manifesta-se pela transformação moral do indivíduo.
A FÉ MAL ORIENTADA: QUANDO A CRENÇA SE AFASTA DO BEM.
Uma pessoa pode acreditar firmemente em algo e, ainda assim, estar equivocada.
A convicção, por si só, não garante a verdade.
A história humana oferece inúmeros exemplos de indivíduos que possuíam absoluta certeza de suas ideias, mas cujas ações produziram sofrimento.
O problema não está na existência da fé, mas na ausência de reflexão sobre aquilo que se acredita.
A fé dominada pelo orgulho transforma-se em fanatismo.
O fanático não questiona sua própria compreensão; ele acredita possuir a verdade completa e passa a negar ao outro o direito de pensar diferente.
A fé verdadeira, ao contrário, não teme a análise, porque possui humildade diante do conhecimento.
Ela reconhece que o ser humano está em processo de evolução intelectual e moral.
FÉ E RAZÃO: UM ENCONTRO NECESSÁRIO NA EVOLUÇÃO HUMANA.
Durante séculos, muitos pensadores discutiram a relação entre fé e razão.
Para alguns, a fé deveria existir separada da investigação racional.
Para outros, somente aquilo que pudesse ser comprovado pelos métodos científicos deveria ser aceito.
A humanidade caminhou entre esses dois extremos.
A filosofia, a ciência e a religião passaram por grandes transformações porque o ser humano aprendeu que o conhecimento não cresce pela imposição, mas pelo diálogo.
O Espiritismo apresenta uma proposta singular nesse campo: a fé raciocinada.
Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, apresentou uma afirmação fundamental:
"Fé inabalável só é a que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da Humanidade."
Essa frase contém uma profunda visão filosófica.
Kardec não propõe uma fé inimiga da razão, nem uma razão inimiga da espiritualidade.
Ele apresenta uma fé dinâmica, capaz de dialogar com o conhecimento humano.
Uma fé que não teme perguntas.
Uma fé que não depende da ignorância para sobreviver.
O QUE É A FÉ RACIOCINADA SEGUNDO O ESPIRITISMO?
A fé raciocinada não significa substituir a espiritualidade por uma análise puramente intelectual.
Também não significa transformar a razão em uma ferramenta para justificar opiniões previamente estabelecidas.
Existe uma diferença entre:
Raciocinar sobre a fé
e
usar a razão apenas para defender uma crença pessoal.
A primeira atitude busca compreender.
A segunda apenas procura confirmar aquilo que já se deseja acreditar.
A fé espírita, dentro da perspectiva kardequiana, permanece aberta ao aprendizado.
Ela dialoga com:
a ciência;
a filosofia;
a experiência humana;
a investigação dos fenômenos espirituais.
É uma fé que aceita o aperfeiçoamento constante.
Como observa Luiz Signates ao analisar a filosofia espírita da fé raciocinada, a fé espírita deve permanecer em diálogo permanente com os diversos saberes humanos, construindo uma compreensão capaz de enfrentar a razão em qualquer época da humanidade.
A RAZÃO FACE A FACE COM A HUMANIDADE.
O que significa "encarar a razão face a face"?
Significa que uma ideia espiritual verdadeira não deve depender do medo, da censura ou da proibição de questionamentos.
A razão é uma faculdade concedida ao ser humano para buscar compreensão.
Desde a Grécia Antiga, filósofos como Sócrates ensinaram que o conhecimento começa pelo reconhecimento da própria ignorância.
René Descartes, séculos depois, estabeleceu a dúvida metódica como instrumento para alcançar maior segurança no conhecimento.
A ciência moderna avançou justamente porque aceitou revisar conceitos diante de novas evidências.
Portanto, uma fé madura não considera a dúvida como inimiga.
A dúvida responsável é uma etapa da busca.
A dúvida que investiga conduz ao conhecimento.
A dúvida que apenas nega tudo também pode transformar-se em uma forma de dogmatismo.
A FÉ E O PROCESSO EVOLUTIVO DO ESPÍRITO.
Dentro da visão espírita, o ser humano é um Espírito em evolução.
Sua compreensão sobre Deus, sobre a vida e sobre si mesmo amplia-se conforme desenvolve inteligência e moralidade.
Por isso, a fé também evolui.
A fé infantil necessita muitas vezes de símbolos e formas exteriores.
A fé madura compreende princípios.
A fé inferior pode prender-se ao medo.
A fé superior conduz à responsabilidade.
A fé baseada apenas em interesses pessoais procura receber.
A fé iluminada procura servir.
Jesus demonstrou essa dimensão quando colocou o amor ao próximo como fundamento da vida espiritual.
A VERDADEIRA FÉ É AQUELA QUE PRODUZ TRANSFORMAÇÃO.
Não se mede a fé pelo número de palavras religiosas pronunciadas.
Não se mede pela quantidade de conhecimentos acumulados.
Não se mede pela aparência espiritual.
A verdadeira fé manifesta-se pela transformação interior.
Ela torna o indivíduo:
mais paciente;
mais compreensivo;
mais humilde;
mais fraterno;
mais consciente de seus deveres.
Uma pessoa pode falar muito sobre Deus e permanecer distante dos valores divinos.
Outra pode demonstrar pouca exteriorização religiosa, mas carregar profundo sentimento de bondade e respeito.
A espiritualidade real está ligada ao caráter.
FÉ, LIBERDADE E RESPEITO À CONSCIÊNCIA.
O Espiritismo, seguindo a orientação de Allan Kardec, valoriza o livre pensamento.
A crença espiritual deve nascer da consciência esclarecida, não da imposição.
Cada pessoa possui seu caminho de compreensão.
Respeitar diferentes formas de pensar não significa abandonar convicções pessoais.
Significa reconhecer que todos os seres humanos encontram-se em diferentes etapas de aprendizado.
A verdade não necessita de violência para ser defendida.
A luz não precisa destruir a sombra; basta iluminar.
CONCLUSÃO: A FÉ QUE CAMINHA COM A RAZÃO É A FÉ QUE ILUMINA.
A humanidade sempre buscou respostas para os grandes enigmas da existência.
A fé ofereceu esperança.
A razão ofereceu investigação.
A ciência ofereceu métodos.
A filosofia ofereceu reflexão.
Quando essas dimensões dialogam, o ser humano amplia sua compreensão.
A fé sem reflexão pode transformar-se em cegueira.
A razão sem sentimento pode transformar-se em frieza.
Mas a fé iluminada pela razão e orientada pelo amor torna-se instrumento de evolução.
A fé verdadeira não teme perguntas.
Não teme o conhecimento.
Não teme o diálogo.
Porque aquilo que possui fundamento profundo permanece capaz de atravessar os séculos.
Como afirmou Allan Kardec, a fé que permanece firme é aquela que pode olhar a razão diretamente, face a face, em todas as épocas da Humanidade.
Essa é a fé que não aprisiona.
Essa é a fé que liberta.
Essa é a fé que conduz o Espírito ao encontro do bem.

FONTES E REFERÊNCIAS:
Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XIX – A Fé Transporta Montanhas.
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. 1857.
Allan Kardec. A Gênese. 1868.
José Herculano Pires. O Espírito e o Tempo.
Bíblia. Evangelho de Mateus 7:16.

"O que muda uma pessoa, é o tamanho da Fé que ela carrega consigo"

"A humildade é a força que nos abastece, a fé é a força que nos transforma"


- Pr. Raoney Amorim