Anatole France

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Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (1844 - 1924), foi um escritor, poeta e crítico francês. Seus livros apresentam um tom céptico.

Se 5 bilhões de pessoas acreditam em uma coisa estúpida, essa coisa continua sendo estúpida.

Para conseguir grandes coisas, é necessário não apenas planejar, mas também acreditar; não apenas agir, mas também sonhar.

O que mais assusta em um insano, é a sua conversa sã.

O coração põe vida em tudo aquilo que ama.

Raramente tenho aberto uma porta por descuido sem ter deparado com um espectáculo que me fizesse sentir, pela humanidade, compaixão, nojo ou horror.

A virtude está toda no esforço.

O artista deve gostar da vida e mostrar-nos que ela é bonita. Se não fosse ele, duvidaríamos disso.

A fome e o amor são os dois sexos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.

O passado é a única realidade humana. Tudo o que é já foi.

Educação não é o quanto você tem guardado na memória, nem mesmo o quanto você sabe. É ser capaz de diferenciar entre o que você sabe e o que você não sabe.

É uma grande tolice o «conhece-te a ti mesmo» da filosofia grega. Não conheceremos nunca nem a nós nem aos outros. Mas não se trata disso. Criar o mundo é menos impossível do que explicá-lo.

Para realizar grandes coisas, precisamos sonhar do mesmo modo que agir.

A justiça é a sanção das injustiças estabelecidas.

A pobreza é indispensável à riqueza, a riqueza é necessária à pobreza. Esses dois males engendram-se um ao outro e sustentam-se um ao outro. O que é preciso não é melhorar a condição dos pobres, mas acabar com ela.

Os homens brigam com mais frequência por via das palavras. É por palavras que eles matam e se fazem matar com maior empenho.

A compaixão é que nos torna verdadeiramente humanos e impede que nos transformemos em pedra, como os monstros de impiedade das lendas.

A ignorância é a condição necessária da felicidade dos homens, e é preciso reconhecer que as mais das vezes a satisfazem bem.

A virtude, tal como os corvos, aninha-se nas ruínas.

Os acontecimentos tinham ampliado a sua inteligência naturalmente estreita. A imensa ironia das coisas tinha passado na sua alma e a tornara fácil, sorridente e leve.

Com que direito os deuses imortais rebaixariam um homem virtuoso ao ponto de o recompensar?