Amores Perfeitos

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O amor vem como uma brisa de verão, na sublime bruma da vida lúgubre e perene.

⁠Que venha o novo ano.
Que seja maravilhoso.
Sem tristeza, sem dor.
De muita paz e amor!

"Amor sublime amor"
364🙏🌹Você foi um ser de muita relevância na minha caminhada evolutiva no planeta, você foi especial de suma importância e que saudades deixou, o amor brotou em nossos corações surgindo um jardim de flores alegrando nossas vidas, com esse sentimento profundo vindo de vidas pretéritas e que amadureceu em nós que não pode ser esquecido, abalado, e quando exercitamos esse amor em nós espelhamos em outros seres, sentimento de luz, é contagiante é curador em nossas vidas, é luz para humanidade, luz para vencer o ódio, ás mágoas nos corações feridos...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.Ayache Vidal.

O perfeito amor lança fora todo medo.

ESPERANDO

A espera de um grande amor
Amor perfeito
Petrifica-se...

A espera de um milagre
Numa espera sem fé
Se morre...

A espera de se ser campeão
Sem esforço
Se é caroço no pário...

A esperar de se flutuar
Sem saber nadar
Se afogar...

Na espera de se voar
Sem ter asas
No chão se esborracha.

Na esperar de conquistar
O que se quer,
Espernear
Dar com muros no ar,
Batendo o pé com forças...
Só se atrai chineladas.

Ó minha grande estrelinha, amor sem igual,
Desvendo meu coração nesse poema, apenas um sublime sinal.
A saudade me assola, profunda e visceral,
Crescendo sem fim, como tortura, punição infernal.


Ah, estrela minha, fulgor divino e resplandecente,
Em minha existência, perenes e envolventes.
No coração, suspiros ardentes, paixão incessante,
Em ti encontro paz, fazemos da noite incandescente.


Nossa história é uma narrativa perdida no tecer do tempo,
Laço profundo, raridade em cada momento.
Nada é mais relevante que este sentimento,
Que nos guíava e envolvía, linha em arrebento.


Corroído pela distância, meu coração sofre a dor,
Saudade que anseia ser preenchida com fervor.
Porém, na alma, a esperança do destino compartilhado,
Trilhamos juntas o caminho, sem medo, jamais separado.


Estrela minha, abrigo seguro e refúgio de paz,
Em teu amor encontro plenitude, solaz. Caminhos entrelaçados, enredo audaz, Romance sem fim escrito com fulgor voraz.


Que nossa jornada seja permeada de encanto e magia,
Laço indissolúvel, estrofe e melodia em sintonia.
Inspiração, alegria, minha estrela, em harmonia,
Na sinfonia do amor, dançaremos em sincronia.


Imerso em pensamentos, mergulho no oceano das lembranças,
Alimento minha alma, sinto tua presença em exaltação e danças.


Tu, estrela minha, nutres meu ser em profusão, Inspiras meu crescimento, florescimento, paixão que se encanta.


Que o tempo nos una novamente, sem hesitar, em abraço eterno,
Dançando em sincronia, num ritmo divino e superno.
Nosso destino traçado com amor e encanto, A cada respirar, te amarei intensamente, eternamente, em pranto.


Estrela minha, perfeito ser, sabor inebriante,
Cada verso deste poema manifesta meu amor constante, instigante.


(Te amo pra sempre, minha Estrela.)

O amor perfeito complementa a saúde conjugal e rola tudo normalmente, atendendo as necessidades da vida a dois.

Os laços são lindos, variados e imperfeitos; mas, perfeito mesmo é o amor que constrói laços de relacionamentos saudáveis, duradouros e felizes.

Hoje perfeito


A cada dia que se passa eu acrescento lentamente uma porção de amor na relação,
Tenho a sensação de trabalhar, estudar, me relacionar melhor com as pessoas e até de respirar melhor depois que começamos a explorar o nosso magnetismo sentimental,


Sinto que você está mudada, antes era mais rígida e tímida nas suas demonstrações de afeto, antes eu percebia um certo receio e até medo de você se deixar emocionar a fundo na relação, mas as travas e os paradigmas foram caindo um a um,


É visível o teu carinho , tá no ar, tá no teu olhar, o teu jeito exala alegria, a tua simplicidade mostra o quanto você se entrega sem se esforçar para expressar o teu amor,


Dizem que o amanhã não pertence a ninguém, então eu quero fazer todos os meus hoje perfeitos.

O amor é tão sublime
Que inquieta os sentimentos
E esses deixam as almas
Profundamente apaixonadas

Talvez o amor perfeito seja simplesmente aquele em que dedicação, respeito e empatia vêm de ambos os lados.

Perfeito amor,
mas com o peito em silêncio,
como um céu bonito que esqueceu de chover, carrego teu nome em cada batida escondida, mesmo quando finjo que já deixei de te querer.


Teu toque ainda vive nos espaços vazios, nos cantos da alma onde ninguém mais entrou,
e esse coração,
que por fora parece inteiro,
por dentro só sabe amar
o que já se foi.


É estranho sentir tanto e ainda faltar tudo, como se o amor fosse chama sem calor, um abraço que existe só na memória, um “pra sempre”
que não sobreviveu à dor.


Mas ainda assim,
se me pedissem de novo,
eu te escolheria sem pensar em fugir, porque até no vazio que você deixou em mim, existe um amor que nunca aprendeu a partir.

A distância entre os corpos famintos por suas certezas e maravilhoso desejos de amor.
Temos movimentos e razões possíveis para sermos felizes juntos. Mais profundo sentido que tudo tem seu tempo no espaço continuo.

⁠inocência...
Seja lindo...
Perfeito...
No nosso mundo.
A beleza da vida é o amor.
Porque é nosso mundo?
Pois amor é real e puro.
Em nossos corações o brilho eterno...
Nossas vidas são cobertas de manto eterno

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de João 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe. Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo. Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no Calvário, momento culminante da Paixão. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo João, estavam junto à cruz Maria, mãe de Jesus, algumas mulheres e o discípulo amado, tradicionalmente identificado como João. A declaração não é meramente afetiva. É um ato jurídico, moral e espiritual.
No contexto judaico do século I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mãe viúva recaía sobre o filho primogênito. Ao confiar Maria a João, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mãe não é apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia física, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitária.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Já na leitura ética clássica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicológico, a cena revela lucidez e domínio interior. O condenado não se encerra na própria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, não é emoção efêmera. É decisão consciente que organiza vínculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza não está no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, João 19.26 a 27 não é apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsável.
E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autêntico não se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento não gerou desordem. Gerou família. E toda família que nasce do dever vivido com amor transforma a história.

SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.

falam de amor como se fosse maravilhoso.
ms vivem colecionando decepções como se fossem troféus.

O amor é livre e divino: o amor toca as sendas dos Céus! O amor sublime é tão lindo, porque procede de Deus.

Colossenses 3:14

Sobre todas essas coisas, porém, vistam-se do amor, que é o elo perfeito.

O amor é a expressão visível da nova vida em Cristo: fomos chamados não apenas a conhecer a verdade, mas a vivê-la em amor.