Amor, Tristeza e Desilusão
Nas páginas desbotadas do livro da minha vida, o capítulo do amor é uma narrativa de despedidas e silêncios não ditos. As estrelas que outrora iluminavam nosso destino agora são apenas pontos distantes, testemunhas silenciosas de um cosmos onde a constelação do nosso afeto desapareceu. Entre as linhas borradas, minha alma vagueia em busca de significado, perdida na penumbra de um amor que se desfez.
No cadinho das minhas esperanças desfeitas, o amor é uma chama que consumiu não só o que éramos, mas também os resquícios do que poderíamos ter sido. Meu coração, agora um campo de batalha desolado, é um testemunho silencioso do colapso de promessas e da fragilidade dos laços quebrados. As lágrimas, como ácido, corroem a essência do que uma vez foi um refúgio, deixando para trás a ruína de um amor que desmoronou sob o peso da sua própria tragédia.
Não deu, a sorte me enganou
A mulher que eu queria da noite pro dia arrumou um amor
Lê minha mão de novo, eu preciso saber
Diga se vou ter sorte, cigana, sorte pra esquecer
A dor tece versos na pele,
Solidão entrelaçada em poesia.
Nem tudo versa sobre o amor,
É uma sutil agonia.
O passado deixa suas marcas,
O presente, um indiferente,
O futuro, um mistério arcano,
Tempo incerto e profano.
A ferida desenha dias cinzentos,
O medo faz chover sobre o deleite da melancolia.
Cada estrofe, uma história única,
Um raio de sol que transcende,
Um consolo delicado,
Um renascer em cada dia.
se o amor existe
ele coexistir
Não peça para que eu explique
algo que so vive se tiver duas morada
ele nada mora so em uma casa
mas esse é o amor social
mas se o ante - social matar seu amor
e dessa planta se não pode desfrutar
e se da árvore se não pode ter
devi se abster dela cultivar um amor saudável
Pergunta de Milena
Fragmentos para um amor morto
Teu nome
ainda arranha
meu sono.
No prato vazio,
mastigo tua ausência
como pão duro.
Minha boca chama —
mas só responde
o silêncio.
Um lençol,
um cheiro,
uma falta.
Teu corpo foi,
mas tua sombra
não desaprende.
Grito teu nome
e ele volta
sem carne.
A noite me veste
com tua ausência:
lã fria,
sangue lento.
O pensamento pode ser cruel quando não se torna executado, assim como o amor quando não se pode ser alcançado.
O amor é uma fraqueza que pode ser facilmente destruído por qualquer pessoa.
Tudo o que um dia me fez feliz tornou-se hoje a minha maior tristeza devido a um passado que já não tem futuro .
Eu nunca te desejei mal por mais que me pudesses ter desiludido , a verdade é que eu sinto muito por tudo isso.
Pela manhã pude notar, eu te olhava e sabia que queria ali estar
Sabia que de todo seu amor, eu poderia desfrutar
Eu tornava a te olhar... e você já não estava mais lá...
Será se estou a delirar?
E então percebi que tudo foi uma mera lembrança
Na qual nunca se apagará
Já faz tanto tempo, nem sei se ainda a amo
Mas como a saudade deixa a desejar
Pedaços de você em mim sempre estará
Então esse é o sofrimento que estão a falar?
Saber que memorias nunca se apagará
Remoer dia após dia
Sem saber se um dia irá acabar...
És tão triste amar.
Desde do momento em que tudo se tornou disputa de ego, o amor nunca mais pisou ali. Competiam o desinteresse, abraçavam o desapego, perdiam os sentimentos fingindo não senti-los. Quem via a casca dura do caramujo, não sabia o quanto era mole, até que a morte o recebesse.
Hoje...
Estou decepcionada com o amor.
Às vezes pensamos ser a única em seus pensamentos.
O amor!
Será ilusão?
Ninguém é de ninguém.
Mas queria um amor só para mim.
Não é querer muito.
Amar é sublime.
Beijinhos ❤️
Lido com pessoas cruéis na vida real, estas mesmo que postam o amor ao próximo nas redes sociais. Desse tipo? O mundo tá cheio.
se perder num lugar,
Onde o encanto se encontra,
Onde a raiva não se vê,
E o amor não se desmonta.
Um paraíso.
Dor e angústia o amor pode causar
Podem machucar, aterrorizar
Transformar-se no que mais odiamos e nos distanciar
Fazendo com que duvidemos da pureza do que é amar
Só é amor se amar
Quem ama não tem medo de perdoar
Mas sempre terá medo
Do que o amor pode se transformar
Soneto de amor perdido
As borboletas de gelo se derretem,
E então se tornam bailarinas salgadas,
Acompanhando a suave chuva álgida
Farta, clamo às bailarinas: Se aquietem
Em lástimas, se cessam e se enfraquecem,
Mas aqueles momentos não se envelhecem.
Músicas me atacam desde sua partida,
Sonhando com o rosto da morte lívida.
Me perguntando se você voltará
Continuo confusa com suas promessas
Permanecendo em solidão intensa.
O triste é saber que isso não cessará,
Nossas vidas nos poemas expressas,
Descobrimos que limite o amor dispensa
