Amor Recolhido

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Ninguém sabe explicar o que é o amor, ninguém vai ser feliz sem ser amado...

Antes de entrar no amor verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar.

"No amor cansei de ser diarista. Tava querendo que alguém assinasse minha carteira!

Não era amor de verdade, era daqueles amores que já vem pronto, embalado, adiciona água quente e espera amolecer. Mas não tem gosto e esfria rápido.

Amor: uma palavra em duas mentes.

O amor de Deus para sempre eu quero viver…

Poderíamos ser tão felizes, poderíamos ser tão amor… Mas simplesmente hoje somos apenas distantes.

As mulheres estão sempre dispostas a ouvir uma dissertação sobre o amor.

Ó Deus, não permitas, que eu morra
sem ter vivido plenamente o amor.

Porque se desse, se eu pudesse, se desse mesmo pra te amar, seria amor e ponto final.”

O amor nem sempre é proveitoso, mas a amizade sempre é.

Devia haver um curso no primeiro grau de amor.

Amor é síntese
é uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
e eu serei o perfeito amor.

Myrtes Mathias

Nota: Trecho de um poema da autora.

Beijos d'amor que vão de boca em boca,
Como pobres que vão de porta em porta!

Eu cheguei à conclusão que se o amor é verdadeiro, não existe sofrimento.

O amor, tal como o desejo, se expressa melhor em ações do que em palavras.

Tudo o que você precisa é de amor.

Eu senti na pele o que me falavam sobre o amor deixar as pessoas mais idiotas, atrapalhadas e bobas.

I

Que este amor não me cegue nem me siga.
E de mim mesma nunca se aperceba.
Que me exclua do estar sendo perseguida
E do tormento
De só por ele me saber estar sendo.
Que o olhar não se perca nas tulipas
Pois formas tão perfeitas de beleza
Vêm do fulgor das trevas.
E o meu Senhor habita o rutilante escuro
De um suposto de heras em alto muro.
Que este amor só me faça descontente
E farta de fadigas. E de fragilidades tantas
Eu me faça pequena. E diminuta e tenra
Como só soem ser aranhas e formigas.
Que este amor só me veja de partida.

II

E só me veja
No não merecimento das conquistas.
De pé. Nas plataformas, nas escadas

VII

Sabenças? Esqueci-as. Livros? Perdi-os.
Perdi-me tanto em ti
Que quando estou contigo não sou vista
E quando estás comigo vêem aquela.

VIII

Aquela que não te pertence por mais queira
Saber-se pertencente é ter mais nada.
É ter tudo também.
É como ter o rio, aquele que deságua
Nas infinitas águas de um sem-fim de ninguéns.
Aquela que não te pertence não tem corpo.
Porque corpo é um conceito suposto de matéria
E finito. E aquela é luz. E etérea.
Pertencente é não ter rosto. É ser amante
De um Outro que nem nome tem. Não é Deus nem Satã.
Não tem ilharga ou osso. Fende sem ofender.
É vida e ferida ao mesmo tempo, “ESSE”
Que bem me sabe inteira pertencida.

IX

Ilharga, osso, algumas vezes é tudo o que se tem.
Pensas de carne a ilha, e majestoso o osso.
As mós do tempo vão triturando
Tua esmaltada garganta... Mas assim mesmo
Canta! Ainda que se desfaçam ilhargas, trilhas...
Canta o começo e o fim. Como se fosse verdade
A esperança.

Ausência - a cura comum do amor.