Amor pela Escola

Cerca de 243427 frases e pensamentos: Amor pela Escola

Aprendi que o tempo não é inimigo, é mestre,
paciência é a escola onde o fruto amadurece,
o tempo ensina a esperar com propósito, aprendi a colher quando o fruto estiver pronto.

Das quedas, fiz minha escola. Dos pedregais, desenhei um novo caminho e das vezes em que precisei me erguer, aprendi que a vida é um paradoxo tênue, entre a dor que fere e o recomeço que cura.

O deserto não é um erro de percurso, é a escola forçada onde a água tem, finalmente, o seu verdadeiro valor.

A jornada no deserto não é um castigo, mas uma escola de crescimento e amadurecimento onde somos forjados para a glória que está reservada à frente. É nesse lugar de escassez e solidão aparente que a provisão de Deus se manifesta de maneira mais clara e íntima, ensinando que não vivemos de pão somente, mas de cada palavra que sai da Sua boca, que é nosso sustento. Não importa a aridez do vale, pois Ele está no controle e sabe fazer tudo muito melhor do que podemos planejar, nos conduzindo em segurança para a terra prometida que Ele desenhou para nós.

15:41 06 de setembro de 2024 sonhos dos últimos 3 dias...


Sonhei comigo em uma escola em que meu sogro aparecia, mas foi tão aleatório que não lembro detalhes.


Hoje, seria para eu ir para o postinho de saúde me consultar das dores que estou sentindo, mas tive um sonho com a prima do meu marido me dizendo que não era um boa ideia e ela saiu andando.
Resolvi acreditar e não fui!




Sonhei com a minha sogra que ela havia feito cirurgia e estava todo mundo triste, incluindo o pastor que é meu sogro, como se ela não tivesse mais entre nós.


Esse sonho é de hoje 06/09/2024


Que Deus faça tudo dar certo! E que eu também me recupere de todos os meus problemas, pois estou toda inflamada por dentro.😢

9 de junho de 2024... 21:02


"Sonhei que estava em uma escola e ao querer sair, uma menina negra, de cabelos bem curtos, alta e magra, ela me segurou forte e ela fedia muito, suas axilas exalavam um odor muito forte. Eu tentava fugir dela, mas ela não deixava, e me puxava, próximo às suas axilas, eu estava com medo dela, e passando mal.


Foi quando chegou o TJ, um amigo meu dos tempos da adolescência, me resgatou dela e saiu me levando.
Ele era advogado nesse sonho e dizia enquanto me levava, que processaria a escola, por esse acontecido.


Fiquei surpresa ao ser resgatada por ele e então acordei."

Na escola, eu era chamada de bruxinha, simplesmente porque eu não tinha recursos financeiros para ir bonita para a escola, era tudo doado pelas colegas da minha mãe. Então, eu ia vestida de menino, anos 90. Tudo muito difícil, era o que tinha. Raider do Seninha, blusa regata com carrinho da hot Wheels!! Bom, na adolescência, meu uniforme era camisa de vereador, com um número e um nome bem grandão!! Escrito NATAN! Era o que tinha pra usar. Quando fiquei jovem... Todos viraram meus amigos.

Nenhum ressentimento. Um dia era prova de português, na esquina da escola, a tal raider que eu usava, quebrou. Eu fui descalça mesmo assim. Enfrentei a fila do pátio, para entrar na classe, todos me olhavam e riam. Eu não voltei para casa, lá não tinha nenhuma outra sandália para eu calçar. Nem minha mãe tinha dinheiro para comprar. Ela quebrava pedra brita o dia inteiro, para ganhar 0,50 centavos por lata. Mal dava pra comprar arroz que era também na época, 0,50 centavos o quilo. Eu nunca reclamei, eu sentia vergonha? sentia. Mas desde aquela época, sempre soube que nunca seria fácil.

Eu estava adolescente de novo, voltando da escola, o caminho que conheço tão bem, o chão de terra batida, as casas ainda sendo construídas, o terreno baldio que eu cortava para chegar em casa. Tudo exatamente como era, mas agora eu via com os olhos do sonho, que parecem ser mais vivos do que qualquer memória. Eu tinha medo, um medo que me apertava o peito, aquele tipo de medo que faz o corpo encolher antes de chegar perto de alguém que você ama e teme ao mesmo tempo. E lá estava ele, meu pai, sentado, cabisbaixo, triste, a tristeza transbordando do corpo dele e entrando pelo chão, pelas paredes, pelos poros do meu próprio corpo. Eu sabia o que poderia ter acontecido, não precisava que ele falasse nada. Ela havia fugido de novo, minha mãe, meus irmãos talvez nem estivessem mais lá, e o mundo parecia menor e mais pesado por isso.
Passei por ele com cuidado, cada passo pensado, cada olhar desviado, torcendo para que ele não falasse comigo, para que meu silêncio fosse suficiente para me proteger. Atrás da casa, pelo quintal, eu saí de mansinho, como quem tenta escapar de uma sombra que poderia me engolir. A sensação de perigo era familiar, algo que eu sentia há anos, mas que naquela idade parecia ainda maior, mais cruel, mais absoluto. Eu não podia ficar ali, não podia enfrentar aquilo sozinha, então aprendi a fugir, aprendi a cuidar de mim mesma mesmo quando não havia ninguém para me proteger.
O sonho me mostrou que essas cenas não eram apenas memórias, eram marcas, mas também eram força. A menina de 16 anos correndo pelos fundos da casa, cheia de medo, era a mesma que saiu de casa para se proteger, que aprendeu a se virar sozinha, que sobreviveu a tudo isso. Hoje, olhando de fora, vejo aquela garota como alguém incrivelmente corajosa, alguém que carrega não apenas medo, mas também uma resiliência que a faz sorrir diante do absurdo do mundo. Eu podia sentir o peso do passado, mas também sentia a leveza de quem se libertou dele, de quem aprendeu a caminhar em silêncio pelo quintal do medo e sair inteira do outro lado.
É engraçado como a memória volta com tanto detalhe, como se cada casa, cada pedra do terreno baldio, cada olhar do meu pai, estivesse esperando para ser revisitados. E ao mesmo tempo, é uma oportunidade de abraçar a menina que fui, de reconhecer a coragem que existia nela, de rir um pouco da própria vida que nos coloca em situações que parecem impossíveis. Eu saí de casa aos 16 anos, mas cada passo que dei depois, cada escolha, cada risco, cada fuga silenciosa, me trouxe até aqui. A menina de ontem e a mulher de hoje se encontram nesse sonho e percebem que o medo não é mais absoluto, que a dor foi sobrevivida e que a força acumulada nesses caminhos de terra é imensa, invisível, mas real.
E talvez seja isso que sonhos assim fazem, nos lembram do que fomos, do que sentimos, do que superamos, e nos mostram que mesmo na mais profunda escuridão, mesmo quando parece que não há saída, há sempre um caminho, mesmo que seja pelos fundos, silencioso, mas cheio de vida, cheio de coragem, cheio de sobrevivência.






Um sonho do dia 25/03/2026

Desde a escola, aprendemos sobre guerras, conquistas, impérios, invasões, traições e disputas por poder. Decoramos nomes de reis, generais e governantes que mudaram o rumo da história através da força, do medo ou da dominação. Mas pare para pensar: quantas aulas foram dedicadas às pessoas comuns que salvaram vidas em silêncio? Quantas vezes nos ensinaram sobre aqueles que dividiram o pouco que tinham, que escolheram a honestidade quando a corrupção parecia mais fácil, que construíram pontes enquanto outros levantavam muros?

*Pais do Século XXI: Estamos Educando ou Terceirizando?*


A gente delegou a escola pra ensinar conteúdo, a internet pra ensinar sobre a vida, e o algoritmo pra dizer o que é certo.
Só que caráter não baixa em PDF. E respeito não vem com tutorial.
Educar hoje é nadar contra a corrente da pressa. É dizer "não" quando o mundo inteiro diz "compra pra compensar a ausência".
É ensinar que frustração não é bug do sistema. É parte do jogo.
Filho do século XXI tem acesso a tudo, menos ao tédio. E é no tédio que nasce a criatividade.
Talvez nossa maior lição seja desligar. Pra poder conectar de verdade.
_Van Escher

*ESCOLA NÃO É DEPÓSITO*


Escuto muito professor reclamando. E com razão.
Pai tá mandando filho pra escola não pra aprender.
Tá mandando pra ser educado.
Como se professor fosse pai, mãe, psicólogo e babá.
Não é.
Professor tá ali pra ensinar conta, letra, história.
Pra passar sabedoria, conhecimento.
Educação vem de casa.
Respeito se aprende na mesa, olhando no olho dos pais.
Por isso tem criança que não respeita professor.
Se nem pai e mãe ela respeita, vai respeitar estranho por quê?
Quer filho educado? Educa.
Escola ensina.
Casa educa.
_Van Escher

Filho não nasce sabendo limite. Aprende.
E quem tem que ensinar é pai e mãe, não a escola, não a internet, não a polícia.
Se for esperar o mundo ensinar, vai doer.
_Van Escher_

*O Circo Van Escher Chegou: Parte 3 - Na Escola*


Fui na reunião de pais. Silêncio total na sala.


A diretora perguntou se alguém tinha dúvida.
Eu levantei a mão.


Quando vi, eu tava contando piada, dando ideia pra festa junina
e organizando vaquinha pro ventilador da sala.


Saí de lá como "a mãe do grêmio". Não pedi. Aconteceu.


Por isso que eu falo:
Não me coloca em lugar sério.🤭😂


_Van Escher_

"A vida é como uma escola, nela somos todos iguais, mas nem todos vão passar de ano."

"Se a escola não ajudou a domesticar a sua estolidez, por que acredita que eu conseguiria?"

Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.


Gotinhas de Amor

Relatos sobre escola e as dificuldades de ser diferente
Na escola, ser diferente nem sempre é fácil.
Heitor sabia disso todos os dias.
Enquanto algumas crianças falavam rápido e riam alto, ele precisava de tempo. Cada palavra sua parecia carregar um peso maior. E, às vezes, o silêncio dos outros machucava mais do que qualquer risada.
Muitos não entendiam.
Confundiam dificuldade com incapacidade.
Silêncio com desinteresse.
Mas a verdade é que, dentro de crianças como Heitor, existem mundos inteiros — cheios de ideias, sentimentos e coragem.
Assim como o Sussurrador, muitas crianças também carregam histórias invisíveis.
Às vezes, quem machuca… já foi machucado.
Quem se isola… já tentou se encaixar e não conseguiu.
A escola pode ser um lugar de dor — quando falta empatia.
Mas também pode ser um lugar de transformação — quando alguém escolhe acolher.
Lucas fez essa escolha.
Ele ouviu. Esperou. Caminhou junto.
E isso muda tudo.
Porque inclusão não é fazer todos iguais.
É permitir que cada um exista do seu jeito — e ainda assim, pertença.
No fim, Heitor descobriu algo poderoso:
sua voz não precisava ser perfeita para ser importante.
E o Sussurrador aprendeu que nunca é tarde para recomeçar.
Heitor e o Segredo do Sussurrador .
Heitor é um garoto com dificuldade na fala que descobre ter superpoderes. Ao enfrentar o Sussurrador, um vilão que desperta sua insegurança, ele percebe que o inimigo na verdade é alguém ferido pela exclusão. Com a ajuda do amigo Lucas, Heitor escolhe o caminho da empatia, transformando o vilão em aliado. Juntos, eles aprendem que coragem não é falar perfeito, mas se expressar com o coração.

Sem uma reta uma casa cai.
Sem base, nada se constrói.
Sonho de todos
é uma escola em PaZ.
É o sonho do mundo
e também dos Pais.

⁠Matemática
Coluna vertebral
"Axial":da Escola..
Porque não?
_ Soma, subtração,
Multiplicação e divisão.
Aprende_se Matemática
sem o uso de "cola"!
Daí, se entende e se decola.
Raciocina_se,enumera_se
calcula_se com lógica.
E de forma pedagógica !
Por essa linguagem universal.