Amor pela Escola

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"E o amor chega como uma certeza tranquila: a de que, entre tantos lugares, existe um onde a gente não quer apenas estar — quer permanecer."

A aquarela da tarde
pintada de cinza
não me desanima,
Porque eu vivo
para cantar o amor
e esperar você
seja o tempo que for.

A chuva molhando
as flores, os campos
e as montanhas,
carinhosa brindando
a vida em esplendor,
Nos teus abraços
encontrarei o Universo
esbanjando esplendor.

A vitória de seguir
enfrente tentando
ser amor espalhando
poesia e alegria
para toda a gente,
É fruto desta espera
que me faz Lua
que reflete o teu igual fervor.

O amor é, para mim, o sentido da vida, porque se nós não amarmos a vida, a mesma não terá nenhum sentido. Eis, para mim, a explicação á pergunta principal da filosofia: "qual é o sentido da vida?".

Há pessoas que não veem a diferença entre Satanás e Deus, a tentação e o amor, pois olham ao espelho e veem que, se não fosse o amor, não existiria a tentação. Se não mostrássemos amor por algo, não cairíamos na tentação de abdicar de outra coisa. Contudo, há uma visível diferença: Quando levamos Deus aos outros, não os tentamos com algo superficial, quando levamos Deus aos outros, não praticamos o mal, já quando levamos ódio aos outros, estamos a abdicar da oportunidade de nos tornarmos chegados ao nosso próximo, não ganhando nada em troca para além de, muitas das vezes, um valente chapadão.

Sei que os tempos são modernos, mas você pode entender?

Eu acreditei em amor à primeira vista no instante em que olhei nos seus olhos. Depois no amor à segunda vista, quando me deu bom dia e eu pude ouvir sua voz. À terceira vista, quando abriu aquele seu sorriso único, esse teu gargalhar que me fascina e teus olhos que se fecham como se fossem orientais. Depois disto foi só amor. Me apaixonei à décima vista quando teus amigos nos apresentaram. À quinquagésima terceira vista quando percebi que você era mais que apenas uma garota extremamente linda. À septuagésima oitava vista quando conversamos até realmente precisarmos ir embora, já era tarde. Eu acreditei em amor à centésima vista quando eu disse pela primeira vez que gostava de você. Ah, meu amor, e na centésima octogésima quinta vista - e agora solto risos - quando então me declarei e descobri que era recíproco. Você se lembra da ducentésima terceira vez que eu te beijei? Talvez não, eu me lembro. Me lembro de todas as vezes que me apaixonei por você. Está naqueles cadernos velhos que digo serem do tempo de escola. Nossos anos de namoro, o noivado e o casamento. Tem anotado todos os dias em que você carregou nossos filhos. Está escrito nossos risos, nosso choros, alegrias e tristezas. As viagens, as bobagens, os tédios e outras besteiras. Meu bem maior, tantos anos escrito e termino por resumir nesta única folha. Não há nada que defina tantos capítulos de nossa história que dizer que todas as manhãs eu ainda me apaixono como se fosse a primeira vez. E agora, vendo os netos correrem pela casa e temendo minha visão se tornar ainda mais fraca, pretendo pela última vez escrever. Bem agora, que minhas mãos trêmulas garrancham as letras, que minha memória ousa me trair ao querer lembrar da oito milésima nonagésima sétima vez que me apaixonei por você. Nossa juventude à muito foi embora, mas saiba que em hora, não há nada mais lindo que em um dia de domingo lembrar que eu tenho você. Ah filha, busque um disco do Fressato, traga algo do Chico Buarque para que eu possa escutar mais uma vez. Há uns cadernos embaixo da penteadeira, traga-os também. Agora, neste quarto de hospital preciso que você leia. Não tenho sua bisa aqui comigo, mas me lembro do seu rosto e o mentalizo o tempo inteiro. Me apaixono tanto quanto da primeira vez. Sei que os tempos são modernos, mas você pode entender?

Olhos tristes que transmite
a saudade do amor que
ficou escondido dentro
da alma, para preservar
a vida de um inocente
que só queria amar e ser
amado.

O meu amor por você é
igual o vento.
impossível de pegar,
mas fácil de sentir.

O teu beijo tem um gosto de amor no meu paladar.

⁠A antiga história de amor
entre a alma e o coração
regressa sempre
em vestes renovadas

Rumi
Poemas místicos: Divan de Shams-i Tabriz. São Paulo: Attar, 2006.

Nota: Trecho do poema O fogo que derrete o véu.

...Mais

Amor doido de amar sem limite, sem peso na consciência e sem pensar no que vai sobrar no fim. Um amor sem noção e fora da casinha, daqueles que tocam a campainha de madrugada, que vivem fazendo promessas de amor a qualquer hora, em qualquer dia. Que abandonam tudo, enfrentam o chefe e um trânsito caótico só para passar algumas horas grudados.

Que a nossa tarde seja assim...
Simples...
Gostosa...
De amor perfeito...

Adeus, meu pobre amor. Jamais a esquecerei ou substituirei. Seria absurdo de minha parte procurar persuadi-la de que você era o amor puro, e que esta outra paixão não passa de uma comédia da carne. Tudo é carne e tudo é pureza. Mas uma coisa é certa: fui feliz com você e, agora, sou infeliz com outra. E assim prosseguirá a vida (...) de um modo geral, agirei como sempre agi. Mas isso não significa que serei feliz sem você... Todas as pequenas coisas me lembrarão você (...) tudo isso me parecerá sempre a metade de uma concha, a metade de uma moeda, de que você possui a outra parte. Adeus. Vá embora, vá embora. Não escreva. Case com Charlie ou com qualquer outro homem bom de cachimbo entre os dentes. Esqueça-me agora, mas lembre-se de mim depois, quando a parte amarga estiver esquecida.

"Quero um amor que respeite minhas asas, não alguém que precise cortá-las para me manter por perto.”

⁠O verdadeiro amor resiste ao tempo. O que não resiste ao tempo é a forma de amar

Incrivelmente não precisei subir à montanha ao anunciar meu grande amor, todas as conquistas tornaram-se pequenas diante da grandiosidade daquilo que de forma benfazeja me transformou

O amor de Deus para a humanidade é como uma expressão algébrica, a soma dos fatores sempre resultará numa Suprema igualdade

⁠⁠Frase para hoje;Fé, amor e café, nos aquece e mantém firme em pé.
Um dia feliz se começa sorrindo e agradecendo.☕🤞
Feliz segunda-feira 🌼💚🌻

Ódio é o amor dos invejosos.

Molécula do Amor

Este sintoma que atormenta
o sono e o apetite: insónias e mariposas.
Provocam arrepios de porcelana
e sobressaltos nas artérias
preenchem todos os orgasmos
com metáforas de voluptuosidade.
Fragmenta a dor nos labirintos da carne
desperta o arrebol escancarado
iluminando a escuridão incolor do vazio
fermenta a cadência do infinito sonho
alucina a concentração das pupilas.
Rodopia a sístole e a diástole
organizam um bailado de pensamentos no estômago.
Neste estado de imperfeita salubridade
e de perfeita insanidade
movimenta-se a molécula do Amor
na anatomia do poema.

Onde foi parar nosso amor
Onde foi parar o carinho, o doce, o bom da vida.
As vezes penso:que nunca existiu...
Que nunca vivemos o que pensamos viver...

Onde foi parar aquela menina,
Onde foi parar você,
Em que caminho nos perdemos.
Em que lugar, partimos para mundos diferentes...

...Sinto falta de esperar pra te encontrar,
De sorrir ao te ver chegar.
Falta o beijo....
Sinto que falta...
Onde fomos parar?

Oscar.