Amor Nutre
Da minha vida apenas o amor me fortaleceu. O resto morrerá na minha lembrança. Vou apagar como uma borracha, sem deixar marcas.
Espalha o amor por onde caminhares. O amor é um dos valores que carregamos dentro da mochila e devemos semeá-lo no jardim da vida.
O amor quando é verdadeiro
Não tem peso e nem medida
É maior que o mundo inteiro
Vale mais que a própria vida
O AMOR
O amor quando sincero nos causa muita emoção ...
Por que todo ele é feito em forma de doação ...
Eu pra ti e tu pra mim
Somos dois num só coração
Não confunda o amor na chamada ilusão
Pois o amor minha gente é ter muita compreensão
Fazer tudo por alguém
Na mais pura intensão!!
" AH, O AMOR "
Eu já vivi o amor! Ah… O amor…
Sublime, majestoso, embriagante,
um tanto mentiroso e arrogante
mas, sempre, um sonho lindo, encantador!
Me fez mais sensual, melhor amante,
voraz quanto à paixão em seu ardor…
No entanto, mais sensível, sonhador…
Um poeta em seu espasmo delirante!
Cravou-me à alma os versos da poesia
e fez-me estar bem mais em sintonia
com todo um cosmo de real candura…
O amor… Ah, sim! O amor mais verdadeiro!
Vivi-o como um sonho derradeiro
confiando, eu, inocente, em sua jura!...
Nunca mais confunda:
Cavalgada com amor aos equinos, isso é escravização e egocentrismo.
Comprar animais, com amor por eles, isso é só egoismo, é tratá-los como PRODUTOS compráveis.
Engaiolar aves, com amor por elas, isso é estupidez pura, é condená-las a prisão perpétua, cujo único crime cometido é seu lindo canto e sua beleza.
NÃO SIGA AS MASSAS OU TRADIÇÕES, SIGA A SUA CONSCIÊNCIA!
Comprar um animal está longe de ser um ato de amor. Quando compramos um animal, exercitamos nosso lado egoísta buscando animais que tenham as características que nos agrade, ignorando o fato que existem muitos animais vivendo em verdadeiras prisões que chamam de abrigos ou até mesmo nas ruas.
NÃO COMPRE, ADOTE!
Quando aprender a arte de dedicar o amor as pessoas boas e aos animais, perceberá um crescimento em sua vida em conjunto com as delas que fará seus dias brilharem a cada dia mais!
Se existe uma verdadeira religião, ela deve praticar o amor aos animais, não só os de estimação, mas todos, isso inclui o repúdio as festas que usam animais para diversão, se não for assim, é só mais um grupo de idiotas mentindo para Deus e para si próprios!
Só é concedido aos sábios, o amor e o respeito a espécie animal, já para os imbecis, só lhe restam o ódio e a incompreensão.
A única religião que considero verdadeira é a que ensina o amor e a compaixão para com as pessoas e, particularmente com os animais. O resto é apenas um grande erro, fonte de renda ou tradição ultrapassada.
O amor, em sua natureza mais crua, é um paradoxo temporal e emocional, sua verdadeira dimensão só se revela na experiência da perda. Enquanto presente, é banalizado pela rotina, negligenciado pela falsa segurança da permanência. Somente na ausência é que suas camadas mais profundas se tornam perceptíveis, como uma arquitetura invisível que só se desenha no vazio.
Você merece todo amor que tenta dar aos outros, mesmo quando minha voz falha ao declarar gratidão, percebo que meu desejo de cuidar excede minha capacidade de me receber amor. Reconhecer meu valor não como alguém que “uma hora vai desistir,” mas como
sujeito digno de afeto, tem sido batalha diária que contradiz a voz interna que insiste em me desmerecer.
Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.
O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.
Como posso amar alguém verdadeiramente, sendo que nem amor próprio eu tenho?
Talvez o amor ao outro comece quando eu aprender a olhar para dentro, com a mesma paciência e cuidado.
O amor-próprio não é um ponto de partida, mas uma construção que cresce, a cada gesto de cuidado e compaixão comigo mesmo.
