Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade

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⁠A dualidade do hoje
O hoje é Absoluto e ao mesmo tempo é relativo.
Absoluto pq é hj, é agora.
Relativo pq o hj é o amanhã de ontem.
E também pode ser o ontem de amanhã.
Aproveite agora.

Quando o vento
não estiver
a seu favor.
Dê um tempo
e espere um
bom momento.
Não é hora de se arriscar,
e sim, de esperar.
Pra tudo tem seu
tempo.
Até o vento tem sua hora
de parar.

Sobre você.


Ao parar percebo o vento passando por mim. O tempo continua seu trajeto. Sem jeito me ajeito em seu peito nesse único momento tudo parece congelado. Em seus olhos cor de mel, vejo o reflexo do seu livro favorito.
Estrelas, universo, mochilas, 42, Marvin.


Você é assim.


Por um instante consigo sua atenção, e de um reflexo a outro me vejo neles completamente hipnotizada.
Seu sorriso surge como uma distração sem saída, meu coração dispara.


Você é assim.


As luzes eclodem ao cair da noite, os carros passam indo para seus destinos, guiados por alguém ansioso ou cansado, mas de novo seu cheiro entoa por todo o meu corpo, esse é meu jeito de te amar.
No silêncio ardentemente me recordo.




Você era assim.

Tão bom estar aqui com você
Queria que o tempo parasse
Você olhando nos meus olhos suas mãos no meu rosto
Como é bom sentir teu cheiro
E meu cheiro que está no seu corpo
Falo bobagens
Você ri...
E continuamos ...
Já perdemos as horas e os dias
Ficando lado a lado
Sem música
Luz
Ou água ...
Mato a sede nos teus beijos
Me alimento da tua carne
Faço do teu corpo deu templo
E você se aconchega no meu

Você fala baixinho no meu ouvido
Eu não entendo mas te olho
Fico mapeando seu corpo
Agora meu mundo

Meus músculos enfrequecem
Deixo meu peso cair sobre você
Você passa seus dedos em minhas costa
Em sintonia nós olhamos e dizemos em uma única voz
Te amo 💕

Acróstico para Lobato:


Já vai longe foi num tempo
Onde os bichos conversavam
Só quem curtia a infância
Entendia o que falavam.
Boneca de pano e retrós
Era assim como um Lobato
Não tinha papas na língua
Tinha os olhos de rapina,
Olho no peixe, olho no gato.
Memórias de dona Emília
O saci e a Dona Benta
No sítio do pica-pau
Tia Nastácia sempre atenta.
Entravam e saiam da casa
Ideias e muita prosa.
Reinações de Narizinho,
O Visconde Sabugosa.
Longe vão as águas claras,
Os frutos sobre o capim.
Bate o bolo Dona Benta!
Aquele de coco e aipim.
Tempo de Pedrinho, Rabicó e
O pó de pirlimpimpim.
Fim

A Enfermagem é a única profissão que fica do lado do paciente 24h durante todo o tempo de internação, só isso, já é o suficiente para merecida valorização.

E o ano está quase acabando,
mas antes dele ir embora, ainda dá tempo de fazer aquela faxina. Jogando fora o que não nos serve mais.
Tudo que nos tira o brilho, o sorriso e a paz.ainda dá tempo de fazer aquela faxina. Jogando fora o que não nos serve mais.
Tudo que nos tira o brilho, o sorriso e a paz.


28/12/2019

A vida é essa efeméride que habita o tempo: frágil, breve, mas intensa o suficiente para nos atravessar.
É uma matéria que se molda às estações que cada um vive: ora floresce, ora cai em silêncio, ora amadurece para depois se desfazer no vento.

O que hoje é lembrança, ontem foi presença — carne, gesto, instante que respirava conosco.
E o que amanhã será apenas um vulto, talvez não passe de um eco dos sentimentos que deixamos escorrer pelos dedos, ressentidos por não termos aproveitado as oportunidades presentes que a existência, generosa e impermanente, nos ofereceu.

A vida é assim:
um convite que se renova,
um aviso que sussurra,
um tempo que não volta,
mas que insiste em ensinar.
Ensinar a amar.
Amar com profundidade.

—“De volta para minha casa.”

⁠As pessoas não mudam, elas só revelam sua verdadeira essência ao longo do tempo. Aprenda a observar e fazer inferências para descobrir o que são capazes.

O tempo não espera por ninguém — ele devora horas, dias, existências inteiras sem piedade ou pausa.
A vida não ensina, não aconselha; ela simplesmente irrompe, crua e imprevisível, forçando-nos a aprender na dor ou no êxtase.
O futuro não é morada segura, mas mera passagem efêmera, um sopro entre o agora e o nada. Assim como a onda beija a areia e recua sem adeus ou promessas, os amores vêm e vão, frágeis ilusões de eternidade.
Não há sentimento que garanta para sempre; a saudade, a lembrança, a recordação gritam em vão para quem optou pela ausência.
Elas não confrontam o vazio — apenas ecoam no peito de quem ficou. O mundo não para quando uma vida se apaga. Ele gira, indiferente, tecendo novas tramas sobre cinzas antigas.
Apesar das tormentas, das perdas que rasgam a alma, eu sei: a vida é boa, um milagre teimoso em meio ao caos.
O problema não é ela — somos nós, humanos cegos, que ainda não aprendemos a viver de verdade, a abraçar o fluxo sem amarras.

Indestrutíveis pelo tempo são os doces momentos que estive e estarei a seu lado!

Para que perder tempo publicando nas redes sociais?
Não custa nada deixar uma gama de informações para essa e outras gerações.

A vida é tão rara, pois não sabemos em qual instante não se terá mais acesso a ela. O tempo é uma miragem! As sensações que sentimos são ilusões indivisíveis e intransferíveis. Sonhar é a vida que não se perde.

Sou apenas passageiro do tempo, procurado descanso em seus abraços.

"Desvaneio é o instante em que a alma se despe do tempo e veste o infinito — onde o pensamento não busca respostas, mas dança com o mistério."

Roberto Ikeda

Não há ouro que resista ao tempo,
nem poder que se sustente na eternidade.
A coroa pesa, mas não liberta;
é prisão disfarçada de glória.
O povo, cego ou cúmplice,
aplaude sombras e se curva ao vazio.
Mas toda autoridade é pó,
todo império é ruína,
todo rei é apenas homem.
A verdade não se cala:
o trono é provisório,
a vaidade é efêmera,
e a história não perdoa.
É em vão servir um rei que serásubstituído por outro.

Crescer exige desconforto; permanecer igual é confortável, mas cobra seu preço com o tempo.

Pai não nasce pra ser pai, se torna pai, pai não nasceu pai, mais se faz pai ao longo do tempo, escrito por Armando Nascimento

O sol nasce,
a flor se abre,
o tempo passa,
e eu sigo
leve,
vivendo o agora.

Corpos falam
sem precisar de som,
sussurros traduzem o que o peito cala,
o tempo para,
e tudo é só respiração
e gozo.