Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
Guria, não importa a distância, por mais que se façam léguas vou a onde tu estás, pois quero os teus beijos, és dona do meu amar...
Sou daquelas pessoas à moda antiga. Prefiro mandar cartas ao invés de mensagens no “Facebook”. Prefiro ganhar um abraço de presente do que bens materiais. Prefiro romantismo do que zuação. Prefiro uma tarde tranquila mateando do que uma noite agitada num bailão.
Eu, tu, dois filhos, um guri, e uma guria, juntos, fazendo um churrasco, tomando um mate e dando risada, que tal, topa essa comigo?
Gurias que ficam em casa sábado a noite, tomando mate e ouvindo um vaneirão ou uma milonga conforme o coração.
Acreditem:
São pra casar!
Eu só preciso de ti aqui do meu lado, um rancho, 3 filhos correndo pelo galpão, e como consequência, um mate e a felicidade, fazendo jus a nossa união.
O que seria da bomba sem o chimarrão?
Dos arreios sem o pingo e o peão?
O que seria de mim sem tu,
linda flor do meu rincão!
Não há como desvincular o ser humano incrível do profissional extraordinário. Na ausência de requisitos básicos, necessários e importantes para sê-los, seja de um lado ou do outro, de alguma forma compromete o conceito único da excepcionalidade.
A educação tem essa força, esse admirável poder de libertar, quebrando definitivamente as amarras que nos prendem à ignorância.
A comunicação se torna violenta não apenas por palavras e frases ditas, mas também pelas reações silenciosas de muitos interlocutores que, erroneamente, acreditam ser a medida mais sábia, correta e sensata a se adotar.
Uma relação de trabalho se encerra quando uma das partes (ou as partes) enxerga motivos suficientes para essa decisão. Na maioria das vezes, assim como as relações amorosas, causa dor, revolta, indignação e até alívio.
Um excelente profissional é aquele que não se contentou com o status de bom dado a ele pelos medíocres que o cercavam.
