Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
A imprensa está em crise de identidade ao deixar de lado sua peculiar função de comunicação informativa e introduzir uma comunicação de entretenimento e propagandística de diversas ordens sobre o noticiário.
A medida da fé de que somos detentores é impulsionada e correspondente à ligação que conseguimos ter com a nossa divina essência primeira.
Como associar DEUS, ao contemplar Sua Obra, com um não-perdão eterno, condenações de diversas ordens e ter escolhidos especiais, reduzindo-O assim num ser tão limitante quanto o próprio ser humano o é em perspectiva?
A pior prisão que um ser humano pode estar é a de caráter mental, mesmo que a chave dela se encontra consigo pois é preciso de muita coragem para abrir a porta e ser livre.
Não se vive uma Páscoa velando, refletindo e idolatrando um ser morto, mas sim a vida promovida Dele e por Ele. Não basta retirar o crucificado do seu sacrifício de Cruz e depositá-lo num túmulo em bálsamos e encoberto em seda. Faz-se necessário compactuar com seu propósito em comunhão com Ele, em Espírito e em Verdade.
Tu tens direito de não acreditares em DEUS e nem gostares da PM, mas sempre que a desgraça bate à tua porta, os primeiros que tu clamas por ajuda é Deus e nossos heróis policiais militares, e tanto DEUS quanto os soldados estarão sempre dispostos a te ajudar mesmo assim.
RIR não é somente remédio que ajuda na cura de doenças diversas, mas é uma forte ferramenta de prevenção delas!
Nossas crianças e jovens precisam ser preparados para serem o que são em essência, humanos, mas plenos de humanidade e de visão de sabedoria.
REINVENTAM A MESMICE
Brinquedo
Brinquedinho
Vamos todos ir brincar...
Saudade da ciranda
De ser criança, do luar!
Pique esconde, bonecas, bolas
Correria pra suar
Saudosismo, e daí? A vida segue e vou vivendo esse terrorismo de amargar...
Crescer, idealizar, recriar
A vida passa e o futuro é a mesmice a imaginar.
Memória, pensamentos, dilemas reinventados em novos formatos com antigos e eternos aprendizados;
A diferença é a igualdade customizada.
Somos sempre a semente que se planta e é replantada...
Como sempre dirá nossos avós: leva o guarda chuvas que vai chover...
Serão sempre profetas, meteorologistas, assim é o viver...
Podemos estar nos sentindo solitários, até mesmo estando no meio de uma multidão, mas não quer dizer que somos solitários.
É preciso buscar-se e encontrar-se, apresentar-se para si mesmo, aceitar-se, aprender a gostar da companhia de si mesmo, pois desta não temos como fugir, a não ser negando a nós mesmos.
Quando aprendemos a apreciar a companhia que somos para nós mesmos, não temos mais tanta necessidade de procurar companhias externas, ou pelo menos delas não nos tornamos dependentes, e nem escravos.
É preciso se permitir conhecer para além do que já conhece de si e do mundo, numa busca em revelar a si mesmo tal como se é de fato, não passando a vida sendo somente sombra dos outros.
