Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade

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Eu não queria voltar no tempo. Eu só queria que tudo tivesse sido real, porque para mim, foi um belo sonho, onde poucas cenas, me fazem escrever milhões de vezes sobre a mesma coisa.


Curta história?




Ela é tão longa, que se eterniza todos os dias em cada palavra que escrevo.

24/09/2024 Hoje sonhei um sonho bom, legal e ao mesmo tempo preocupante...


O lugar que nunca existiu...



08:13 da manhã!
Estou aqui sentada em uma cadeira de macarrão e irei escrever o sonho tive há pouco tempo atrás, antes de acordar.


Bom, sonhei que andava em uma rua, onde havia uma lanchonete ou um restaurante, não sei ao certo, só sei que era muito movimentado e entrei para ver o que vendia no balcão.


Quando entrei, me surpreendi, porque era muita coisa gostosa, pizza, outras massas e receitas que eu ainda não havia experimentado, também havia melancia cortada em fatias e outras coisas.


Eu fui só pedindo e o dono que me atendeu, ele começou a colocar, mas acabou saindo para resolver outra coisa e me deixou lá esperando.


Ele dava muita atenção aos funcionários e parecia ser um bom patrão, desejei trabalhar naquele lugar.


Havia duas meninas, de óculos. Uma usava óculos espelhado e a outra usava um óculos rosa muito bonito.


Elas também vestia camisa social, tipo chamise.


Elas pareciam estarem felizes com o emprego delas.


Eu as observava enquanto via elas rindo e o patrão delas falando com elas, que gostava delas vestidas daquele jeito.
Se quisessem tirar o óculos podiam tirar, mas ele preferia elas de óculos.


Então, chamei uma delas para me atender, elas foram e terminaram o meu atendimento, eu olhava para fora e havia muitas pessoas sentadas, sorrindo e felizes nas mesas.


Eu pedi para colocarem em uma caixa, porém não consegui levar, chamei meu marido e ele também quase não conseguiu levar a caixa.


Antes de terminarem uma atendente me perguntou se eu realmente queria as duas pizzas pequenas que pedi, cada uma custava 50,00 eu disse sim!
Porque eu não estava me importando com o preço, embora não tivesse dinheiro, eu queria experimentar aquelas guloseimas todas.


Eu paguei tudo no crédito!


Na hora, pensei como que eu iria conseguir pagar?
Mas, mesmo assim comprei.


Meu marido levou a caixa e a gente começou a subir uma ladeira muito íngreme, mas por sorte, achamos a moto do Sansão que parecia que ele havia deixado lá pra nós, para levar às coisas.
Bom, meu marido pegou a caixa, amarrou na garupa da moto, mas como ele não tinha habilidade em dirigir, a moto começou foi a fazer muita fumaça, de tanto ele tentar colocar ela pra funcionar.


Dois caras, pararam em uma moto e achei que eles fossem assaltar ele, então tive a ideia de fazer eles sentirem pena da situação.


Pedi para eles, ajudarem ele a colocar a moto para funcionar, um deles desceu e começou a fazer isso.


Eu somente olhava e observava.


Na verdade, a moto estava velha demais!


Antes disso tudo, meu sogro passou com uma sacola de pão e eu pedi para ele esperar aonde eu havia comprado as guloseimas, para nós voltar juntos.


Ele esperou, porém, quando lembrei dele, e voltei lá, já estava tudo fechado, as pessoas tinham sumido, era como se aquele lugar nunca tivesse existido.


Então, até pensei que eu estava vendo coisas, meu sogro também não estava lá, ele já tinha voltado para casa.


Essa parte foi bem estranha.


Depois eu fui bater um raio-x e quando vi as imagens, havia várias fissuras no meu pulmão, pedi para o rapaz tirar de todos os ângulos e cada vez, aparecia mais fissuras e eu estava bem preocupada com aquilo.


Então, acordei!


Que sonho tenso!!

10:34 11 de setembro de 2024


"Sonhei em um hospital, que ao mesmo tempo se tornava um mercado, eu estava procurando queijo e presunto para comprar, mas eu não podia comê-los, por causa da minha saúde.
Mesmo assim, comprei bastante, uma peça de cada, e junto, comprei vários litros de iogurte de vários sabores para meu marido, mas também não podia beber.
Levei para casa e a gente não tinha geladeira, então coloquei os iogurtes misturados em uma vasilha, depois fui coletar alguns frutos selvagens para misturar neles, mas quando fui comer, senti tudo muito amargo na boca e cuspi tudo! Embora estivesse junto aquelas delícias de iogurte parecendo sorvete, tudo quase derretido, eu não podia tomar nada, tudo o que fiz foi pegar os frutos selvagens do fundo da vasilha e colocar na boca, mas mesmo assim não consegui comer, porque eram muito amargos. "

14 de novembro de 2022
Às 11:50


"Bom, faz muito tempo que não escrevo meus sonhos, só relato em vídeos.
Mas, agora irei fazer um resumo de todos que lembro, desde a morte da minha avó paterna, em maio deste ano.
Uma semana antes dela morrer, eu havia sonhado que passava em frente ao cemitério do qual ela foi enterrada, após morrer, e estava acontecendo um cortejo e eu conhecia todas aquelas pessoas, eu olhei para a porta do cemitério, enquanto passava com meu marido e via 2 meninas e um rapaz entrando, e eu conhecia essas pessoas, mas não consegui ver quem elas eram.
Uma semana depois, recebo uma ligação da esposa do meu tio, irmão do meu pai, falando que minha vó havia morrido, era 9:40 da manhã.
Eu lembrei desse sonho, o que eu não sabia ainda é que iria ao velório dela.
Porque não gosto de velórios.
Tenho pavor!
Então, pela tarde eu e meu marido nos arrumamos para ir até lá.
Meu marido também havia sonhado dias antes, que carregava um caixão.
Chegamos até lá!
Às 6 da tarde, foi o sepultamento.
Eu ia atrás do pessoal filmando tudo, quando entrei na porta do cemitério, senti um frio estranho percorrendo todo o meu corpo.
Foi quando lembrei da parte do sonho, que eu via as 3 pessoas entrando...
Bem no momento que eu, a esposa do meu tio mais novo e ele entrava.
Me arrepiei toda! A mesma cena, as mesmas roupas, as mesmas pessoas que vi no sonho.
Então, observei meu marido levando o caixão e tive outro arrepio, quando percebi que a roupa dele e a minha, era exatamente aquela que nós usava no sonho de uma semana atrás, passando em frente ao cemitério.
Muito bizarro!
Foi onde deu lugar, a outra lembrança, que foi meu marido carregando o caixão, do qual ele havia sonhado.
Não tinha homens suficiente pra carregar, então, ele teve que ajudar, fazendo assim, o sonho dele e o meu, se tornar mais arrepiante ainda.
Eu não sei porque, mas tenho medo dos meus sonhos, porque eles acontecem na vida real, com detalhes.

14 de novembro de 2022


É. Só hoje tive tempo pra escrever esse sonho confuso e meio louco.
Estava eu em pé diante de uma porta fechada.
Havia um homem que eu não conhecia, ele estava segurando um machado.
O machado era novinho!
Talvez tivesse acabado de sair de uma loja.
Eu olhava pra ele como se quisesse abrir a porta então ele pegou o seu machado e começou a bater com o objeto com muita força na porta.
Ela não quebrava, nem abria.
Ele e eu nos olhavamos com olhares de frustração.
Então eu acordei, e a porta não havia sido aberta.
Bem estranho esse sonho.
Ultimamente, estou tendo cada sonho maluco.
Parece tudo fazer parte da realidade, pra me impor medo e insegurança nas minhas realizações.
Mas, isso não depende de sonhos, nem mesmo do que eu desejo.
Deus, se ele quiser ele me honra.
Porquê eu me conheço, sou uma pessoa de coração puro.
Deus me conhece.
E no momento certo, ele me dará tudo o que ele achar que seja necessário na minha vida.
Preciso muito de um milagre na vida dos meus pais...
Mas, tudo isso, pertence ao Pai.
E, ele sabe o que fazer no momento exato.

Vivemos um tempo em que o poder não governa — ele performa; e a política, em vez de servir à verdade, negocia narrativas para sobreviver ao próprio vazio.
Aldemi Escobar de Matos

O tempo de florescimento não se anuncia com calendários nem com relógios. Ele chega em gestos sutis: um suspiro que demora a se acomodar, um arrepio que insiste em não passar despercebido, uma palavra dita com a boca trêmula e os olhos firmes. Diante do espelho, aprendi a não correr. A gentileza que me devo não é um prêmio, é o mínimo que posso oferecer ao meu próprio reflexo. Observar-se sem pressa é um ato de coragem: enxergar a delicadeza nos ossos, a força nas veias, a poesia escondida nos gestos cotidianos.

Florescer é não se obrigar a ser mais rápido que a própria vida. É permitir que a paciência me encontre, que o respeito por mim se assente como terra fértil, que minhas raízes cresçam sem alarde. Cada dia é um capítulo, cada cicatriz, uma letra, cada sonho guardado no peito, uma semente.

Quem se respeita floresce com dignidade, quem se pressiona murcha antes do tempo. E talvez o maior ato de coragem seja sorrir para si mesmo, no espelho, sabendo que cada fissura também é parte do desenho que só você consegue completar.

No fim, florescer não é competir com ninguém. É ser inteiro em si, com toda a intensidade de uma tempestade e a suavidade de uma brisa que atravessa folhas sem derrubá-las. É aprender que a própria vida, se observada com cuidado, já é poema suficiente.

(Douglas Duarte de Almeida)

Perdoar não é esquecer, é deixar de apodrecer por dentro. Há dores que o tempo não cura, apenas decanta. O perdão não é o antídoto do veneno, é a coragem de não bebê-lo mais. É olhar para a ferida e, em vez de perguntar “por quê?”, perguntar “até quando?”.

O perdão é uma escolha sofisticada. Não por bondade, mas por lucidez. É quando a alma entende que continuar punindo o outro é continuar se amarrando na mesma corda. E há cordas que, se a gente não solta, acabam nos enforcando em silêncio.

Perdoar não é absolver o erro, é devolver o peso. É dizer: “isso foi teu, não meu”. É o ato mais elegante de liberdade.

Porque guardar rancor é carregar um corpo morto nas costas achando que é proteção. Às vezes, o perdão não vem como gesto, vem como distância. Como aquele passo que você dá pra fora da repetição, sem plateia, sem discurso, sem aviso.

Há perdões que se dão em silêncio, e há silêncios que são o perdão em estado puro. Perdoar não é voltar — é seguir. É olhar pra trás sem desejar vingança, sem querer justiça divina, sem precisar de testemunhas. É só entender que o que te feriu não merece mais residência no teu coração.

O perdão, no fim, é uma forma de amor próprio altamente evoluída — a mais discreta e, talvez, a mais revolucionária.

(Douglas Duarte de Almeida)

Não gaste seu tempo mergulhando em águas rasas. É, além de frustrante, dolorido. A gente entra achando que vai encontrar profundezas, mas o que há é só reflexo. E reflexo, quando se acredita demais, engana.

Um paradoxo íntimo: querer devorar a vida e, ao mesmo tempo, aprender a degustá-la. Entender depressa só gera tensão. Olhar com calma revela profundidade. No intervalo entre um impulso e outro, entre o desejo de saber e a paciência de sentir, é onde tudo acontece. É ali que a vida realmente se mostra, silenciosa, intensa, inteira — mesmo quando nos obriga a frear.

Leva tempo até entendermos o que é poder. No início, ele parece um lugar a ser alcançado. Um topo. Uma promessa de reconhecimento, autonomia, controle. E então nos movemos, estudamos, trabalhamos, insistimos, suportamos, com a convicção de que, ao chegar lá, algo finalmente se encaixará.

E, de fato, chega-se.

O lugar de poder existe. Ele se apresenta em forma de conquista, de posição, de nome, de autoridade. Há uma certa vertigem nesse ponto. Um brilho que, por um instante, convence.

Mas há também um detalhe que não nos contam: a coroa pesa.

No começo, quase não se percebe. Há orgulho, há prazer, há a sensação de ter valido a pena. Mas, aos poucos, ela começa a apertar. Exige manutenção, performance, constância. Cobra uma versão de nós que, nem sempre, coincide com quem ainda somos.

E é aí que algo mais profundo se revela. O verdadeiro poder não está em sustentar a coroa a qualquer custo. Está em poder retirá-la. Em perceber que nenhuma conquista vale a perda de si. Que nenhuma posição justifica o sufocamento da própria verdade. Que nenhuma forma de reconhecimento compensa o preço de viver desconectado do que nos faz inteiros.

A verdadeira liberdade talvez esteja nisso. Na possibilidade de chegar e também partir. De ocupar e também recusar. De ter sem se tornar refém do que foi conquistado. O maior poder não está no topo, mas na autonomia de não permanecer nele quando ele já não nos serve.

Porque, no fim, nenhuma coroa deveria custar a própria cabeça.

Não é no nosso tempo, não é no tempo dos outros, tudo acontece somente no tempo de Deus, apenas aperfeiçoamos o caminho.

Quanto mais o tempo passa mais eu tenho certeza de que não adianta de nada ter somente dinheiro, é preciso e muito ter VISÃO!
Eu só peço a Deus que as coisas se consertem o mais depressa possível, pois já não é suportável ver as rugas causadas pelo sol forte, as mãos calejadas de tanto esforço, as veias inchadas de tanto carregar peso, e os filhos que fingem não ver NADA! Oh Deus, que eu possa enfim dar um pouco de descanso para minha MÃE. Tanto que ela já suportou por NÓS e ainda SUPORTA...

Não me chame para perder tempo.

Ser criança...
Tempo mágico e único! Aproveite todos estes momentos com a certeza de que é a melhor fase de nossas vidas. Sorria, agradeça, tenha fé e sabedoria, acredite em um futuro próspero.

⁠Alinhar pensamento e tempo, viver o agora.

⁠A chuva vem em igual tempo.

É como se eu tivesse encontrado a minha alma gêmea e ela tivesse ido embora por um tempo.

Tudo ocorrerá no momento certo, no lugar certo, no tempo certo.

⁠A intuição está à frente do tempo.