Eu aqui, na plenitude de meus setenta anos, e, como via de regra, acordando naquele momento em que "o filho chora e a mãe não vê!"...
Lindas moças que povoaram meu distante passado, vivas nos próprios delírios que me chegam em várias noites vazias, algo muito simples já me alegraria, talvez, não acordar para esta amarga vida solitária...
Porém, qual a culpa do inatingível, se não alcanço o que me propus concluir antes de partir?
Alvos de uma sociedade que só se importa com as aparências. o que nos leva a se tornar vazios e malancólicos. Esse sentimento de exclusão e diferença vive dentro de nós, e ás vezes dói..