Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
Meu sentimento continua o mesmo, porém, muito mais maduro.
Busquei nesse tempo adjetivo para descrever o que há aqui dentro, não encontrei nenhuma definição.
Há um tempo, gritava a sete cantos, hoje me ponho calado.
Não por vergonha ou medo de expor o que eu sinto.
Talvez pelo amadurecimento que a vida nos traz.
O tempo consumido em aprender coisas que não interessam priva-nos de descobrir as interessantes.
Lágrimas de fé, lágrimas de dor, gotas lacrimejando e deixando transparecer um sentimento de amor.
Lágrimas de solidão, talvez de ilusão, lágrimas sem sentido, que derramando contínua, sem nenhuma razão.
Lágrima sentida, doída, que toca minha pele, escorrendo sobre o meu rosto, revelando toda a minha emoção.
Lágrimas de carinho, de alegria, de saudades ou mesmo da paixão.
Lágrima minha, brotando sincera e que vem verdadeira, de dentro, lá do fundo do meu sofrido coração.
Eu sei como é se sentir extremamente pequena e insignificante e como isso dói em lugares que você nem sabia que tinha em você. E não importa quantos cortes de cabelo você faça, quantas vezes vá a academia ou quantas garrafas você toma com suas amigas, você continua indo pra cama todas as noites… repassando todos os detalhes e se perguntando o que fez de errado ou como pôde ter entendido errado.. ou como por aquele momento pensou que era feliz.
Acontece que ele não me amava como eu esperava... Bom, o que estou tentando dizer é que eu entendo o que é se sentir a menor e a mais insignificante das criaturas do mundo e isso faz você sentir dores em lugares que nem sabia que existiam no corpo. Não importa quantos penteados novos você fizer, ou em quantas academias entrar, ou ainda quantas taças de frisante você tomar com as amigas, você ainda vai pra cama, toda noite, pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de errado, ou como pode ter interpretado mal, e como foi que por um breve momento, você achou que podia ser tão feliz. Às vezes você consegue até se convencer de que ele, num passe de mágica, irá ate à sua porta... e depois de tudo isso, demore o tempo que tenha que demorar, você vai para um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E aquela época turva, aquele tempo ou a vida que você desperdiçou, tudo isso começa a se dissipar.
Eu aceitaria até o inferno por você, mas não por sua solidão e sim por não suportar ficar sem ter você por perto.
Tem coisas que só o tempo cura.
Aliás... o tempo pode até não eliminar as cicatrizes, porém ele cura todas as feridas.
As cicatrizes continuarão ali até que se tornem troféus, motivos de orgulho. Afinal... elas simbolizam uma dor superada, uma batalha vencida, um inimigo derrotado.
O melhor de tudo é que as cicatrizes... já não doem mais.
Sabedoria se faz necessário para que se entenda que elas estão ali.
Elas gritam ansiosas por contar e refletir a tua história, porém não podem NUNCA MAIS lhe tirar o sono.
Orgulhe-se delas!
São verdadeiros símbolos de que nós somos fortes guerreiros, heróis dessa louca vida.
Quem sou eu?
sou um vazio no nada,
sou um pequeno perdido na escuridão,
quem sou eu? eu não sei!
Mas para descobrir quem sou
terei que parar de procurar a resposta
e viver. Pois quem sou não importa,
e sim o que posso fazer,as decisões que
tomarei,isso é o que vira me definir.
viva não para si,
pois Deus não está preocupado com quem é, e sim com quem ele quer que se torne.Viva para DEUS e assim saberá quem realmente é!
Então quem é você?
quando eu sentir sua falta, vou me lembrar dos momentos bons em que estivemos juntos e espero que faça o mesmo.
Alguns amores acabam, mas outros duram para sempre, mesmo que pareça
algo impossível, um dia nós encontramos alguém que quando estamos prestes
a desmoronarmos em um abismo, ele também se joga, porque todo amor tem
fases e crises, a diferença é que existem pessoas que enfrentam essa crise
conosco, que são a luz no fim do túnel, você tem que crer que as pessoas
podem te amar tanto quanto você pode amá-las.
O amor deve respeitar o outro em sua infinita magnitude, porque nos faz perceber a nossa própria pequenez… Como somos mesquinhos diante do mundo, como somos diminutos.
(Marocas)
Há muito tempo perdi o pássaro da minha vida; Fiz das minhas mãos gaiola para prendê-lo; Mas parecia não mais possuir dedos pra contê-lo; E no desespero fatal, esmaguei-o de afetos, de / carinho... Matei o pássaro dos meus sonhos! Matei o pássaro do meu ninho!
