Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho e sem cor. Talvez você seja, ou esteja se sentindo este diamante, preso dentro de uma gaveta. O convido para sair para fora.
Para que todos possam enxergar o brilho que há em você.
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho, sem cor. Talvez você seja ou esteja se sentindo assim: Um lindo diamante que não têm brilhado, por estar trancado na gaveta. Vêm para fora, para que todos possam ver o brilho que há em você
Apesar do arco-íres ser encantador,é passageiro. Prefiro os raios solares que a cada rotação me fortalece e ilumina meu caminho.
Etapas.
Não vivemos o fácil, sem ter vivido o difícil.
Não vivemos bom sem ter provado do ruim. Não vivemos o sorriso sem antes ter provado o choro.
Inevitáveis etapas que vivemos, no começar e terminar de mais um dia.
Descobri que expor minha opinião sobre política nas redes sociais, resultam em perder amigos.
Escolhi me calar.
Aprendi mais uma vez que não “existem” pessoas perfeitas, porque a palavra encontra – se no presente, e perfeito no pretérito.
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
Hoje ela acordou e ao levantar da cama viu que seus chinelos não estavam lá no "pé" da cama onde ela sempre os deixa, quando chegou no banheiro também não o viu e quando passou pela sala percebeu que a janela estava aberta mas nada de achar ele, procurou na cozinha, na varanda e quando desistiu de procurar, voltou ao quarto e viu que ele estava embaixo da cama.
A dificuldade nem sempre está nas coisas que nós achamos que ela possa estar, torna-se difícil a impaciência e as pessoas que fazem da ignorância sua maneira de pensar.
Os únicos valores que nada e nem ninguém consegue lhe tirar, é o seu nome, limpo. E o estudo, o conhecimento.
Amo escrever cartas, mas fico com receio de mandar. Pois pode parecer clichê. Ainda mais em tempos onde pessoas vivem para as redes sociais.
