Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
Pra toda pessoa
que se sente seca
sem graça e vazia:
um chá de infância
pode ajudar.
E revisitar o seu Sonho
lembrar o que é poesia
um banho de cachoeira
ou quem sabe, voltar à Bahia.
Cabelos brancos.
Dizem que é da idade, outros falam que é a tal da genética.
Escolho pensar; que cada fio refere-se a mais um ano ao seu lado. Me tranquilizo saber que ainda restam muitos fios a embranquecer, esposa amada.
Vamos começar investindo em nós mesmos, para o investimento no outro e do outro em nós ser uma consequência natural, após assumirmos o protagonismo de nossas vidas.
Quanto mais sabemos o que queremos do nosso destino, mais temos motivos para a ação, ou seja, mais motivação. E mais alegria para caminhar.
Nesse caminho precisamos também experimentar a delícia de curtir cada etapa da estrada, observando e sentindo as paisagens da vida. Trazer essa ideia para o nosso dia a dia representa curtir cada momento, aproveitar as coisas mais simples que a vida nos oferece.
O bem-estar surge ao trazermos entusiasmo e determinação para conquistarmos o que desejamos. Assim, descobrimos que somos capazes de realizar nossos sonhos e nossos desejos, que somos os principais autores de nossa vida, que fazemos dela o que queremos.
A gente briga por nada, vira a cara e da as costas.
Eu tinha esperança q vc voltasse, mais meu coração se partiu quando cai na realidade.
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho e sem cor. Talvez você seja, ou esteja se sentindo este diamante, preso dentro de uma gaveta. O convido para sair para fora.
Para que todos possam enxergar o brilho que há em você.
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho, sem cor. Talvez você seja ou esteja se sentindo assim: Um lindo diamante que não têm brilhado, por estar trancado na gaveta. Vêm para fora, para que todos possam ver o brilho que há em você
Apesar do arco-íres ser encantador,é passageiro. Prefiro os raios solares que a cada rotação me fortalece e ilumina meu caminho.
Etapas.
Não vivemos o fácil, sem ter vivido o difícil.
Não vivemos bom sem ter provado do ruim. Não vivemos o sorriso sem antes ter provado o choro.
Inevitáveis etapas que vivemos, no começar e terminar de mais um dia.
Descobri que expor minha opinião sobre política nas redes sociais, resultam em perder amigos.
Escolhi me calar.
Aprendi mais uma vez que não “existem” pessoas perfeitas, porque a palavra encontra – se no presente, e perfeito no pretérito.
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
