Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade

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Aprendi com Nietzsche, em
"Ecce Homo", o Amor Fati,
amor à vida, o que passa
em seu decorrer e aceitação.

Na alegria ou na dor, nossa força é o amor.

Eu sou esse sentimento de amor aqui dentro.

O amor ao próximo é o amor dentro de si. Me amar, para amar o outro.

Viva de amor, e a vida te trará menos dor, pois é através da dor que reconhece o valor do amor; nisso, a dor deixará de ser dor e passará a ser amor.

O amor não dói; o que dói são as negatividades da mente que coloca na frente do amor.

O ódio limita, o amor liberta.

Quem sofre por "amor", não sabe o que é amor.

Negar o amor causa ódio, frieza ou dor.

O amor é como o ar... Onde inspiramos o amor para dentro de si próprio; dentro de si, entende o amor que sente; e, após isso, compartilha o amor expelindo-o à nossa volta.

Às vezes, a pessoa só enxerga o amor em alguém depois que esse alguém morre.

A vida é o resultado do amor entre o nascimento e a morte.

As pessoas geralmente "desistem" do amor porque não sabem bem o que é o amor.

O ódio te mantém refém da ignorância; o amor te liberta.

O ódio destrói; o amor constrói.

O "amor próprio" que muitos dizem se transformou em ego.

Não se cobre por um amor eterno; busque por momentos de amor, pois é através dos momentos de amor que pode talvez prolongar para algo "eterno".

O amor une; o ódio divide.

Cobramos reciprocidade naquilo que fazemos por interesse;


Naquilo que fazemos por amor, não cobramos nada em troca.

O amor que sente por si mesmo transborda para o outro.