Amor não se Pede
Metade de mim é amor e a outra metade perdão e gratidão. Nem todos foram feitos e criados para gostarem da forma e do jeito, que sou.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
Nas relações interpessoais, acredito assim, recebo com amor, carinho e agradecimento o que queira me dar e por conseguinte te darei o meu melhor de mim, também, mas o que não seja meu, ninguém tem a mínima obrigação de me ofertar. Não acredito em permutas quanto aos sentimentos mas acredito em generosidade infinita quando se quer bem e ficar feliz vendo o outro bem feliz, também.
A paz não se compra, se conquista pelo amor a vida, pelo respeito a menor das criaturas visíveis e invisíveis e pela paz.
Diante do grande erro no amor, fico em silencio por não encontrar as palavras exatas que exprimam minha tristeza, meu repudio e insatisfação.
O verdadeiro amor para mim, não tem fim e nem começo. Insanos somos nos que não sabemos a forma saudável ou doentia, permissiva ou liberta de em nossa vida, administrar.
O espirito de um colorista segue com amor o bailar de um pequeno beija-flor, indo de lugar a lugar, em todos os momentos da vida, levando cores. Por mais que em nossa inquieta trajetória, muitas vezes entre medos, dores e perdas, acinzentem nossa estada, é com as cores vivas e fortes, que reinventamos nosso paraíso de ir além, bem. Coloridamente bem. A arte de colorir está impregnada, naturalmente na alma da gente.
No meu céu os anjos, arcanjos, querubins e serafins são meus filhos e filhas de atos de amor que por vontade divina, nunca foram nascidos.
O amor que eu sinto
venceu o tempo,
perdoou a sua ausência
e resistiu ao seu silêncio.
O amor que eu sinto, sobreviveu;
às suas escolhas erradas,
às suas atitudes equivocadas,
à sua visão limitada.
Mas que tudo isso
não lhe de confiança
para acreditar
que faço parte
da sua estrada.
Um grande amor pode se transformar
em nada.
Pois, há uma força maior
pouco a pouco
me tirando daqui.
O tempo está se esgotando,
meu sentimento secando,
e o destino cobrando
que eu lhe deixe partir.
Foi no toque suave da tua mão, que eu tive certeza da nossa conexão. E neste jogo de amor versus ilusão, há certas coisas que não se pode negar ao coração.
Se o verdadeiro amor dependesse da nossa reciprocidade, jamais teríamos experimentado do amor de Deus.
A sobriedade do perfeito amor é capaz de listar todas as imperfeições que possa existir em nós, porém em meio a todos os defeitos o perfeito amor é capaz de enxergar os motivos pelos quais escolheu nos amar.
