Amor na Atualidade
Meu amor
está na felicidade de todos
os dias estar ao seu ladoe poder dividir cada minuto
de nossas vidas
O amor
é comoexame de próstata
Muitos, serão tocados várias vezes
Outros, apenas uma vez
Alguns, nunca serão tocados
Amo porque não tive escolha
O amor me escolheu
Amo porque amar é alegria
Quem ama é feliz todo dia
Amor é sentimento sem razão
Às vezes um caso sem solução
Amor não é doado
Amor não tem significado
Não existe amor perdido
Amor tem que ser vivido
Amor entendido não leva dor
Ama quem ama do jeito que for
Amor demais dói no peito
Quem ama não perde o respeito
Amar esquece o eu
Faz porque ama o seu
Amor não se faz sumido
Nem precisa ser retribuído
Amor é somente seu
Sem culpar quem o amor escolheu
Mostre amor sem olhar a quem
Porque um dia...
Você será o amor de alguém
Me chame
Me chame de amor
e te darei a felicidade
Me chame de vida
e te darei a cumplicidade
Me chame de bem
e te darei a fidelidade
Me chame de querido
e te darei a companhia
Me chame pelo nome
e saberás que és única
Nos Laços do Amor
Me perco nós laços do amor
Teimoso ao encontrar a dor
Me jogo sem medo
Onde, o tarde se torna cedo
Invade a mente no sorriso
Transforma o dia lindo
Um dia, hei de me arrepender
Será tarde, terei que envelhecer
Talvez, seja salvo pela sorte
Difícil, isto é amor
Estaremos juntos até a morte
Um dia resolvi te amar
Um dia resolvi te amar
Imaginei um sonho para nós
Sonho de amor para viver
Amor demais para acontecer
Um coração batendo devagar
Um tempo longe de acabar
Beleza, encanto, paixão
Respeito, certeza, emoção
Sentimento incansável demais
De perto querer sempre mais
Um beijo que leva uma vida
Deixar totalmente envolvida
Ao seu lado para não te deixar
Um dia resolvi te amar
O Amor Morreu
Pensaram ser um simples mal estar
Diariamente era a tristeza a chamar
Ilusão de quem roubou seu coração
Tocando angústia como bela canção
A mentira cruel chegou para ficar
Na troca de corpos pegou seu lugar
O choro desprezado ganhou solidão
A vida de sonho virou traição
Seu bom coração não pode aguentar
Triste fim não se pode voltar
Nas mágoas da vida ele se perdeu
Infelizmente o amor morreu
O amor próprio
quando desprovido de qualquer
resquício de egoísmo ou vaidade, dará origema todas as razões e aos dividendos
do amor ao próximo!
O amor
é a mais virtuosa
e inspiradora das seletividades!
Visto que, entre as tantas
e possíveis opções,
ele sempre escolherá
a vida!
... uma vez que
são tantos os mistérios
que nos ultrapassam - entre eles
a virtude e o amor - que ao menos
possamos fingir que, por alguma
razão igualmente desconhecida,
somos seus ilustres
causadores!
... me encanta
essa ideia de que o amor
em seus múltiplos sentidos
seja a mais legítima e agregadora
forma de sintonia que possa existir...
Quando, despretenciosas, até mesmo
as palavras assumem seu lugar,
bem antes de serem
ditas!
Para que
vivencies um grande amor,
com todos seus ingredientes,
estórias e afirmações que ele
seja capaz de te oferecer - aconselho
quecomecespelos pés... no chão!
O restante delegues à sensata
e paciente ação do
tempo!
Você merece todo amor que tenta dar aos outros, mesmo quando minha voz falha ao declarar gratidão, percebo que meu desejo de cuidar excede minha capacidade de me receber amor. Reconhecer meu valor não como alguém que “uma hora vai desistir,” mas como
sujeito digno de afeto, tem sido batalha diária que contradiz a voz interna que insiste em me desmerecer.
Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.
O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.
Como posso amar alguém verdadeiramente, sendo que nem amor próprio eu tenho?
Talvez o amor ao outro comece quando eu aprender a olhar para dentro, com a mesma paciência e cuidado.
O amor-próprio não é um ponto de partida, mas uma construção que cresce, a cada gesto de cuidado e compaixão comigo mesmo.
O amor é um cavalo xucro, selvagem, ferido, em fuga. Não teme o outro, teme ser preso. Mas o amor verdadeiro chega sem rédeas, espera em silêncio, acolhe sem moldar. E o cavalo, enfim, permanece. Não porque foi domado, mas porque, livre, escolheu confiar, escolheu ficar.
O amor, em sua natureza mais crua, é um paradoxo temporal e emocional, sua verdadeira dimensão só se revela na experiência da perda. Enquanto presente, é banalizado pela rotina, negligenciado pela falsa segurança da permanência. Somente na ausência é que suas camadas mais profundas se tornam perceptíveis, como uma arquitetura invisível que só se desenha no vazio.
