Amor na Atualidade
O Amor de Jesus Cristo
É mui grande para mim
Pois Sua graça me encheu de Amor sem fim
Meu Jesus foi para a Glória
Mas um dia eu O verei
Entoando aleluias ao meu Rei!
Meu coração não é teimoso ao ponto de ser transgredido, sendo deixado de lado por um falso amor, um ego displicente e sem sabedoria, a forma que fui descartado, deixado e incompreendido por quem eu mais confiei e doei meus sentimentos é a maior de todas decepções, a vida é um trampolim, e eu irei saltar mais alto sem um peso morto em minha consciência.
Pai, eu não sou pai, mas sei o que é ser um pai, pois eu cheguei ver o amor que ele tinha por mim, o meu pai não foi apenas uma figura mas o homem que me causou disciplina, e toda reverência eu fazia à ele, estava disposto à entrar na frente de uma bala por mim, o incentivo à lutar, e a busca por informação e educação, encarar as adversidades da vida e como ele dizia "a vida vai te bater doído, mas por favor não caia" ele falava olhando dentro de meus olhos, começou à apertar as lições conforme fui crescendo. Uma vez fiz uma pergunta incisiva: pai, por que o meu treino é mais puxado? Ele sorriu de leve mas não mudou a expressão séria e foi enfático: "porque você é o último, e vai precisar muito mais que os outros, deve andar com seus próprios pés em um terreno espinhoso e pedregoso que é este mundo, e em muitas vezes estará sozinho".
Essa foi uma das falas mais poéticas de meu herói, me falava às vezes com metáforas, mas sempre direto, precisei criar calos, e em seu leito de morte ele confessou estar orgulhoso de mim e que eu subi um nível acima dele, me disse que eu estava cheiroso e perguntou sobre meu trabalho, e que talvez não estaria em minha formatura, derramou uma pequena lágrima e sorriu, disse que eu estava pronto e que a luta estava prestes à começar, no dia seguinte partiu o herói viúvo, o homem que fez minha mamadeira e trocou minhas fraldas, desde meus dois anos e oito meses até quase os dezesseis.
Pai, acima de ti, Deus o fez para me ensinar e viver o melhor dessa vida, lhe agradeço por toda minha vida, muito obrigado mestre.
Desejo à todos os papais a maior longevidade, muita saúde e paz, pois o melhor da vida é ser um pai de uma família muito amada, que respeitem suas esposas pois elas são a causadora de sua harmonia, e seus filhos o seu maior tesouro.
Não me ame baixinho, faça um estardalhaço. O amor existe, e o resto do mundo está equivocado. Se me amares baixinho não podes sorrir, o mundo não irá sentir. Amar é liberado, o que não podes é fingir... Se amar como eu amo, até o mar pode se abrir, as estrelas brilhando irão lhe ouvir e um infinito de super novas irão surgir.
O amor é capaz de tudo, de desejar ter ou ter que abrir mão, o amor é coisa absurda aos olhos e ouvidos dos que não entendem, diferente da paixão, o amor está acima de qualquer sentimento pois é simplesmente inexplicável, é fazer o bem, é querer o mesmo bem que se idealiza para si ao outro, amar não é esperar a devolução, é sentir a alegria e felicidade alheia, é querer ver o próximo igual ou acima de sua alegria, longânimo, é gratidão por simplesmente sentir.
Amor sem brigas não é amor, é apenas uma amizade, se não há "briguinhas", em um dos dois há a falsidade.
Primavera
Todo o amor que nos
prendera
como se fora de cera
se quebrava e desfazia
ai funesta primavera
quem me dera, quem nos dera
ter morrido nesse dia
E condenaram-me a tanto
viver comigo meu pranto
viver, viver e sem ti
vivendo sem no entanto
eu me esquecer desse encanto
que nesse dia perdi
Pão duro da solidão
é somente o que nos dão
o que nos dão a comer
que importa que o coração
diga que sim ou que não
se continua a viver
Todo o amor que nos
prendera
se quebrara e desfizera
em pavor se convertia
ninguém fale em primavera
quem me dera, quem nos dera
ter morrido nesse dia
O Amor que Nos Torna Iguais
O verdadeiro amor não é um discurso bonito, nem um sentimento que aparece apenas quando convém.Ele é silencioso, constante e, muitas vezes, invisível.É aquele gesto que ninguém vê, aquela ajuda que não pede reconhecimento, aquele cuidado que não cobra retorno.
A essência que nos iguala
Amar de verdade é enxergar no outro um reflexo de si mesmo.É entender que, por trás de qualquer rosto, história ou condição, existe alguém que também sente, sofre, sonha e busca ser feliz — exatamente como você.Quando essa consciência desperta, desaparecem as barreiras que o mundo insiste em construir: cor, classe, religião, aparência.Tudo isso perde importância diante da essência que nos iguala.
A grande casa da humanidade
Imagine o planeta como uma grande casa.Não uma casa perfeita, mas uma casa viva, em construção constante.Dentro dela, bilhões de pessoas convivem — diferentes, imperfeitas, mas profundamente conectadas.Somos, todos, moradores do mesmo lar.E, no fundo, todos buscamos a mesma coisa: paz, dignidade e felicidade.
Cooperar em vez de competir
O amor verdadeiro nasce quando deixamos de competir dentro dessa casa e começamos a cooperar.Quando paramos de querer “ter mais” e passamos a querer “ser melhor”.Quando entendemos que ajudar o outro não é um favor — é uma extensão natural de quem compreende a própria humanidade.
O papel da humildade
A humildade é o alicerce disso tudo.Ser humilde não é se diminuir, mas reconhecer que ninguém é maior ou menor — apenas diferente.É saber ouvir, aprender, ceder, e principalmente, respeitar.A humildade nos tira do pedestal da razão absoluta e nos coloca no lugar certo: ao lado dos outros, não acima deles.
E não, não precisamos ser perfeitos.A beleza está justamente nisso.Erramos, falhamos, aprendemos e seguimos.A nobreza não está em nunca cair, mas em levantar com mais consciência e mais compaixão — por si mesmo e pelos outros.
Todos no mesmo barco
No final das contas, a verdade é simples: toda a humanidade está no mesmo barco.Não importa quem você é ou de onde veio — se esse barco afundar, afunda para todos.Mas se cada um fizer sua parte, com amor, humildade e respeito, ele segue firme, atravessando qualquer tempestade.
O segredo da vida
E talvez o segredo da vida seja esse: entender que cuidar do outro é, na verdade, cuidar de todos… inclusive de si mesmo.
Chico Uchoa
