Amor na Atualidade
“De que vale o amor, sem o pão e o vinho?”
Essa frase, árida como um deserto, me encontrou no fim do meu primeiro casamento.
Ela expôs meus erros diante do meu fracasso, revelou minha imaturidade,
Como um espelho que reflete mais do que queremos ver.
Agarrei-me a ela como quem tenta decifrar um enigma,
Pensando que o pão — caráter, sustento, proteção —
E o vinho — carinho, prazer, cumplicidade —
Poderiam bastar para sustentar o amor.
Mas o vazio permanecia, como um eco em um coração partido.
Foi então que, cansado de buscar respostas, cheguei à conclusão:
“É possível viver muito bem sem o amor, mas não se pode viver somente dele.”
Essa constatação parecia racional, mas não resolvia a dor que habitava em mim.
Foi então que Jesus, com Sua misericórdia, me encontrou.
Ele me mostrou que o amor verdadeiro não é sustentado apenas por pão e vinho terrenos,
Mas nasce do pão de Seu corpo e do vinho de Seu sangue.
Onde, através da Sua Nova Aliança, o Seu Espírito Santo preenche nossas limitações,
Nos completando dia a dia e imprimindo em nós traços do Seu caráter único.
Na cruz, Ele expôs meu orgulho e minhas tentativas falhas,
E provou o amor mais puro ao se entregar por mim.
Até a morte, morte de cruz.
Um amor que não cobra, mas que redime;
Que não aponta erros sem oferecer graça.
Hoje entendo que o amor verdadeiro não se prende às limitações daquilo que podemos dar.
Ele é paciente como o nascer do sol, bondoso como a chuva sobre a terra rachada.
Não guarda rancores, não exige retorno, não se quebra diante de falhas.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera.
Esse amor, que nunca perece, é maior que as feridas do passado.
É o amor que transforma erros em aprendizado,
Fracassos em novas chances, imaturidade em crescimento.
E, acima de tudo, é o amor que nos completa em Jesus,
Onde o pão sacia a alma e o vinho rega o espírito.
Assim, apresento a você o verdadeiro amor:
Aquele que não falha, que não se esgota,
E que nos sustenta para sempre.
Adeus meu amor.
Obrigado por tudo, pelos momentos de carinho, pelos momentos de correria.
Eu sinto sua falta. Da maneira como me olhava atentamente. De como você cuidava dos seus irmãos para não virar bagunça.
Eu sinto falta do seu cheiro. Sinto falta do seu miado. Sinto falta de tudo.
Adeus. E descansae em paz, minha Maria.
Se deseja sentir prazer, procure-o em qualquer lugar. Mas se deseja encontrar o amor, olhe-se no espelho!
Quanto mais fortes forem os pilares do amor conjugal, maiores serão as forças e as resistências do casal contra os ventos da infidelidade, da desconfiança e de todas as artimanhas do inimigo para destruírem os laços de uma vida a dois com suas respectivas família e propósitos.
Ainda que a sociedade lhe pareça descrente e estagnada no amor e na fé, continue praticando o bem para que muitas famílias creiam na salvação do Evangelho e façam parte da Família de Deus.
O amor conjugal é como uma lareira acesa, aquecendo ambos os corações, enquanto a presença da chama divina continua sustendo-os em seus compromissos, deveres e obrigações.
Ensine um cristianismo prático, e não um socialismo pragmático, porque o amor, a graça e os ensinamentos de Cristo duram pela eternidade.
A riqueza compartilhada provém de um coração cheio de generosidade, movida por alegria, amor e confiança na providência divina.
Posso afirmar que, por meio do amor de Deus, tudo se renova, se transforma e abre portas de oportunidades para muitas áreas da vida cristã.
Homem algum tem o direito de tirar a vida do próximo, senão dar a ele o seu amor para que pense no valor da vida.
A ausência de guerras contra o próximo é sinal da presença do amor de Deus no coração em prol daquele que o ama.
