Amor Largado
Ninguém morre de amor
Escreveu o poeta em seu túmulo de dor
Dizem que no fim a vida passa como um filme
E as cenas exibidas são as de todos os começos
Do meio onde tudo se perdeu
Um vazio
O futuro, já não existe mais
Se transformou numa incógnita
Que caminha ao lado da solidão
Quem já passou, passou
Porém quem passa, já não aguenta mais
Não era pra ser assim, mas foi
Não era pra acabar, mas acabou
Mas como diz o poeta
Ninguém morre de amor
Foi o que eu li
Em seu túmulo de dor
👉💕👈
Esses dois corações acima simbolizam a renascença do novo amor, geralmente na sua maioria reflete o quão o amor é recíproco dando a vida aos novos sentimentos, renovação, pureza e fortaleza😊🙌🏾
O amor é igual saco de lixo, quando um enche, o outro amarra, e te joga no lixo.
Houve um tempo que reciclavam… mas isso é um passado muito longíquo.
Meu coração torna-se progressivamente mais frio.
Busco expressar a imensidão do meu amor, porém ele se dissipa diante da ausência de reciprocidade.
O frio e o calor travam uma batalha em meu ser,
até que o mais sutil se infiltre e, pouco a pouco, conduza à morte dos meus sentimentos mais profundos.
O Amor que Eu Posso Dar
Não sou sua cura, não sou um carregador
para carregar suas energias.
Não sou um analgésico para aliviar sua dor,
não sou seu psicólogo para acalmar sua ansiedade.
Não sou o tempo necessário para se curar do seu passado,
mas sou o homem que pode te dar amor.
Caio Vinícius dos Santos costa
As despedidas mais tristes não são marcadas por raiva ou indiferença - elas são marcadas pelo amor que ainda permanece, por uma conexão que você preza profundamente, mas sabe que não pode mais sustentar.
É a dor de querer segurar-se, ficar naquele espaço familiar, mesmo quando cada parte de si sabe que é hora de deixar ir.
Deixar ir nem sempre significa que o amor ou o cuidado desaparecem. Às vezes, é um ato de coragem e compaixão, um reconhecimento de que se segurar demasiado forte pode causar mais mal do que bem - para ti, para eles ou para a vida que ambos estão destinados a levar.
Não se trata de apagar as memórias ou negar o vínculo. É sobre entender que alguns capítulos, por mais bonitos que sejam, não podem durar para sempre.
Estas despedidas são agridoces porque guardam verdades duplas: a alegria do que foi e a dor do que já não pode ser. Mas nessa dor reside um convite para crescer.
É um lembrete de que o amor não é apenas sobre proximidade ou permanência - é sobre presença, sobre a forma como alguém moldou a tua vida, mesmo que o seu papel mude ou o seu caminho diverja do teu.
Deixar ir não significa esquecer. Significa honrar os momentos, as lições e o crescimento que veio da conexão. Significa levar essas memórias para a frente como parte de quem você é enquanto liberta a si mesmo e à outra pessoa para evoluir da forma que a vida exige.
Não faz mal sofrer. Não faz mal sentir o peso desse adeus no seu coração.
Mas lembre-se: cada final, por mais doloroso que seja, abre espaço para novos começos.
O que você liberta com amor nunca o abandonará verdadeiramente - vai transformar-se, se instalar na sua alma como força, sabedoria e uma capacidade mais profunda de conexão.
- desconhecido
Por que alguém teria medo de amar? Na realidade não é medo de amar, é medo da ilusão do amor. Existe dentro de nós uma fantasia do amor perfeito, um conceito de amor que nos faz tremer de medo.
O que me assusta não é o amor, mas as relações efêmeras sem amor. Tenho tanto medo que me assusta só de pensar.
Dá para viver sem muita coisa, mas viver sem amor não é possível, uma vida sem amor não é vida é um reflexo do nada.
Mesmo que o amor seja uma espada que a qualquer momento possa me ferir, mesmo assim não fugirei dele, do amor.
Não tenho medo do amor, tenho medo de viver sem o amor. Só o fato de saber que o amor existe e é possível senti-lo, faz com que cada dia seja um dia melhor que o outro, pois cada passo que dou me sinto mais perto do amor.
Se, só me resta amar a mim mesmo, dando o nome a este romance de amor próprio, então não é uma questão de ter só está opção, é uma questão de ter a melhor opção, com o amor próprio posso distribuir amor, amando todos a minha volta sem medo.
UM MUNDO SEM COR
A água sem vida
O amor, a cura
Que sara tua ferida
Tudo é tão singular
Um afeto, um ser animal
E um poeta a escrever
Versos simples, para esquecer
O amor, quando se vai
Um recorda e se magoa
E esquece como era
E esquece como doía
Eu acordo todo dia
Queria que fosse minha
Aquela boa menina
Que imaginei um dia
Que imaginei um dia
E esse sonho já não era só meu
Se encontrou e se perdeu
E bebeu o próprio mel
O mel secou
E se reencontrou
No seu próprio amor
O amor irresistível de Deus por nós.
Quando somos tocados e confrontados pelo amor de Deus, percebemos o imensurável e obstinado zelo e cuidado que Ele tem por cada um de Seus filhos. Esse amor nos constrange, nos envolve de tal maneira que somos levados ao arrependimento e ao entendimento de que não podemos viver sem a influência e o cuidado desse amor irresistível. A cada manifestação do Seu amor, somos quebrantados e tomados por um amor que excede o nosso entendimento.
Quanto mais o amor de Deus nos é revelado, mais veremos a sua imensurável graça, bondade e amor, mostrando-nos o caminho para o arrependimento e a santidade que nos libertará dos pecados e da sua influência que antes nos separava Dele.
Nas nossas lutas diárias contra o pecado, devemos sempre lembrar que Deus é um Pai de amor e que a sua graça, revelada a nós por meio do Espírito Santo, gera em nós a unção e as virtudes para vencermos toda a influência e domínio do pecado.
Deus nos ama de tal maneira que Seu amor, tão constrangedor e envolvente, nos leva a nos rendermos a Ele quando se revela a nós, transformando nossa história de pecados e transgressões em uma vida de santidade e retidão.
