Amor Impossivel Martha Medeiros
Um verdadeiro amor não permite fração, tem ser total, completo e absoluto, trafegando com a mesma intensidade em dois sentidos.
Se não for assim, não é amor, não sendo amor terá frustração, dor e perda de tempo.
Vivemos hoje num mundo que tudo é relativo: caráter, democracia e até o amor. Pensar diferente é um ser jurássico, do tempo que amor era absoluto, sem muito processamento, consequências, sem data de validade e o que importava: ser feliz! Albert Einstein nunca poderia imaginar a amplitude da sua teoria tão grande fora da física.
Exista o amor da boca pra fora (comum); o amor até certo ponto (engana trouxa); o amor de fato (das mães); e o amor incondicional e absoluto (do filho do Criador).
...E sinto no meu peito um amor que não dá pra medir, mensurar e quantificar, pois é de outra dimensão tão antigo como o céu, a terra e o mar.
Não só o amanhecer é um grande espetáculo da natureza mas a renovação da vida, da fé e do amor que amanhã será ainda maior por vc.
Te amo!
No Literal, não podemos afirmar que o amor é monolítico no sentido estrito de "dois corpos em um", porque o amor, como sentimento é complexo e multifacetado. O termo monolítico sugere algo indivisível, uniforme, sem variação, enquanto o amor pode se manifestar de muitas formas diferentes, dependendo do contexto e das pessoas envolvidas. Porém, na filosofia, amor que une duas pessoas de forma tão intensa em ‘um só’ é monolítico, sendo uma bela metáfora da conexão e união íntima entre duas pessoas, aí sim amor no literal.
Amor não é para guardar dentro de uma caixinha fechada, com correntes e cadeados num cercadinho, com um Pitbull feroz tomando conta. Amor é suave, leve, livre e solto. Caso contrário não é amor e sim propriedade.
Amor e sacrifício não podem andar juntos. Sacrifício significa dor, imolação e trevas. Se é por amor, é doação. Nada mais iluminado do que se doar por amor.
Existir não é uma questão física, mas atemporal. Ser lembrado com respeito, amor e carinho nunca deixará de existir.
Estimular o bom humor, sorriso, alegria, harmonia, amor e a esperança nos outros, enquanto você, o estimulador, está exatamente na contramão do que estimula, é ser um grande ator, digno de um Oscar e de pontos com o Criador pela nobreza de espírito.
Amor real, sincero, do espírito, dimensão e essência só existe quando não há ‘olho espichado’ ou preocupação com a ‘grana’ do outro. É difícil, raro, como ficar rico jogando no ‘Tigrinho’, mas existe.
Quem tem sensibilidade e amor no coração, jamais esquece o ser que lhe proporcionou um minuto de sonho, onde foi feliz.
O que é corriqueiro: amor sempre é e sempre será vítima, quando compete com o orçamento, com o ego e a materialidade mundana.
O que é fato: nunca foi amor!
Gato carinhoso, dengoso e meloso que mia como um desesperado, anunciando uma represa cheia de amor, não só para dar, mas doar, leva da gata amada muita patada no focinho, arranhões e até escoriações e, pasme, fica feliz e quer bis, ou seja, gato que tem medo de patadas não faz “gracinhas”.
Compromisso é decorrência do amor, e amor uma simbiose, uma fusão de organismos diferentes em um, uma nova funcionalidade orgânica, como também uma nova vida, nesta e até em outra.
O amor que existiu, que depois acabou e partiu, que no tempo submergiu, mas a lembrança ficou e insistiu, não pela curiosidade, mas pelo carinho de um telefonema que o caso permitiu, por tudo que ficou, mesmo quando o coração desistiu.
O bem maior do grande amor é ficar sempre em cartaz. Que a cada exibição, o espectador tenha sempre a impressão que viu algo novo: um diálogo, uma música, uma cena ou, ainda, uma luz, a luz do foco do apresentador na entrega do Oscar ao abrir o envelope e anunciar: the winner is you.
