Amor Iludido
As pessoas querem ser divinas, querem ser felizes, querem ter muito amor e confundem o amor com ilusão, com emoção, com paixão e vão para os extremos. Elas querem ter virtudes divinas. Mas por que querem ter aquilo que já são? Não se pode querer ter ou ser aquilo que já se é. O que é necessário é acalmar a mente pensante, porque ela é um aglomerado de pensamentos e não nos deixa sentir o que realmente somos. Somos um ser puro, divino, eterno e presente. Certamente não somos o corpo, porque ele nasce e morre. Que verdade há em nascer e morrer? É um ritual funesto e a esse ritual os homens estão apegados. Praticam esse ritual de apego ao sofrimento, apego ao nascimento e à morte. Tudo isso é ilusório. Só existe a Verdade Suprema, só existe o Ser e este Ser somos nós mesmos.
O amor não existe, o que existe são ilusões que as pessoas criam e fazem com que você acredite nelas, existe mentiras torpes que elas inventam, somente para te enganar te fazer acreditar que existe algo belo e perfeito.
Não existe a perfeição, só vemos aquilo que nos convém e não o que realmente é verdadeiro.
Sei lá porque eu gosto de você, talvez é uma ilusão, talvez é amor, nem sei, é um sentimento forte, na mesma hora que eu te amo eu te odeio, na mesma hora de eu te chamo de feioso te acho bonito, na mesma hora que eu falo que vou te esquecer repito bem baixinho : nunca vou conseguir, na mesma hora que eu te chamo de chato vem aquele pensamento: é chato mas é só meu, sou uma menina diferente, talvez não tão diferente das outras, mas diferente de todoas as meninas que gostaram de você, talvez eu seja louca, talvez eu seja boba, talvez eu seja chata, talvez eu seja a menininha que te ama, e só você não percebe!! ^^
Seria hipocrisia minha se eu dissesse que o amor não é bom e que não edifica a alma. Mas seria ilusão minha se eu quisesse enxergar isso em todos.
A paixão é legada aos erros. Erros dos sonhos, erro dos pensamentos. É o jogo das ilusões.
O amor, é a certeza que todas as ilusões acabaram.
NUM CAFÉ, O TEMPO PAROU...
Trago comigo um amor em segredo,
que tem morada na minha ilusão;
amor sem nome, sem culpa, sem medo,
que veio do fundo da solidão!
Pintei seu rosto na tela da mente,
onde o amor, em silêncio, florescia;
a cor do afeto — sutil e envolvente —
tingiu de ternura a melancolia.
Vaguei nas ruas da perseverança,
em busca de algo que nunca se achou;
no rastro fugaz de parca esperança,
o amor calado mais fundo ecoou!
Um dia o vi — por acaso ou bruxedo —,
num café, e então minha alma se avia;
surgiu qual fosse um feitiço de enredo,
e pensei: “Será ela? Quem diria!”
O tempo parou — tremi de surpresa —
não era a mesma, mas lembrava tanto,
que meu olhar se perdeu na incerteza,
e até busquei conservar o encanto!
Mas, sem defesa, rendido à realidade,
voltei à vida, ao mundo real!
E então, sentindo uma estranha saudade,
amei — de novo — um amor sem final!
Nelson de Medeiros.
O Senhor, em Seu Amor, derrama sobre nós presentes preciosos, mas, cegos pelo brilho ilusório do mundo, seguimos buscando o que é apenas passageiro, sem perceber que o que Vem de Deus é Eterno, enquanto o que vem do mundo se desfaz como poeira ao vento.
O amor e o ódio, a felicidade e a tristeza, a ilusão e a certeza, o tempo e o perdão.
De todo esse matiz, tudo passa, mas o perdão é o único que não deixará cicatriz.
Espinho da ilusão
O amor é feito clarim sem enredo
Luzir de rosas por entre alvoradas
Jamais deve ser confundido como brinquedo
Nem ser objeto de qualquer desejo
O amor não é feito asa vazante
Quando se deleita em qualquer horizonte
Inda que o amado(a) esteja distante
O coração fica ali por todo instante
Ai do amor sem a cor da primavera
Desconhece o êxtase do encanto
Morre sozinho no espinho da ilusão
Mal sabe o caminho da quimera
Sob pétalas de lágrimas de canto
Vegeta sobre as sombras... sobras da escuridão !
No fundo será que o amor que você recebe é verdadeiro, ou apenas uma ilusão criada para manter você presa a esse sentimento duvidoso.
Amar sem amor e utopia. Amor sem amar, é ilusão. Quantos argumentos terão a tristeza ? Quantos tormentos serão solidão.Na rua do destino
Que já nem me recordo aonde é o começo. Canto e danço pelo caminho onde sorrir é meu vicio.Eu que esperava tanto de você. Acho que esse foi o meu maior erro: Eu queria mais. Mais presença, mais amor, mais abraços. Às vezes e preciso abrir as portas da gaiola e deixar que os pássaros que prendemos lá dentro se libertem, não significa que eu quiz me livrar deles, mas a liberdade de uma dádiva que todos merecem se voltarem os conquistei caso contrário não os mereço.As vezes tenho somente o silêncio da noite como companhia, mas percebo ao abrir a janela que não é bem assim... Deus me contempla do alto do Céu, com seu jardim de Estrelas brilhantes.
Boa noite
Vem o amor
Chega a ilusão.
Acaba o amor,
Fim do encantamento...
Certa a Desilusão.
Fatal o Desapontamento!
Amor fingido...
Amor fingido, amor bandido
Contigo eu vivi num mundo iludido
Corri perigo! Fiquei sem destino
Me ferir por causa desse amor maldito.
Fui fraco, eu admito!
Mas hoje não preciso do seu amor
Me esqueça! Estou indo embora,
Indo curar a minha dor...
Pois tenho o direito
De viver um novo amor
Nesse caminho eu vou
E só vou parar
Se um grande amor
Eu encontrar.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
