Amor entre Almas

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“Entre a morte clínica, em que o cérebro apaga, vamos morrendo aos poucos, vai morrendo células e ao mesmo tempo vamos ressuscitando, até que morra tudo e ressuscite a pessoa inteira! Tempo médio de 21 dias (período que ainda crescem unhas, barba). Então a pessoa não está nem viva e nem morta, está morrendo, está ressuscitando! Dizer que se comunicou e tal é ignorância, e a Igreja Católica não tem autoridade em ciência. Ora, esse aspecto de que um(a) suicida vai para o inferno... Ninguém tem autoridade para julgar, nem os confessores (padres).”

Inserida por TURATTI

ESCOLHAS

Uma escolha voce tem
Entre o bem e o mal
Voce escolhe seu caminho
nao chore no final

Caso escolha o bem
As flores teras espinhos
Porem nao estarais sozinho
Porque a fe move moinhos

Caso escolha o mal
No começo vai se maravilha
Soque um dia a tramoia vem atona
Um dia a casa cai
As justificativas nao vai adiantar
Porque voce escoçheu Chorar.

Poeta Antonio Luis

6:06 PM 16 de fevereiro de 2015

Inserida por PoetaAntonioLuis


Aquiles o bravo!

Nas planícies de Troia, a batalha se iniciou
E entre os guerreiros, um herói se destacou
Aquiles, filho de Peleu, corajoso e impetuoso
Com sua lança e escudo, no campo de batalha era glorioso

Nenhum inimigo era páreo para sua força e destreza
E com sua bravura, inspirava medo e surpresa
O mais temido dos guerreiros, de coração forte e nobre
Era o mais valente dos homens, um verdadeiro cobre

Nas batalhas, seu grito ecoava pelos campos
E sua lança, cortava o ar, como uma flecha sem danos
Com sua armadura brilhante e sua determinação inabalável
Aquiles era o herói mais corajoso e formidável

Seus feitos ficaram registrados na história da humanidade
E sua bravura, em nossas mentes, permanecerá pela eternidade
Aquiles, o herói da Ilíada, que lutou com toda sua alma
Será para sempre lembrado como o mais bravo de todos os guerreiros de Troia e da Grécia.

Inserida por jottaandrade11

⁠Sempre fui um menino sombrio,
A vida me fez sofrer muito,
Caminhei entre sombras e frio,
Com um coração sempre em luto.

As estrelas brilhavam no céu,
Mas na minha alma, escuridão,
Cada sorriso era um véu,
Ocultando profunda solidão.

O vento sussurrava segredos,
De um mundo de dores sem fim,
Meus olhos, cansados e negros,
Procuravam um raio de sol, enfim.

Mas entre as trevas surgiu uma luz,
Uma faísca de esperança, um refrão,
Que aos poucos a tristeza seduz,
Transformando em amor, o coração.

E assim, nesse caminho estreito,
Aprendi a viver, a lutar,
Mesmo com um passado desfeito,
A vida, eu voltei a amar.

Inserida por jottaandrade11

⁠Mas você pode também escolher entre correr da polícia sempre ou correr atrás de seus sonhos.

Inserida por chicogente

A vida é um sopro, entre um espaço e outro da batida dos nossos corações existe um breve intervalo de tempo que determina a nossa existência. Em um compasso absoluto de harmonia nos impulsiona a evoluir e a buscar nossos sonhos. Então viva, mas viva marcado cada milésimo de segundos com o dom do amor, da fé e do perdão...

Inserida por fiorehsotana

"tubarões não nadam entre cardumes."⁠

Inserida por Pablo_Flores

"Sou o prólogo meninil da expressividade artística nesta jornada entre os extremos."

Inserida por RafaelZafalon

Pudica é vírgula entre versos - não prova dos frutos e não aparenta contragosto.

Inserida por RafaelZafalon

⁠Timoneiro


Se me fosse imposto optar
Entre a pedra do chão que sangra
E o céu que engole o dia,
Eu ficaria com o mar,
Onde o tempo se desfaz em ondas
E a eternidade é apenas um sopro.

Nos braços do meu barco
— solidão que navega —
Paro em portos de ausência
E parto levando memórias
Que ainda não gestaram.

Longe do ruído do mundo,
Sou um vulto que vaga e sonha.
O balanço do mar é um relógio,
E remo, rezo e remo até que a noite
Cante em meu braço cansado.

Quando não puder mais suportar,
Soltarei os remos,
Redirecionarei a rota dos silêncios.
E se não souber o que fazer,
O vento, antigo mestre, saberá,
Pois ele é voz do que em mim nunca cessa.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Deságua

Sou rio, mas não mando em mim.
Nasço tímido entre pedras,
um fio d’água sem dono.
Aprendo cedo a correr,
a buscar o mar sem perguntar.

As pedras me ensinam desvios.
As margens me lembram limites.
Aceito ser água que passa,
que abraça, que perde e que segue.

Se um dia seco, o barro me guarda.
Se transbordo, o mundo me teme.
Mas a vida não me espera—
ela deságua mesmo quando eu já não estou.

Inserida por Epifaniasurbanas

Na ânsia pelo porvir, vagueamos por entre os dias, tentando antecipar o presente. Estamos, mas nunca inteiros. Zumbimos no agora acreditando em um amanhã que nunca chegará. Precisamos estar atentos às chegadas e despedidas, pois o futuro é criado com pedaços de agora.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.

Inserida por Epifaniasurbanas

Entre águas e encantos

O Boto

Deslizando
Entre águas e encantos
Sigo navegando pelo Solimões
Não estou bicho nem homem
Estou
À tua espera

Num tempo
Suspenso na correnteza
Remos parados no momento
De tua ausência

Não preciso de rede
A me prender
Tua falta é corrente mais eficaz
A me segurar

Sou soma de encantos
Amontoado de lendas
Esperanças e sombras

Tudo o que me resta
Pesado numa balança
De um só prato

Seguindo
O curso de um rio de histórias
Não desisto
De te buscar entre as águas
Teu amor
É o que me leva a existir

A Virgem

Meus passos ecoam as margens do Rio Negro
Minha voz já é parte da floresta
Meu coração habita entre vitórias-régias

Busca-me
Perco-me em ti
Para me tornar inteira
O espetáculo
Na junção de nossas águas
Lenda viva
Amazonas

Existiremos
Como o encanto perfeito
Horizontal
Assim como o rio que rasga a floresta

Nossa fertilidade
Garantida
Na umidade dos dias
Ecos de canções
Rios, igarapés e os guardiões da flora serão testemunhas
Os peixes e as feras verão
Nosso mistério
Existo, existiremos
Apressa-te,
Leva-me
Para dentro da lenda

Inserida por Epifaniasurbanas

O fio invisível


⁠Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.

Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.

Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.

Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.

Inserida por Epifaniasurbanas

O fio invisível

⁠Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.

Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.

Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.

Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Carrego dores e lutas silenciosas, buscando equilíbrio entre amar os outros, cuidar de mim mesmo e encontrar significado na minha jornada.

Inserida por lglimadeaf

"Dividido entre a alegria e a angústia,
a solução foi oprimir o desejo.
Por medo de quem me tornei, encasulei-me.
Foram longos tempos como lagarta...

O casulo foi meu vazio.
E como vazios são essenciais,
eles foram base de minha
arquitetura emocional.

Por medo de não criar asas,
até hoje resisto à inevitável metamorfose."

Inserida por Epifaniasurbanas

“Pássaro encantado tu que detém o canto e a palavra. Que transita entre a realidade humana e a eternidade dos céus. Carrega-me. Leva-me aonde o tempo não me encontre. Onde eu e a eternidade, assim como tu, também somos um. Onde ainda sou garoto e a decepção ainda não maculou meus olhos. Onde a felicidade é certeza e não possibilidade. A casa da poesia.
Onde somos pretérito, presente e futuro.”

Inserida por Epifaniasurbanas

Que é o diálogo?
A parte "mística" da comunicação
entre os humanos
Se não houver mais diálogo,
as palavras silenciam.
Então, surge a violência.