Amor entre Almas
Na interação entre os mais jovens e os mais velhos, reside a essência da sabedoria e da renovação, onde o passado encontra o futuro e o presente se revela como a ponte entre as gerações.
Um escritor é como um arquiteto da alma, construindo palavras para erguer pontes entre mundos, moldando histórias que ecoam na eternidade da emoção humana.
Enquanto o tempo escorre entre os dedos, alguns preferem entulhar a mente com trivialidades, desperdiçando a preciosidade dos momentos únicos
"Um misto de sentimentos me levantaram de tropeços, entre eles, uma pitada de sede de vingança pelos inocentes q vi sofrer, assim como eu.
Entre o que acontece conosco e a nossa reação, há um espaço, neste espaço podemos refletir e escolher a melhor resposta dominando assim nossos impulsos e destino.
Feliz Natal!!!
Na Bíblia existem muitos milagres de Jesus, entre eles dar vida aos mortos, mas na verdade o seu maior milagre foi dar vida aos vivos através de seu sacrifício.
Hoje é dia de comemorar o aniversário de Jesus Cristo o salvador, filho de Deus. Dia de refletirmos se estamos fazendo com que o seu sacrifício tenha valido a pena, buscar ser melhor através da nossa prática diária de amor ao próximo e a Deus acima de todas as coisas. Sei que eu poderia ter sido melhor e vou me esforçar para fazer isso de agora em diante e convido cada um de vocês a fazer o mesmo, pois este é o melhor presente que poderemos entregar ao aniversariante do dia quando encontrá-lo.
Feliz aniversário Jesus Cristo!!!
Wilen Heil e Silva
Louvado seja aquele que faz brilhar o Sol, entre nuvens cristalinas, do vasto horizonte, ao belo crepúsculo e glorioso amanhecer...Meus Amados, eis que na "infância" da criatura humana, já se faziam presentes as soberanas leis, que hoje permanecem a dirigir os rumos das vossas existências. É através da inspiração, que "descortinamos" o véu do invisível, ouvimos a voz do silêncio "palpitante", captamos a energia dispersa nas "telas" do aclamado cosmos, e elucidamos as "questões" formuladas com o transcorrer do maravilhoso tempo...Assim fazemos arte! A arte no brilho e nos "olhos", no "desenho" que traduz a imagem e semelhança do Amor sublime, que alegre descansa, na beleza das cores...Na doce e suave canção, que movimenta o vento, suaviza o ar, e tranquiliza a grosseira voz dos "trovões"...Jesus nos convida à uma humilde arte: A arte do Amor em palavras, gestos e ações...Arte em ritmos, afetos e canções...
Nunk entre numa guerra sem um plano ou estratégia, pois é o mesmo que ir nada num lago com crocodilos , vc Nunk saberá de onde vem o ataque , mais tenha certeza ele vira. Se está cercado de crocodilos a primeira providência e drenar o pântano.
Entre o ponto de chegada e o ponto de partida, existe uma infinidade de outros pontos. Portanto, curta o caminho. É uma questão de matemática!
O Homem na Porta
William Contraponto
O homem na porta observa
E tira suas previsões,
Entre uma e outra reserva
Vê o que há em ambas situações.
O homem na porta hesita,
Mas não cessa de esperar,
Pois cada cena palpita
Com algo a revelar.
Vê passarem os enganos
Com vestes de solução,
E os que fingem há muitos anos
Ser donos da direção.
Escuta o rumor da rua
Com olhos de dentro e fora,
Como quem encara a nua
Verdade que se devora.
Vê que a luz também confunde
Quando insiste em dominar,
E que o claro só responde
Se o olhar souber mirar.
William Contraponto: Lucidez Entre Versos e Palavras
A poesia de William Contraponto nasce da urgência de pensar, não como quem busca respostas, mas como quem se recusa a calar diante do absurdo. Seus versos não se rendem ao consolo nem à beleza fácil: são lâminas que cortam o véu das aparências, faróis acesos no nevoeiro da linguagem. Em sua obra, cada palavra é escolha ética, cada silêncio é crítica, cada poema é um gesto de lucidez.
Filho do questionamento e irmão da dúvida, Contraponto caminha entre ideias como quem atravessa um campo minado de verdades. Sua filosofia é existencialista, mas não resignada; socialista, mas não panfletária; ateia, mas jamais vazia. O sagrado é desfeito com ironia e o poder, enfrentado com clareza. Sua fé, se há alguma, é na consciência livre, na autonomia do pensamento e na dignidade de quem se ergue sem altar.
Poeta-filósofo (ou poeta-reflexivo, como prefere ser definido) por natureza, ele escreve para inquietar, não para entreter. Não há ornamento em sua linguagem, apenas densidade. Cada poema seu é uma fresta por onde o mundo se desnuda. E é ali — entre versos e palavras — que habita sua lucidez: uma lucidez que fere, mas ilumina; que não explica, mas revela; que não conforta, mas desperta.
William Contraponto não oferece abrigo. Oferece espelhos.
O legado de um ser humano, que promove o bem comum entre os seres, sempre será mais importância vital do que a palavra de uma Lei ou Dogmas de uma sociedade.
Tenha como prioridade o teu rumo.
O azimute é apenas uma direção com variação de escolha entre possíveis ações.
A ARMA MAIS PODEROSA DO MUNDO
Entre as armas mais poderosas do mundo, a mais perigosa permanece sendo aquela que possuímos em nossa boca: a língua. Quando utilizada para disseminar mentiras, ela tem o potencial de devastar vidas e até mesmo comprometer
gerações inteiras. No entanto, quando empregada com sabedoria, amor e verdade, essa mesma língua pode promover a salvação de muitas gerações. Refletir sobre o impacto das palavras que escolhemos usar diariamente nos faz perceber que temos em nossas mãos, ou melhor, em nossa boca, a capacidade de moldar o mundo à nossa volta. Assim, a escolha está sempre conosco:
causar destruição ou promover a cura e a união.
Às vezes, no silêncio das madrugadas, uma lembrança adormecida caminha de mansinho entre os pensamentos. Não vem com nome, nem com rosto bem definido, é mais como uma brisa antiga que sopra do tempo, carregando o cheiro de um lugar esquecido e a luz suave de uma tarde que já não volta mais.
No sonho de ontem, a velha casinha ainda estava lá. Os tijolos um pouco gastos, o portão que range, e aquele silêncio que só existe em lugares que um dia foram felizes. Eu caminhava devagar, como quem pisa nas próprias memórias, e sussurrei, sem saber por quê: "ainda está como antes."
Havia algo no ar, talvez o vento mexendo nos cabelos de alguém que não vi, talvez os olhos de alguém que não se virou. Mas eu senti. Como se algo, ou alguém, estivesse ali, em cada canto, em cada sombra macia projetada pelo fim da tarde.
Não era saudade exatamente. Era mais fundo. Como uma música que não se lembra, mas que, quando toca, faz o peito pesar e o tempo perder o ritmo.
Acordei com a sensação de ter tocado algo precioso, mas intocável. Como se o passado tivesse respirado junto comigo por um breve instante, e depois voltado para o seu lugar, intocado, imóvel, eterno.
