Amor entre Almas
Buscamos a harmonia entre a ortodoxia firme e a vivacidade espiritual, unindo o conhecimento profundo das Escrituras com uma piedade sincera e cheia de vida.
Entre crer, saber e sentir, o mais importante é sentir. O que é sentido tem mais valor, portanto é mais real.
As frases de um escritor também servem para o aconselhar. Quase sempre há uma distância entre o que se faz e o que se diz.
Na luta entre o bem e o mal sempre haverá perdedores. Se sobressai e tem mais consciência da realidade quem se posiciona além.
Às vezes uma situação não se trata de escolher entre certo e errado, às vezes se trata de avaliar se fazer aquilo vai ser escroto ou não.
O lobo vivia entre o rebanho das ovelhas, mas as comia todos anos e em cada 5 anos quando se aproximavam as eleições, o lobo saia diante das ovelhas dizendo que virou vegetariano e as ovelhas sempre acreditavam e votavam sempre no lobo e até hoje as ovelhas pensam que é o Pastor que as come quando tenta tirar o lobo do rebanho.
As vezes as convicções políticas que temos incomodam os interesses de alguém. Entre minhas convicções e agradar alguém: Eu fico com a minha convicção.
As vozes me despertam as sombras como o câncer caminha entre as paredes
Minha felicidade e a paz no amor dela distantes me deixa mais aflito
perco minha referencia minha gravidade sei que ela me conteria a não escrever sobre elas e eles sombras e vultos destorcidos a noite e tão reais de dia.
O tempo cresce dentro do silencio onde os gritos só eu escuto
Devora-me minha própria mente tão astuta que acredito nas minhas próprias ilusões
O veneno do meu mal caminha no silencio de muitos
Meu controle meus gatilhos defensores são desarmados e as portas abertas sem minha permissão
Crio novas regras como se ensinar a crianças desobedientes os seus limites
Meus próprios pesadelos de olhos abertos são criados por mim
A nevoa escura os barulhos me consomem luto em guerra uma batalha contra mim mesmo
O delírios que expressa a vida de um poeta lunático
Por Charlanes Oliveira Santos
Caminhava entre as nuvens na minha desistência e no minuto gotas de mim em queda livre parecia tão profundo ate chocar-se
e tranquilizam o chão e em na argila derretia em torrões de barro...
O sol como lâmpada aquecia evaporando você dos pensamentos
e voltava ser o manual de carne
E num ápice uma flor surgia da terra fresca mulher e desejo atribuído
Podia tocar ho hão de ramificar-se ao infinito, a começar daí
Minha musa eu fui teu súdito leal, meus olhos alcançava os astros no céu rangem frêmitos puros e esta alma sentinela
Murmura teu rogo orvalho a rorejar-me a fronte das aguas fresca...
Quando ela se esgueirou ate ali uma partícula de trevas ou eu a criei na sua ausência? tão palpável
Vultos em toda parte seres que rastejam nas sombras e entre elas sons que ecoa entre dimensões rostos e sussurros assombrados...
Vozes entre as paredes falando baixo...gemem e gritão me pedem favores alucinação que mistura a preocupação do cotidiano...
Liberto eles as vezes a noite da esfera que criei para segurá-los mas eles á roí me causa dor... então as vezes sem objetivo salto entre mundo para ver se fujo deles pois eles me desperta ate do sono me tragam com pesadelos reais de mais...
Queria ir de encontro ao azul da nirvana... posso sentei-los mesmos de olhos fechados sinto a gastura da sua presença as vezes quando eles tenta me toca anjos vem e posso senti o calor da armas e luz forte então eles se distanciam ficam ao derredor gritando com ódio
Vejo entre a película dos mundos o real se compilando com o imaginário um inferno sem brasas...
A partida entre a neblina no assobio da chaminé do andante... o ranger aço e o metal das rodas velozes e como o fio da lamina escorregadia...
Levem levem meus poemas não tem registo nem amor e digam que foram você que fez... que pelo menos minha alma seja capultada dentro da sua que minhas doces ou sombrias poesias seja sentida com fervor
A palavra adeus seta que inflama o coração em uma baba viscosa e enferruja os pensamentos
Existe na eternidade do coração o laço no olhar cujo brilho passageiro era... dividiu comigo o seu calor e que se evadirá sombrias litanias onde a memória se perdeu
Sobre os séculos nodosos, o desprezo da tua alma em todas as linhas e vírus que enviei, não encontrei um desdém semelhante...
Sem direito de esquecer teus olhos adamascados no verde chau
Teus lábios pérfidos que me fui rasgado formularam os teus lábios que profanou a fé
