Amor entre Almas

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Quem sou eu em meio a multidão?..."Sou a diferença entre rostos e passos apressados que, envoltos a correria do dia-a-dia passam muitas vezes desapercebidos e gritando: -OLHA PRA MIM!"

Inserida por valeriaviana

Faço um muro de palavras entre mim e as pessoas. Sou autoexplicativa só pra confundir.Uso palavras para não sofrer, para plagiar uma dor, pra fingir que sou leve e que está tudo bem.

Inserida por DayannaOliveira

NINGUEM
Ela anda entre a multidão despercebida
Salve-a
Algo a faz caminhar entre nos,tão bela,mais que beleza se vê nisso???!!
Esta sentada em uma mesa de bar,faça companhia a ela,mais não diga nada,apenas a observe...
-Era macabro mais hipnotisante a forma como ela mordiscava o canudo antes de puxa a bebida para seus lábios,apenas um brilho em sua boca,olhos fixados no movimento circular que fazia com o gelo-“Em que estaria pensando?”-mais não quis interrompe-la,não no seu ritual,acho que nunca se importou com quem se sentava a mesa com ela,afinal que coisa pra se fazer não é mesmo.
-O copo encontrava-se vazio,agora tavez fosse a hora para ela me notar,mais não,me surpreendi com uma gargalhada e era dela,ria descaradamente e bem alto.
-“Não foi perda de tempo,apenas ganhei experiência.” Dizia ela...eu não entendia e então pela primeira vez dentre tantas outras que eu ficava a observar,apaguei meu cigarro e perguntei sem exitaçoes:”O que você disse,eu não entendi?” e com um olhar carregado de ódio ela me encarou,não disse nada apenas encarou e se retirou.Pensava que aquela fora a ultima vez que eu realmente tinha a chance de ter a companhia dela e estraguei tudo por abrir minha boca.
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DO OUTRO LADO DA CIDADE
Correndo na chuva como sempre,estava indo pra casa,gargalhava como louco pela rua e nem ela sabia o porque,entro em seu apartamento e na mesma volúpia se desfez das roupas molhadas,cabelo molhado e grudado em sua pele;não tinha animais,morava sozinha,aprendeu desde cedo a companhia de seu quarto escuro,pois ela dizia que la so poderia habitar um único demônio “NINGUEM”.
Preparou minuciosamente seu banho,tudo o que fazia parecia um ritual,ascendeu quatro velas e pos uma em cada lado de sua banheira,preparou uma banho quente com canela em pó.Em frente ao espelho despia o que restou de sua roupa intima,ficava a se observar,os anos realmente não aparentavam passar para ela,entrou na banheira e submergiu seu corpo todo,ficava a olhar o teto por debaixo da água,esquecia o tempo,pessoas,todas as coisas que não faziam parte de sua mente e seu gosto,mas também ficou a pensar no rapaz que havia lhe feito companhia no bar,afinal ninguém gostava dela naquele lugar,talvez fosse suas roupas ou até mesmo maquiagem,ou até mesmo nenhuma das duas opções.
Passava horas a ler livros sobre Magia,Vampirismo,Tantra,Necromancia,era tanta coisa que so ela saia se achar neste mundo regado à pesquisas e vinho tinto suave.
Amanhecia e ela odiava a luz que batia diretamente em seu rosto,mais um dia querida Marrie,ia para o trabalho sua carga horária era de 11 horas de segunda à sexta e 7 horas fim de semana,seu salário era convertido em livros quando não em bebidas e utencilios pessoais.No auge de seus 20 anos tinha um gosto bem apurado mais que variava a cada dia;escutava o que pudesse guia-la no pensamento,sempre tão bem maquiada.

Inserida por syren

Estar entre o passado e o presente nunca é muito confortável. Por mais que eu goste do presente, eu queria poder voltar ao passado, tem pelo menos mais um dia nele, ter tudo aquilo de novo. O presente é bom, o presente me conforta e isso deveria bastar. Mas não basta, não é o suficiente. Apesar de todo aquele sofrimento eu quero o passado de volta, eu não quero olhar para trás e sentir saudades, eu quero olhar para o lado e te ver.

Inserida por belfernandes

"Eu sou aquele que viveu no inferno, que morreu na própria agonia, que anda por entre todos, que respira, mas não sente nada, as lagrimas não lhe merecem mais os olhos, coração apenas bate por bater, se vivo não sei, medo de morrer não tenho, por que apenas os mortos não morreram"...

Inserida por raphael-rsa

Pouco me importa o que você é ou pensa ser, o meu querer determina a distância entre nós dois.

Inserida por maiconherverton

Começo já me perdoando pela repetição de palavras, mas é que entre essa história, rodou o tudo em uma coisa só. O amor, o olhar.

Foi um romance aparentemente eterno. Um amor jamais imaginado, na cabeça dela. Na dele confesso que não sei, mas o seu olhar dizia por qualquer palavra.

Eduarda era daquelas meninas desapaixonadas, que não gostava do amor, fazia de tudo um pouco para dizer que não amava a ninguém.

Gustavo era daqueles de rosas, poemas e romantismo. Só faltava realmente a coragem.

Eduarda sonhou com ele, Gustavo já pensava nela. No outro dia, quando ela o notou, lembrou do sonho… Que eles diziam que iam ficar juntos. Na mesma hora ela se apaixonou por aquele novo amor. Mas dessa vez – como sempre – maior do que todos.

Eram pensamentos da parte de Eduarda, musicas, coisas que ela escrevia sem parar…

Não sei de fato se foi uma forma dela encontrar uma razão para a vida criar uma felicidade, ou foi realmente algo inexplicável.

Só sei que ela não parava de pensar nele um minuto sequer, e ele sempre vinha em seus sonhos dizer tudo o que ela sonhava.

Todos os dias, o momento mais feliz era aquele em que eles se viam, e em que seus olhinhos brilhavam e o sorriso no cantinho da boca aparecia.

O encontro aconteceu, mas nada aconteceu. Mas ficaram esperanças altas no ar, iria acontecer algo.

E nesse lenga-lenga, passou-se um ano. Quando chegou o tal 2010, Eduarda estava cheia de esperanças, cheia de amor. Mas ai é que tá, o ano chegou levando tudo… Até os sentimentos. E a partir do momento que eles se conheceram, o amor saiu por ai… Vagando pelas ruas do Recife. O problema de Eduarda era que a partir do momento que ela conhecia a pessoa, ela via que não existia aquela perfeição toda. E mesmo dizendo amar o imperfeito, no fundo… Aquela doçura do romantismo que sim existia nela falava mais alto. Já Gustavo, se mostrou uma pessoa fria por fora, mas Eduarda sabia muito bem que ele não era nada disso. Ela via em seus olhos. E Gustavo também sabia muito de Eduarda, sabia que ela não era nada disso aparentemente mostrado.

Acabou. Não existe nada mais triste do que um amor assim acabar. E acabar do nada, da mesma forma que começou. Os olhares não mais se encontram não se tem a melodia das notas iguais. Nada, o tudo virou nada.

Agora Eduarda voltou a ser aquela desapaixona de sempre, nunca mais gostara de alguém. Ela dizia que tinha descoberto o amor verdadeiro, e agora seria difícil de interessar por alguém, nada se comparava… Mesmo sem mais sentir.

Já Gustavo continuava com sua capa por fora. E foi embora, longe dela… Para nunca mais voltar.

Inserida por BarbaraCampos

"Moras em mim!"



Mesmo na tua ausência te sinto agora...
perdida entre horas dessa aurora,
notas me tocam e me levam para ti...
ouça!
Tu és a mais linda canção...
Moras em mim amor...
moras em mim!"

Inserida por AleS2Monteiro

“Quero-te em mim
Entre abraços tantos
Num dia lindo sem fim
Teu sorriso meu encanto
Quero-te assim!
Amanheça e anoiteça
Adormeça teu corpo em mim
Antes que o alvorecer apareça
beije-me
Quero-te sim!”

Inserida por AleS2Monteiro

"Quando meu corpo cala
E minha alma fala
Ah!Meu coração a ti declara
Entre poesias e sonetos dispara!
Ouça... sinta!
Por ti ele não para, pura emoção!"

Inserida por AleS2Monteiro

A distância entre nós é longa, mas a nossa amizade é mais longa ainda.

Inserida por Kimicaqui

Olhando-me no fundo dos meus olhos,ela procurou sorrir.Ví brincando entre seus cílios,o despontar de 2 lágrimas.Parece-me duas pérolas extraordinariamente brilhantes,procurando fugir das conchas que lhe deram vida.

Inserida por Francyaneoliveira

"Entre em uma disputa por algo que traga crescimento ou aperfeiçoamento, não simplesmente por vaidade ou status."

Inserida por JAglais

Como vai?
O silêncio bateu em minha porta
Chamando-me de pai
Agora vi as diferenças
Entre o mundo e eu
Minha mente forte e sempre tenho idéias boas
Vira-se
Olhe em meus olhos
Não quero pisar em meus próprios pés
Grita se for preciso
Já trabalhei duro hoje para conquistar meu sossego
Em meu tempo de silêncio
Entendo meu coração
E eu também ficaria em silêncio
É até bonito ser assim
Caminhando sobre qualquer espinho
Não me importa o quão fundo fura
Continuarei pisando forte
Em passos leves
Que bom reencontrar a paz
Mas entenda, ela sempre terá que partir, para que haja evolução.
E ela sempre partirá quando você precisar
Esteja pronto para reconquistá-la
O silêncio me protege do caminho rumo à desintoxicação.
Os tempos de empolgação de meu coração acabaram.

Inserida por fr4nk4lv3s

Sou água, meu sinuoso caminho entre as pedras me leva a grandes quedas, e como ela me ergo sublime até o céu...

Inserida por ruypereira

“ Tem momentos na vida que a gente tem que optar entre a razão e a emoção, mesmo correndo o risco de escolher a opção errada... ás vezes podemos voltar atrás e escolher novamente, mas outra opção e se não tivermos essa oportunidade, teremos a nossa punição pela escolha incorreta e levaremos esse fardo por toda uma vida...por isso, sempre teremos que usar de sabedoria e calma para optar, sempre ouvindo um pouco a razão e um pouco a emoção, deixando nossos conflitos internos se chocarem pra valer, pra depois da tempestade enxergarmos o que realmente restou e pôr na balança pra tentarmos a opção correta...a melhor forma de optar corretamente é sendo sempre honesto consigo, avaliando até mesmo as feridas que mais nos machucam, assim pelo processo do sofrimento, purificamos nossa alma e conseguimos abstrair o que de melhor há em nós e assim sendo, com certeza chegaremos à resposta correta para solucionar qualquer problema que possa surgir em nossa vida...por mais impossível que pareça...sempre existe uma solução se realmente procurarmos resolvê-los sem medo, enfrentando ele de frente, já solucionamos a metade do problema sem perceber...depois disso...Deus ajuda quem nele acreditar...acredite nisso, sempre...tentando acertar com a verdade, dificilmente se erra...”

Inserida por AneVeiga

Será mesmo?

Tempo que vejo escapar entre meus dedos,
tempo em que convivi com você,
tempo, que tempo?!

Lamentação e solidão,
lamentos e amarguras,
sinto, e nada posso fazer.

Vejo uma luz no fim do túnel,
embora não esteja sonhando.
Vejo o meu amor conversando com um anjo
e nada sei e nada imagino.

Quero saber o que passa,
mas nada me diz,
sinto apenas meu coração bater,
mas bate descompassado.

Agora tudo foi resolvido,
sejo você com outro,
e nada posso fazer.

Tento chorar mas não consigo,
só consigo ver aquela imagem,
a imagem em que nada digo a você,
e nada faço.

Depois vejo que fiz tudo errado,
e agora já passou,
me lamento e nada me consola...

amor ou ilusão???

Inserida por carlosjudoca

Será mesmo?

Tempo que vejo escapar entre meus dedos,
tempo em que convivi com você,
tempo, que tempo?!

Solidão e lamentações,
lamentos e amarguras,
sinto, e nada posso fazer.

Vejo uma luz no fim do túnel,
embora não esteja sonhando.
Vejo o meu amor conversando com um anjo
e nada sei e nada imagino.

Quero saber o que passa,
mas nada me diz,
sinto apenas meu coração bater,
mas bate descompassado.

Agora tudo foi resolvido,
vejo você com outro,
e nada posso fazer.

Tento chorar, mas não consigo,
só consigo ver aquela imagem,
a imagem em que nada digo a você,
e nada faço.

Depois vejo que fiz tudo errado,
e agora já passou,
me lamento e nada me consola...

amor ou ilusão???

Inserida por carlosjudoca

Se sou feito á tua imagem porque é que durmo na calçada?
Será que pedir a paz entre os homens é pedir demais?
Porque é que sou discriminado se somos todos iguais?

Inserida por drieaxxi

Sabe o que é engraçado?
A relação que se dá entre os homens. Cada um sabe do que gosta.

Inserida por MarinaSweeter