Amor entre Almas
Pensar-te é um oceano.
Imaginar-te nenúfar entre os dedos escorrendo do néctar
o silêncio primordial
no êxtase de todas as tulipas
bebendo-te é púrpura loucura.
Dos gestos
a alma que perdura,
palavras e risos
percorrendo avidamente o esgar cruel do tempo
que deixaste em meu corpo inteiro
saudade,
este viver ousadamente sem nada ser ou possuir.
Pensar-te meu amor mais sublime
nas fragas do vento ou num desesperado grito de ave
é sentir teu fôlego entre
minhas pernas
tua língua brincando em meu ventre
meus dedos entrelaçados aos teus
revolvida, encharcada e concebida,
extasiada em teus cabelos,
como crianças besuntadas de mel e marmelada
roendo maçãs
no entardecer da infância
enquanto a fome doía
na alma grande
das gentes.
Pensar-te tudo e nada.
Beber-te chuva.
Célia Moura, in "Terra De Lavra"
O vento frio amargo,
Sonho tardio entre esses dias frios.
Corpo no relento...
Alma desgastada e cansada...
Minhas lágrimas secaram.
O sentimento também secou agora caminho no escuro das ruas..
O frio parece nao ser tão frio.
Nem mesmo as luzes parece tão simples devorar os sentimentos.
Noite cai sobre destino da madrugada
Olhar frio da lua da liberdade aos meus pensamentos.
O luar está encoberto por nuvens de existencialismo.
Então caminho ate meu interior vejo a vida que resiste em clamar tem fome de viver.
O dia amanheceu dentro de mim os espaços antes eram descritas pelo ardor descarado da cidade são expostos pelo barulho da minha mente em silêncio.
Dia aparece no meio do apartamento mais tudo que vejo são paredes que se apertam pessoas que não se conhecem vivem para sobrevivência mais parecem robôs de carne cheios de metaforas.
Alienações de um tempo que passou,
Assim passo pelas asas da liberdade.
Minhas ilusões ganha sentido.
Entre dilúvio de tuas palavras.
Sois sorriso e silêncio,
ironia é clareza que morreu em teus lábios.
Sou melodia tocada
Entre linhas do esquecimento
Minha lágrimas são parte das chuvas
Torrenciais
Meus olhos abertos dentro do cosmos
O suplício de ilusões são reunidas que afogam e delícia o impensável.
Carruagens de defruste marcam desejo efêmero.
Transcende ou sou coveiro da minha essência entre olhos perdidos abandonados pela imensidão.
Vago sob vassalos de minha críticos de minha fala, mortos pelo sentimento de existir.
No silêncio de meias verdades estou olhando o profundo eu no sentido do meu ser...
Meus labios tremem de frio pois a madrugada fria demonstra o luar como sua vitima voraz exclama os ares da neblina. Numa constante sou vento frio que levou suas experiências verbais ate a cova do destino.
Bem estar caindo num copo de cerveja quente pois amargo se contrasta no profundo do esplendor do amanhecer.
"Considerando que as constantes da relatividade envolvem a velocidade e o espaço entre dois pontos — e que a unidade dessa constante seja irrelevante para a gravidade —, em teoria, as sombras seriam mais rápidas por estarem associadas à matéria escura.
Ao exercitarmos esse pensamento livre das amarras de positivo e negativo, a lei do paradoxo passa a criar novas equações no desequilíbrio do universo. Afinal, as leis da relatividade podem não seguir a mesma ordem em todo o cosmos, já que o silêncio do espaço sideral abriga os mais variados cenários.
Esse conceito de macro e micro universo nos dá o livre-arbítrio do olhar para compreender melhor as nossas vidas, o cosmos e a dobra espacial. Ao estudarmos os conceitos mais profundos, encontramos respostas em equações e paradoxos cujas leis operam perfeitamente — até que tudo o que conhecemos mude diante do impacto do desconhecido. Diante de tudo isso, somos apenas grãos de areia, feitos de água e carbono."
Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.
Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.
Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.
Entre dia e a noite somos ilusões do tempo.para o qual estado alterado de consciência se vê no amanhecer de cada instante ate anoitecer, quando anoitece nos vemos nos aglomerados da madrugada.
E evoluímos diante o abismo que transpoem laços da eternidade.
Entre as trevas meus olhos são apagados em um momento irônico.
Comprendo o espaço lúcido para o qual damos importância para o qual observo
Entre álibis a sempre uma verdade...
E...Entre... a verdade a clareza dos fatos a suposições e declarações para os quais o silêncio responde a maioria das perguntas.
Sendo assim é declarado inocente por falta de provas.
Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.
Antropria é calor e intempéries da sociedade....
O caos predomina entre as chuvas decorrentes da intempéries da decorrência do algoz leviano.
Pelos quais sois o futuro.
Divindade do desequilíbrio... para os quais espera se esconde de tanta crueldade....
Repentinas nas virtudes do tempo temos um remédio?
Claro seria tardia?
Pois é real vivência do mar seco do sertão...
Ares quentes mares de contraste somos a decepção dos antigos...
Dualidade entre o raciocínio e relevância da crença.
Evoluir em cada aspecto de cada assunto busca e refletir a origem de cada problema e obstáculo te tornam seguidor de uma religião.
Nos vemos na amarras de uma condição ja vevida em época remotas.
E vivida pelos legisladores desta época.
E como leis a ser seguidas nos impormos as essa doutrina de um passado quase esquecido.
Só mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecável...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que é derradeira fonte da ausência.
O homem vive dentro de uma gaiola.
Essa gaiola sua mente,
Entre dilúvio de dúvidas suas ideias são crentes no conluio dos dogmas religiosos a mente doutrina,
O homem busca viver entre alienação do cotidiano.
Acerto momento o irônico é insanidade...
Por tanto o homem é envolto nos seus dilemas para os quais somos servos de uma conjuntura... de viver para morrer...
A apologia do ser falante para ser pensante...
No fardo unilateral temos o abismo de ideias...
A fisolofia da racionalidade da inovação para um mundo complexo.
As dimensões infinitamente politicamente correto somos jugados e condenados.
Pois ignora e o alimento da insensatez.
A raiz da derradeira voz da existência e consciência da verdade e da moralidade.
Libertino do capitalismo...
Entre dilúvio das moedas queimadas.
O real motivo e o real em seus bolsos
No peito uma camisa ver e amarela.
Traidor de uma patria
Doma o povo com ossos e resto de comida...
Filhos da alienação, palhas de um patria.
Somos esquecidos numa prisão de balelas discursos falsos.
Eco centrismo da palco ao empobrecimento do intelecto político e desequilíbrio de tomar decisões.
Vemos aglomerados de pessoas tornando se evidência da coisificação.
A mafia a música e transição entre pensamentos e a cultura desprovida...
O destino é simplicidade uma caminho trilhado antes do nascimento
A transgênia racional floresce na cultura da sociedade...
Os achados da sociedade moderna antológica música torna se evidência da desconexão do ser humano.
Nas entre linhas somos copilidos a ser conduzidos por um ser se diz dono mundo.
Será que somos vassalos da democracia,
No arauto do mundo somos formigas brincando de ser gente.
Sera poder financeiro manda na terra dos outros.
Sera pilhar e fazer o que quer direito de uma nação soberba...?
