Amor entre Almas
Não desejo mal à ninguém, porém, para algumas pessoas em especial, eu desejo total felicidade, entretando, um pouquinho depois de onde o vento faz a curva!
A cada dia que passa tenho mais a certeza do que quero, entre as minhas duvidas e as minhas razões vou conheçendo a cada dia mais as pessoas com quem eu convivo e simplesmente me apaixonando pelas interessantes e deixando de lado as que não são interessantes ou que nem fazem sentido conviver , apenas deixo o vento as levarem para onde quiser.
A distância entre o ordinário e o extraordinário não era mais que um passo, um sopro, uma respiração...
Nunca confunda sinceridade, com crueldade.
Existe uma linha sensível entre a verdade, e a crueldade.
Tente não ultrapassa-la.
Não julgue, não acuse, não condene,não solte palavras duras, não fale verdades desnecessárias, verdades que não acrescentam, que não ajudam em nada.
Não devemos usar a justificação : "Sou de verdade, falo mesmo. Sempre disse o que acho.” Pra dizer verdades além daquelas permitidas.
Fale apenas o essencial, aquilo que você sabe que não a deixa em paz, fale aquilo que irá ajudar a outra pessoa a consertar seus erros, diga verdades, mas não dê opinião, algumas coisas guarde pra si, diga apenas em pensamento.
Vidas podem ser modificadas, por palavras ditas em uma hora errada.
Palavras ditas ficam, não são esquecidas, maltratam, corroem, fazem-nos pensar no vazio, e por vezes reduzem a nossa auto-estima.
Antes de falar, conte até 3, respire fundo e se pergunte até que ponto aquela verdade é relevante.
Ponha-se por um segundo no lugar da outra pessoa, e se pergunte como você receberia aquela verdade.
E siga sem magoar, contando apenas as verdades importantes de serem ditas.
Vivo de apreço, desgostos e desejos. Caleidoscópio-me entre tuas insanidades. De lonjuras por ti estremeço. Alimenta-me de tuas iras, sem elas não existo. Não se cega por acaso, me cego por amor.
O Brasil precisa ainda avançar muito na definição do que é público. Infelizmente, entre nós, muita gente considera que público é sinônimo de sem-dono. É justamente o contrário: o público só não tem um dono porque tem todos.
Estamos em multidão de outros.
Entre idas e vindas entre mortos e feridos, numa hora ou outra, vc percebe que sempre será sozinho. E esse estado transitorio sempre será permanente.
Essa é nossa maior angustia. Este é o nosso doloroso aprendizado.
Ser só e só.
"Entre glórias e fracassos podemos ter uma certeza. Nas glórias trazemos pra si os amigos verdadeiros, os não verdadeiros e os que querem ser nossos amigos. Porém, nos fracassos, só vêm a nós os que realmente são verdadeiros amigos".
Entre a consciência e a ideia eu escolheria a consciência. Afinal a ideia pode estar errada, mas a consciência estará sempre certa.
Preciso do vazio para preencher os sentidos perdidos...entre pontos escuto o silêncio e nele cada vez faço a mais morada...
A vida é uma travessia breve entre o vazio que nos gera e o vazio que nos acolhe. Nada possuímos, tudo é passagem.
Entre Sensações e Cansaços
Diria que a vida é feita de sensações,
que entrelaçam muitas emoções,
das quais não se vê tantas menções.
O que se faz quando todas as palavras
já parecem repetidas?
Já não sei...
Mas sigo a escrever,
mesmo sem sentir que algo irá permanecer.
Gosto de imaginar o cantarolar dos pássaros
que me cercam no desconhecido —
o lugar onde, mais do que reconhecido,
encontro meu verdadeiro eu.
Ali, já não preciso fugir.
Ali, não preciso me inserir.
Pertencimento…
uma falsa convicção criada por aqueles
que mal sabem de si mesmos.
Afinal, onde pertencer,
senão ao próprio ser?
Estou tão cansado,
até um pouco frustrado…
Já não sei o que é me sentir fechado.
Nem tenho mais o desejo de ser encontrado.
Acho que a maturidade
é menos sobre a seriedade
e mais sobre o quanto você se expõe —
por dentro, por fora,
sem precisar de terno,
mas com verdade no interno.
Estar na minha pele e ainda saber rir de mim mesma por entre as lágrimas não é para qualquer uma. A maioria teria surtado na primeira oportunidade.
Entre silêncios e presenças
Há quem fale pouco,
mas diga tudo com um olhar.
Quem caminha na sombra
e, ainda assim, consegue iluminar.
Não precisa de cena, nem de som,
tem um jeito calmo de impactar.
Um gesto, um suspiro, um instante,
e tudo começa a mudar.
Veio devagar, feito brisa,
sem prometer, sem avisar.
E agora mora em nuances
que eu aprendi a decifrar.
Quase nunca posta,
mas quando posta, arrasa!
É como se o tempo parasse,
como se a alma se arrumasse
pra encontrar um espaço
onde só ele se encaixa.
Talvez nunca diga,
mas eu vejo.
Cada detalhe, cada corte sutil
na moldura do que não se mostra —
mas se sente.
Por Érica Riberti
