Amor em Forma de poesia

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"Nem tudo precisa estar perfeito, às vezes é no imperfeito que a gente vai tomando a forma correta "
A perfeição é um mito, é no processo de imperfeição que encontramos a nossa verdadeira forma. É como se a vida fosse um processo de modelagem, e as imperfeições fossem as marcas que nos tornam únicos.


Devemos dar importância, aceitar e abraçar as nossas imperfeições, em vez de lutar para alcançar uma perfeição inalcançável. É no imperfeito que encontramos a beleza e a autenticidade.
Às vezes eu quebro ...
Então eu cresço diferente...


"A perfeição é um obstáculo para a criatividade e a inovação. É no imperfeito que encontramos a liberdade de criar e crescer."

Que o seu sorriso seja a forma mais sincera de falar ao
meu coração que ele fez a escolha certa ao te escolher.
Pois quando o teu riso ilumina o meu olhar, Meu
coração sossega, certo de que
achou o seu lugar.
__Enzo Ruchell__

⁠As Escrituras nos ensinam a melhor maneira de viver, a mais nobre forma de sofrer, e o modo mais confortável de morrer.

Arminianismo Brasil

Da criação do cosmos à consumação escatológica, a revelação divina se desenvolve de forma orgânica e progressiva. Os grandes eixos da teologia bíblica evidenciam essa continuidade:
- Criação: O desígnio original e a soberania de Deus.
- Queda: A entrada do pecado e a corrupção da humanidade.
- Aliança: O pacto divino de fidelidade com o Seu povo.
- Redenção: A obra soteriológica culminando em Jesus Cristo.
- Consumação: A justiça, a misericórdia e a esperança final.

Dor profunda


A dor que às vezes inunda o peito profundo
toma forma e essência num instante fecundo...
Entre sombras e luzes, a alma vai navegando,
encontrando na poesia um porto seco e seguro.
Assim, envolve a vida com melodia suave,
fazendo do sofrimento um doce enclave.
Na dança das palavras, tudo ganha sentido,
e o espírito encontra seu caminho perdido.
Tudo, num piscar de olhos, acaba fazendo algum sentido.

⁠Agora tudo é só
lembranças.
Momentos bons,ruins
São lembrados da mesma forma?
Aquele sorriso no canto da boca
Ao lembrar
Dos namoricos, das brigas
Das pessoas
Que foram embora e que já não
Estão como eram em nossas
Memórias
As coisas parecem distantes e
Ao mesmo tempo são rememoradas
Como se estivessem acontecendo neste
Mesmo instante.
Como aconteceu? Será que lembramos
O bastante?
Desde quando o mundo é assim?
Será que estou velho
Ou é ele que desde sempre é ruim?
Os amigos, nem lembro como
Os conheci
Desde quando eles sabem tanto
Sobre mim?
E as perguntas que tínhamos
Já encontramos as respostas?
Tudo já foi vivido e
São apenas memorias, mas
E quando estamos lá, vivendo
Por quê não nos disseram que
Seria apenas aquele momento?
Por quê tínhamos a impressão
Que éramos imbatíveis para o
Tempo?

Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...

​O Eco do Vale
​Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
​O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
​A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
​Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
​Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
​O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
​Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.

Virou o rosto para além da chama
Sentiu a ardência de compreender
Que toda forma é também pergunta
E ver é também perder

DEPRESSÃO

Uma vez, refletindo sobre a depressão, tentei encontrar uma forma lúdica de explicar algo tão complexo.
E me veio a seguinte imagem:

Imagine que você percorre um caminho.
Esse caminho é feito de escolhas.
Você escolhe, cria oportunidades, dá passos, acredita que está indo na direção certa… e segue.
Segue sem olhar para trás.

Até que, ao final desse percurso, você se depara com um muro enorme.
Uma rua sem saída.
Você caminhou, caminhou… para chegar exatamente ali.

Então você olha para trás e pensa em voltar pelo mesmo caminho.
Mas não é possível.

O caminho por onde você veio agora está tomado por obstáculos imensos.
Obstáculos que surgiram ao longo do percurso.
Eles são as escolhas feitas, as decisões tomadas, as histórias vividas — e escolhas não podem ser desfeitas.

Diante desse muro, dessa rua sem saída, o que resta é sentar, encostar nele e olhar para trás.
Encarar uma trilha cheia de bloqueios, lembranças e pesos.

Alguns conseguem permanecer ali.
Fazem uma fogueira, sobrevivem como podem, encostados no muro, olhando para o passado.
Vivem presos às escolhas que os trouxeram até um lugar sem saída.

Outros não conseguem existir nesse espaço.
Presos entre o que foi e o que nunca chegou a ser.

Porque à frente há apenas um muro intransponível,
e quando não se enxerga futuro, a esperança desaparece.

E sem esperança, a vida perde o sentido.

Isso é depressão.

O silêncio do mundo
talvez seja uma forma de adaptação.


O que está fora da simulação...?


Como reconhecer o que está fora,
usando ferramentas que pertencem
ao lado de dentro?
E se tudo que conhecemos como realidade
for apenas a interface.
Isso me lembra a Caverna.
E se o instrumento que me guia
pertence àquilo, que estou a questionar.
Prefiro o conforto da minha caverna
mesmo sendo feita de escuridão.


Lembrei de uma frase do metrô:
"A gente se acostuma mas não devia"


Marina Colasanti


é obedecer tanto que deixamos
de estranhar aquilo que deveria nos revoltar.


Andréa

As Mãos Que Dão Forma

Pai,

há homens que passam pela vida,
e há homens que deixam marcas.

Tu aprendeste a conversar com a matéria,
a ouvir o silêncio da pedra,
a descobrir formas onde outros
apenas veem um bloco sem vida.

Com as tuas mãos,
dás rosto ao que era vazio,
forma ao que era bruto,
e alma ao que parecia apenas matéria.

Mas a tua maior obra
talvez não esteja numa escultura.

Está nas pessoas que tocaste,
nos caminhos que abriste,
nos ensinamentos que deixaste,
e em mim.

Porque, sem perceber,
também foste escultor da minha vida.
Com paciência, firmeza e amor,
foste moldando quem hoje sou.

E como toda grande obra,
a tua história não se mede apenas
pelo que as tuas mãos criaram,
mas pelo legado que elas deixam.

Hoje celebro o homem,
o artista,
o pai.

Que a vida continue a oferecer-te matéria
para criares,
tempo para sonhares,
força para continuares
e motivos para sorrir.

E que, quando um dia olhares para trás,
possas reconhecer na tua caminhada
a mais bela das esculturas:

uma vida construída com as próprias mãos.

Feliz aniversário, Pai.
Que o teu legado continue a ganhar forma
muito depois de as tuas mãos descansarem.

Se alimentar, em pé.
Fazer leitura, com livro. De que forma? Em pé.
Arrumar a casa, em pé.
Para varrer com a vassoura,
precisa estar de pé.
Não dá para varrer, sentado(a).
Passar pano,com produto de limpeza.
Cozinhar perto do fogão, em pé.

Vivemos entorno de vibrações, nosso corpo físico, espiritual e energético, percebe de forma clara inquestionável qual é a sintonia fina melhor e mais prospera para nossa existência.
Alguns chamam de intuição e outros de premonição mas é mais do que isto, é na verdade a medida sonora do nosso diapasão interior que vibra na mesma freqüência, e repete a nota ou não se altera, emudecida imóvel. Isto vale para a vida em todos ambientes e em todos contatos com pessoas.

Do que antes era vazio, criou-se forma...
Do que antes era árido, criaram-se águas...
Do que antes era cinza, criaram-se cores...
Do silêncio, do vazio e do frio, nasceram sons e calor...
Do que era somente parte, virou todo...
Do que antes era pouco, deságua uma infinidade de possibilidades...


Então, aqui, inquietante espera,
até te conhecer...

Dar forma ao pensamento por meio das palavras é um ato de resistência contra o esquecimento. Uma ideia registrada em um livro é uma voz que continua sussurrando séculos depois de o autor ter silenciado. Mais do que deixar riquezas, o nosso maior desafio é garantir que o pensamento humano continue respirando através das histórias que decidimos contar.
(Marcelo S. Cruz)

A: - A religião é única responsável por toda forma de violência, preconceito e estupidez humana. Mas o homem tribal não pode viver sem um deus inventado, sua vida perderia o sentido, então prefere ser escravo do mito, por isso não escuta a sua consciência, testada por milênios que diz: "o homem deve assumir toda responsabilidade pelos seus atos.

B: - Talvez não seja esta toda a verdade, pode ser pelo fato do homem mal intencionado apenas usar a religião como desculpas para sua boas e más ações. Assim vivem e matam em nome de Deus.

Evan do Carmo

Ser feliz sem motivo,
é talvez a forma mais bonita
de encontrar a tal da felicidade.
Sem esperar que o mundo mude,
sem precisar de uma razão.

Ler é viver muitas vidas em uma só.
E viver muitas vidas é a forma mais bela de se tornar eterno.


Roberto Ikeda

"O verdadeiro sentido da eternidade não está em durar para sempre, mas em viver de tal forma que cada instante se torne infinito na memória do mundo."


Roberto Ikeda